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Inscrições para o próximo Casamento Comunitário começam nesta segunda (8)

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A Sejus analisará as documentações de 23 a 26 de agosto e, em seguida, direcionará os candidatos aos cartórios de registro civil | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus

Edital publicado nesta sexta-feira (5) no Diário Oficial do Distrito Federal traz cronograma de datas, com cerimônia marcada para 6 de outubro

Por Agência Brasília* | Edição: Débora Cronemberger

As inscrições para o Casamento Comunitário, programa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus), começam nesta segunda-feira (8) e vão até o dia 23 de agosto. O edital nº 5, publicado no Diário Oficial do DF (DODF) desta sexta-feira (5), traz o cronograma da 10ª edição, a segunda de 2024.

Para inscrições, os noivos precisam comprovar que moram no DF e apresentar documentação descrita no item 3.1 do edital (página 59 do DODF). Eles também devem comprovar hipossuficiência, mediante preenchimento de declaração constante no edital (Anexo I).

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Os documentos e declarações devem ser entregues das 9h às 16h30, entre os dias 8 de julho até 23 de agosto, sempre em dias úteis, em um dos seguintes locais:

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→ Praça dos Direitos da Ceilândia (QNN 13, Ceilândia Norte);
→ Na Hora | Unidade Rodoviária (Rodoviária do Plano Piloto, plataforma inferior);
→ Praça dos Direitos do Itapoã (Quadra 203, Del Lago II);
→ Estação Cidadania do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 9); e
→ GDF + Perto do Cidadão em Porto Rico (dias 9 e 10 de agosto).

A Sejus analisará as documentações de 23 a 26 de agosto e, em seguida, direcionará os candidatos aos cartórios de registro civil. O Casamento Comunitário ocorrerá à medida em que o número de requerimentos ultrapassar 80 casais, sendo limitado a 100 casais. A data prevista para divulgação dos contemplados é 26 de agosto, nos canais oficiais da Sejus.

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Definidos os casais, haverá um encontro preparatório destinado aos esclarecimentos sobre o evento e um ensaio geral da cerimônia, agendados previamente para os dias 2 e 3 de outubro. A segunda edição de 2024 do Casamento Comunitário está prevista para o dia 6 do mesmo mês, em local a ser definido.

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Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o programa de Casamento Comunitário desempenha um papel vital no fortalecimento das famílias e na realização de sonhos. “Este é um momento inesquecível e emocionante para os casais, que começam suas jornadas juntos com o suporte da Sejus.”

Dúvidas poderão ser sanadas por meio do e-mail subdhir@sejus.df.gov.br ou do telefone (61) 2244-1347/1349. A Sejus fará atualizações em seus canais de comunicação em casos de alterações ou acréscimos no processo.

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Cronograma

→ 8 de julho a 23 de agosto: Fase de inscrições
→ 23 a 26 de agosto: Análise das documentações
→ 26 de agosto: Divulgação da lista dos casais contemplados
→ 28 de agosto a 11 de setembro: Entrega das documentações em cartório
→ 2 e 3 de outubro: Encontro preparatório destinado aos esclarecimentos e ensaio geral do Casamento Comunitário
→ 6 de outubro: Realização do Casamento Comunitário.

*Com informações da Sejus

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Fonte: Agência Brasilia

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Helena Bork Saad, Ivan Neto e Fabi Saad lançam projeto para apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade e violência

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Ferramenta ajuda mulheres a reconhecer sinais desde o início e buscar ajuda

São Paulo, abril de 2026 — Diante do aumento dos casos de violência contra a
mulher no Brasil, o Mulheres Positivas, ecossistema voltado ao desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres, fundado por Fabi Saad,
lança, em parceria em seu site e aplicativo, o Projeto Alerta Emocional. A iniciativa leva informação, orientação e caminhos práticos para mulheres em
situação de vulnerabilidade e violência, ajudando a reconhecer os sinais desde o início.

