Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

MPDFT lança canal de denúncia para mulheres em situação de violência

Publicado em

violencia feminicidio – (crédito: Pacífico)

As mulheres contarão com local de atendimento reservado, escuta qualificada e tratamento humanizado, por meio de equipe especializada

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) vai inaugurar, nesta quarta-feira (20/9), a Ouvidoria da Mulher. O canal de atendimento especializado será destinado ao recebimento de denúncias de mulheres em situação de violência, seja física, moral, psicológica, sexual, patrimonial, no ambiente público ou privado e na internet. As mulheres contarão com local de atendimento reservado, escuta qualificada e tratamento humanizado, por meio de uma equipe especializada.

A inauguração ocorrerá às 15h. Somente entre 14 de junho e 14 de setembro deste ano, a Ouvidoria do MPDFT cadastrou 34 registros com o assunto “violência doméstica”. Para a ouvidora, promotora de justiça Mariana Nunes, “a Ouvidoria das Mulheres é um importante canal para implementação da equidade de gênero, pois além de promover a escuta e o devido encaminhamento de mulheres vítimas das mais diversas formas de violência, ainda tem como missão incrementar ações de prevenção, proteção e promoção dos direitos humanos das mulheres”.

Leia Também:  Bolha do crédito com FGTS? CDH acende alerta sobre endividamento em massa e silêncio institucional

A cerimônia de inauguração deve contar com as presenças do procurador-geral de justiça, Georges Seigneur; do ouvidor do MPDFT, procurador de justiça Francisco Leite; da ouvidora das mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Bianca Stella Azevedo Barroso; da ouvidora da mulher do MPDFT, promotora de justiça Mariana Nunes, da promotora de justiça Thaíse Dezen e da professora da Universidade de Brasília (UnB) Janaína Penalva.

Advertisement

A Ouvidoria da Mulher vai integrar a estrutura da Ouvidoria do MPDFT e pode ser acessada por meio dos mesmos canais (veja abaixo). A implementação da Ouvidoria da Mulher atende à Recomendação nº 88/2022 do CNMP.

Como falar com a Ouvidoria

– Formulário eletrônico

– Telefones: 0800 644 9500 (ligação gratuita), em dias úteis, de 2ª a 6ª, das 12h às 18h.

Advertisement

– Atendimento pessoal: Eixo Monumental, Praça do Buriti, lote 2, sala 138, Sede do MPDFT, Brasília. Em dias úteis, de 2ª a 6ª, das 12h às 18h.

– Coleta nas urnas das Promotorias de Justiça das cidades

Leia Também:  Documentários e um curta ficcional encerram disputa pelo Troféu Câmara Legislativa

– Carta dirigida à Ouvidoria do MPDFT: Eixo Monumental, Praça do Buriti, lote 2, sala 138, Sede do MPDFT, Brasília-DF, CEP 70091-900.

Advertisement
Fonte: Correio Brasiliense
COMENTE ABAIXO:

Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

Published

on

Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

Advertisement
Leia Também:  Documentários e um curta ficcional encerram disputa pelo Troféu Câmara Legislativa

“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

Advertisement

As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA