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Social

Filha do Ministro Barroso casa, e conta com toda a cúpula política do DF, em sua recepção

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Advogados Luna Barroso e Antonio Pedro Souza se casam em Brasília

Filha do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, se casou na residência da família no Lago Sul

Luna Barroso e Antonio Pedro Souza logo após o sim, seguindo em direção a festa sob os olhares atentos dos convidados
  • O último sábado foi marcado em Brasília pelo casamento do casal de advogados Luna Barroso e Antonio Pedro Souza. A noiva é filha do ministro do STF e ex-presidente do TSE, Luís Roberto Barroso. Os mundos político e jurídico marcaram presença em peso no enlace que teve como cenário a casa da família da noiva no Lago Sul.
A noiva Luna foi conduzida pelo pai, o ministro Luís Roberto Barroso, até o altar onde ocorreu a cerimônia
  • Vestindo criação do estilista Junior Santaella, Luna entrou na cerimônia acompanhada pelo pai, sob o olhar atento dos mais de 600 convidados presentes no evento. A tarde foi pautada pela emoção e pelo sentimento de saudosismo causados pela ausência da mãe da noiva, Tereza van Brussel Barroso, falecida no mês de janeiro.
Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Ricardo Lewandowski presentes na cerimônia
  • Durante a cerimônia civil conduzida pelos irmãos dos noivos, Bernardo Barroso e Maria, os convidados se emocionaram com as falas da noiva e de seu pai, o ministro Luís Roberto Barroso, sobre a mãe e esposa Tereza. Barroso ficou muito emocionado, chegando a ficar alguns segundos em silêncio, tentando conter as lágrimas.
Ministro Barroso com o quadro da cerimônia pintado ao vivo pelo artista plástico Zau Spínola
  • No altar, o ministro esteve acompanhado das duas cunhadas, e bem próximo da sogra, a quem teceu elogios durante as suas falas. A mãe da noiva foi quem, pouco antes de falecer, deixou todos os detalhes e escolhas do casamento organizados. Após a emocionante cerimônia civil os convidados seguiram para a festa também no jardim.
Quadro pintando fez referência a mãe da noiva, Tereza Barroso, falecida em janeiro
  • Em uma estrutura erguida para a ocasião com ambientação assinada pela decoradora Valéria Leão Bittar, a festa reuniu nomes poderosos da capital federal. Os ministros do STF Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Edson Fachin e os ex-ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello lá estavam.
As irmãs Cristiana e Ana Cecília Magalhães Lins entre as convidadas
  • Também presentes no casamento estavam o ex-ministro, ex-presidente do Senado e atual deputado federal Eunício Oliveira, acompanhado da esposa Mônica, e a ministra Daniela Teixeira. Indicada pelo presidente Lula para o STJ, Daniela foi bastante cumprimentada ao longo do evento realizado na propriedade às margens do Lago Paranoá.
Cerimônia foi realizada às margens do Lago Paranoá
  • A festa com cerimonial de Cristina Gomes, sem ostentação e com tudo na medida certa, teve como tempero principal a animação dos convidados, grande parte jovens, vindos do Rio, e que fizeram a pista de dança ferver. O cantor Di Brasil e DJs do momento animaram o casório que começou às 16h e só foi terminar às 4h da madrugada.
Decoradora Valéria Leão Bittar assinou a ambientação da festa

Fotos: Arquivo Pessoal e Reprodução

Fonte: Jornal de Brasilia

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Saúde

Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais

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Com a persistência das condições e sem previsão de precipitações para as próximas semanas, equipes de prevenção e combate se mobilizam para proteger unidades de conservação

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Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília   | Edição: Chico Neto

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O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate.

As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada.

Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde

Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica.

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No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais.

Ações de prevenção 

Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs).

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A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios.

Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem.

Operação Verde Vivo 

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3.786

Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF

A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones.

Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones.

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Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano.

Impacto ambiental e legislação

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Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d’água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa.

Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil

A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital.

A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental.

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Orientações

A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública.

► Evitar o uso do fogo
Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas.

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► Descarte seguro
Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias.

► Cuidados com faíscas
Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes.

► Cuidados de saúde
Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h.

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► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.

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