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Vamos comemorar! Piselli Brasília oferece espaços exclusivos para confraternizações e eventos de final de ano

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Com diferentes ambientes e cardápios personalizados, o Piselli Brasília oferece opções que acomodam até 45 pessoas, atendendo a várias ocasiões com versatilidade e elegância

O Piselli Brasília oferece uma estrutura versátil e sofisticada, ideal para receber eventos e confraternizações no final do ano. O estabelecimento se destaca pela exclusividade e personalização, atendendo a diferentes tipos de eventos, como encontros corporativos, ativações de marcas, lançamentos de produtos, aniversários e confraternizações. Com ambientes planejados, o restaurante adapta-se às necessidades para diferentes públicos e ocasiões.

A casa oferece três espaços:

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  • Salão Principal: ideal para eventos maiores, comportando de 80 a 120 pessoas;
  • Sala JK: para momentos mais reservados e intimistas, a Sala JK acomoda de 12 a 27 pessoas. É a escolha ideal para reuniões, apresentações empresariais e eventos exclusivos;
  • Terraço Piselli: ideal para almoços, jantares e happy hours, o Terraço Piselli comporta de 40 a 80 pessoas.

Além desses, o restaurante também oferece o Lounge Bar. “Para cada evento, o Piselli Brasília propõe experiências gastronômicas personalizadas, com menus fechados que harmonizam perfeitamente com a ampla adega da casa, composta por mais de 200 rótulos de vinhos. Os cardápios são elaborados especialmente para cada ocasião, oferecendo desde coquetéis com finger foods até refeições completas com entrada, prato principal e sobremesa”, pontua Joyce Oliveira, diretora da casa.

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Menus personalizados

A casa oferece opções personalizadas para diferentes momentos de confraternização, com menus variados para happy hour, almoço e jantar.

Para encontros descontraídos e celebrações informais, o Menu Volante (R$ 220 por pessoa) é ideal. Ele inclui quatro tipos de canapés variados à escolha, dois pratos volantes, com opções entre massas frescas, pasta italiana, risotos e carnes, além da sobremesa especial La Dolce Vita como “gran finale”.

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Outra opção de happy hour é o Happy Hour Completo (R$ 145 por pessoa), que oferece petiscos Stuzzichini, quatro canapés variados e finaliza com a sobremesa La Dolce Vita.

Para o almoço ou jantar, a casa oferece os menus Maravilhoso I e Maravilhoso II (R$ 190 por pessoa), que incluem entrada, prato principal e sobremesa. Já os menus Experiência I e Experiência II (R$ 230 por pessoa) apresentam uma seleção mais elaborada de entrada, prato principal e sobremesa.

Para as bebidas, o pacote de bebidas não alcoólicas (R$ 45 por pessoa) inclui água nacional, refrigerante, suco e café. Há também o pacote alcoólico (R$ 169 por pessoa), que acrescenta vinho da casa, drinks ou cerveja, além das bebidas não alcoólicas.

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Serviço:

Piselli Brasília

Endereço: Shopping Iguatemi (Lago Norte)

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Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, 12h às 23h; sexta e sábado, 12h às 0h; domingo e feriados, 12h às 22h;

Reservas e mais informações: (61) 99913-7191

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feminicidio

Programa Antes que Aconteça premia ações contra violência de gênero

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Projetos em prol de vulneráveis recebem recursos
Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil
Brasília
Brasília (DF), 04/11/2026 - Ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, participa da cerimônia de entrega do Prêmio Antes que Aconteça, de reconhecimento a boas práticas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
© Valter Campanato/Agência Brasil
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Conscientizar mulheres indígenas no noroeste do Amazonas para reconhecer diferentes tipos de violência tornou-se obstinação de Cleocimara Reis Gomes, de 38 anos. Ela é coordenadora do projeto Promotoras Legais Populares Indígenas do Rio Negro e vive na comunidade de Cartucho (onde moram 40 famílias), a quatro dias de barco da cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM). 

Confira os projetos reconhecidos.

Na noite dessa quarta-feira (4), depois de longa viagem até Brasília (DF), ela teve a iniciativa reconhecida, com menção honrosa, pelo Programa “Antes que Aconteça”, previsto pela Lei 15.398, publicada neste ano, voltado a valorizar iniciativas em todo o país para a prevenção da violência de gênero.

Financiamento

Brasília (DF), 04/11/2026 - Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, participa da cerimônia de entrega do Prêmio Antes que Aconteça, de reconhecimento a boas práticas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, na cerimônia de entrega do Prêmio Antes que Aconteça, de reconhecimento a boas práticas de enfrentamento à violência contra a mulher – Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Práticas premiadas em oito categorias receberam financiamentos que vão de R$ 50 mil a R$ 200 mil. O evento teve a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes.   

Cleocimara relatou, em entrevista à Agência Brasil, que trabalha junto a 23 povos, em 100 comunidades indígenas nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro. Ela considera que existem elevados índices de violência contra a mulher, mas que são invisibilizados pela distância dos grandes centros. 

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Brasília (DF), 04/11/2026 - Cleocimara Reis Gomes participa da cerimônia de entrega do Prêmio Antes que Aconteça, de reconhecimento a boas práticas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Cleocimara Reis Gomes participa da cerimônia de entrega do Prêmio Antes que Aconteça – Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Por isso, o projeto tem buscado parcerias e recursos para sensibilizar as mulheres sobre a importância de conhecerem os próprios direitos. “É importante que a mulher indígena saiba que não pode viver em cenário de violência”. O projeto almeja multiplicar a ideia de que a violência não faz parte da cultura indígena.

“Tem violência física, sexual, psicológica e patrimonial. Tanto de invasores das terras, como de  homens indígenas. Mas as denúncias demoram a chegar por causa das distâncias entre as comunidades”. Ela entende ser necessário mais equipamentos públicos para atuar na prevenção.

Cleocimara disse que recebeu pedidos de lideranças de mulheres indígenas para envolver homens que sejam aliados na causa do enfrentamento à violência. 

Vulnerabilidade

​O trabalho de conscientização também é a tônica de um projeto vencedor do prêmio Antes que Aconteça, realizado para Associação de Pescadores e Marisqueiras de São Félix (BA). Foi o escolhido na categoria “Justiça que acolhe mulheres”. 

A presidente da iniciativa é a marisqueira Cátia Chagas, de 58 anos, que se formou em direito e psicologia para ajudar a sua comunidade. “São pessoas muito humildes, vítimas de violência. Às vezes, elas ficam envergonhadas de falar. Nós buscamos promover atendimentos diversos, inclusive psicológicos e médicos, além de capacitação para elas”.

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O projeto nasceu em 2012 e presta apoio a cerca de 600 mulheres. “A maioria é formada por mães solo. Mães jovens com muitos filhos também”. Na região, as mulheres pescam principalmente no Rio Paraguaçu.

Comunidades tradicionais

Outra vencedora defende a luta das comunidades quilombolas. O projeto Dandara, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, atende cerca de 500 mulheres com cursos nos próprios territórios fazendo a escuta cidadã.

A presidente da Associação Estadual das Quilombolas do Rio de Janeiro,  Ana Beatriz Bernardes Nunes, da comunidade Maria Conga, no município de Magé, diz que as mulheres são vítimas de violência territorial.

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“As mulheres quilombolas, em sua grande maioria, são as maiores e principais administradoras dos territórios, e passam a cuidar da biodiversidade. Por isso, estão muito ameaçadas”, diz a liderança, que é atendida por programa de proteção do Estado.

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