Idealizado pela empresária Helena Bork Saad e pelo empreendedor Ivan Neto, o projeto surgiu da percepção do aumento de relacionamentos abusivos.
Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a violência contra a mulher é um dos principais desafios sociais do país, muitas vezes ocorrendo no
contexto de relações íntimas.

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Nesse cenário, muitas mulheres não reconhecem que estão em um relacionamento abusivo nas fases iniciais, quando os sinais ainda são sutis e,
muitas vezes, confundidos com cuidado, ciúmes ou intensidade, o que faz com que situações de abuso se prolonguem e se tornem mais difíceis de romper,
especialmente quando já existe envolvimento emocional, psicológico ou dependência financeira.

Para ajudar na identificação desses sinais, o Projeto Alerta Emocional utiliza um questionário com dez perguntas simples, mas profundas. Após respondê-lo, a
participante é direcionada aos resultados, baseados em suas respostas, e a um e-book exclusivo, com conteúdo detalhado sobre como reconhecer padrões abusivos, fortalecer a autonomia e encontrar caminhos seguros.
A avaliação visa estimular o autoconhecimento, permitindo identificar e nomear situações que, muitas vezes, não são reconhecidas como abusivas, além de
contribuir para a prevenção, ao oferecer orientação e acesso a uma rede de apoio que conecta a informações, especialistas e caminhos para reconstruir a
autonomia.
“Muitas mulheres sentem que algo não está certo, mas não conseguem identificar exatamente o que é. Quando existe clareza, existe escolha. E, quando existe escolha, existe a possibilidade de mudança”, afirma Fabi Saad.

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“A iniciativa nasce de uma escuta atenta. Percebemos que muitas mulheres vivem situações difíceis sem conseguir nomear o que está acontecendo. Levar
clareza é o primeiro passo para qualquer mudança real”, diz Helena Bork Saad, que também é apoiadora de iniciativas de impacto social. Com atuação em projetos de transformação social, Ivan Neto explica que a proposta vai além da conscientização e precisa envolver toda a sociedade. “Não se trata apenas de informar, mas de construir caminhos. Essa é uma conversa que também precisa incluir os homens para que a transformação ganhe escala.

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Quando uma mulher entende o que está vivendo e sabe para onde pode ir, ela passa a ter mais força para transformar a própria realidade”. O projeto também nasce com vocação de escala e convida empresas, instituições e especialistas a se unirem à iniciativa, ampliando o impacto e fortalecendo a rede de apoio para mulheres em todo o país.

O questionário está disponível gratuitamente através do site e app do Mulheres Positivas.

Sobre o Mulheres Positivas

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O Mulheres Positivas é uma empresa de impacto social que visa ao desenvolvimento pessoal e profissional da mulher por meio de produtos e serviços digitais. O aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente na App Store ou no Google Play, também está disponível para usuários da Colômbia e do México (como Mujeres Positivas, por meio das operadoras Telcel, Claro Colômbia e AT&T); na Itália, como Women Plus; na França, como Femmes Positives; no Reino Unido, como Empyrean You; e em Dubai e nos EUA, por meio do site e de encontros, sob o nome Positive Women.                                                                                                                  O app Mulheres Positivas no Brasil oferece conteúdos e cursos gratuitos, atendimento psicológico, clube de benefícios e mentoria para mulheres, além de funcionalidades voltadas à segurança, como WhatsApp gratuito para apoio às mulheres e mapa colaborativo de segurança
(Caminho Delas).

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No Brasil, o app conta com mais de 220 empresas parceiras, já
ultrapassou a marca de 500 mil downloads e é o aplicativo com o maior número de
vagas afirmativas para mulheres da América Latina.
www.mulherespositivas.com.br | www.positivewomenglobal.com | www.positive-women.com

CRÉDITOS:

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AUTORES: Helena Bork Saad e Ivan Neto

FOTO: Augusto Oliveira

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