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Celebre o Natal com segurança e economia: Confira orientações para a instalação da decoração natalina

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Neoenergia Brasília alerta sobre os cuidados na hora de montar os produtos luminosos

Brasília, 26 de novembro de 2024 – Nessa reta final de ano, muitas famílias organizam os preparativos para o Natal. As decorações que caracterizam o período, como lâmpadas coloridas, fitas de iluminação, árvores natalinas e o famoso pisca-pisca, já começam a aparecer nas residências e estabelecimentos comerciais. Contudo, é preciso adotar alguns cuidados na hora de adquirir e instalar produtos luminosos, além de outros itens que compõem a tradicional decoração natalina.

Pensando na segurança das pessoas para prevenir acidentes e gerar economia para o bolso dos consumidores, a Neoenergia Brasília selecionou algumas orientações que envolvem o uso consciente dos elementos da decoração natalina, para que as festas sejam celebradas da melhor forma e tragam apenas boas experiências.

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A primeira recomendação se dá no momento da compra das luzes pisca-pisca: além da regulamentação do Inmetro, na embalagem do acessório deve constar informações sobre a potência, tensão e instruções de uso. Isso garantirá maior confiabilidade do produto. Além disso, a opção por lâmpadas LED é mais segura e mais econômica, pois elas aquecem menos e utilizam menos energia do que as convencionais.

É comum também que as pessoas reaproveitem o pisca de um ano para outro. Neste caso, é essencial observar o estado de conservação do fio, verificando toda a sua extensão para identificar se existe algum ponto danificado. Caso encontre algum dano, o ideal é descartá-lo para evitar choques e curtos-circuitos.

A iluminação deve ser instalada por pessoas que estejam secas e calçadas. Além disso, é importante se certificar de que o pisca-pisca esteja desconectado da energia durante o manuseio. Ele só deve ser ligado após a conclusão da montagem. Caso a pessoa queira mudar algo na decoração natalina, como a posição da iluminação, deve primeiro desconectar da tomada, fazer a alteração, e só então ligar novamente.

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Outra orientação é evitar o uso de enfeites feitos de papel, cartolina, algodão, lã e palhas seca, pois, em caso de curto-circuito, eles podem produzir fogo mais facilmente. Pelo mesmo motivo, dê preferência para as árvores que possuem o aviso de ‘resistente ao fogo’ para diminuir as chances de acidentes. Aliado a isso, é importante saber escolher a árvore. A maior parte delas é feita de materiais como plástico e metal – importante condutor de energia. Caso haja alguma falha no pisca-pisca, ele pode energizar toda a decoração.

OUTRAS DICAS

– Revise as instalações elétricas da residência com auxílio de um profissional antes de realizar a montagem da decoração. Isso evita sobrecarga e a possível queima de eletrodomésticos, além de acidentes;

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– Dê preferência a árvores de Natal fabricadas com material resistente ao fogo e aos enfeites natalinos certificados pelo INMETRO;

– Utilize um filtro de linha para ligar mais de uma tomada elétrica da árvore, presépios e outros itens da decoração e evite o uso, mesmo que de forma provisória, dos chamados “T” (benjamins);

– Monte a parte elétrica da decoração longe de materiais com risco inflamável, tais como tecidos de cortinas, papelão, fibras e isopor e afaste os fios de estruturas de metal, pois elas são condutoras de corrente elétrica que podem provocar acidentes;

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– Nunca desligue aparelhos elétricos puxando pelo cabo ou fiação. Para desligá-los da tomada, utilize o plugue;

– Não permita que as crianças ou animais toquem na decoração natalina quando ela estiver ligada, pois há risco de choque elétrico;

– Nas áreas externas das residências, redobre o cuidado durante a instalação e retirada de pisca-piscas tanto para prevenir choques elétricos e evitar o risco de quedas. Exposta à ação do sol, chuva e do calor, a fiação fica mais vulnerável e a possível presença de água potencializa os riscos de choque elétrico – por isso ela só deve ser montada e retirada com o disjuntor da residência desligado;

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– Não instale enfeites natalinos próximo aos postes, fios ou medidores da Neoenergia Brasília e não faça ligações clandestinas de energia (o popular “macaco”) para acender a decoração externa em ruas. Além de colocar a vida de quem faz e de quem está próximo em risco, o “macaco” é crime, pode provocar a queima de eletrodomésticos e curto circuitos que podem apagar o brilho dos festejos natalinos;

– Em caso de acidente, deligue imediatamente o disjuntor da residência e só depois preste socorro. Ligue para o SAMU (192) e Neoenergia Brasília (116).

PARA ECONOMIZAR

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– Fique de olho no consumo de energia elétrica da decoração natalina e evite deixar a luzes acesas durante ou dia, ao sair de casa ou depois de dormir;

– Observe as informações sobre a potência (W – watts) dos produtos contida nas embalagens. Um conjunto padrão de 100 micro-lâmpadas com 50 W de potência, por exemplo, consome 16,5 kWh/mês se for ligado por 11 horas diárias. Se esse mesmo conjunto for ligado durante 5 horas, das 19h à meia-noite, por exemplo, o consumo diminui para 7,5 kWh/mês;

– Dê preferência às lâmpadas de LED, mais eficientes, brilhantes e com maior durabilidade do que as convencionais. O consciente de consumo de energia elétrica evita desperdícios e reduz o valor na conta de luz.

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Fonte: Neoenergia Brasilia

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Saúde

Hospital de Santa Maria utiliza 253 câmeras para ampliar a segurança de pacientes e profissionais

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Sistema monitora áreas estratégicas da unidade, auxilia na prevenção de ocorrências e agiliza a atuação das equipes de segurança

 

Por Talita Motta
Mais de 71 mil pessoas passaram pela Portaria Central do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) entre janeiro e abril deste ano. O intenso fluxo de pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais exige uma estrutura permanente de monitoramento para reforçar a segurança na unidade.
Desse total, 40.525 acessos foram de acompanhantes, 14.685 de visitantes e 16.433 classificados como trânsito geral, o que representa uma média de quase 600 pessoas por dia passando pelo principal acesso do hospital.
Para atender a essa demanda, a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), conta com uma estrutura de videomonitoramento formada por 253 câmeras, sendo 20 delas equipadas com recursos de inteligência artificial. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos, auxiliando na prevenção de ocorrências e dando suporte às equipes responsáveis pela proteção do patrimônio e das pessoas.
Para ampliar a eficiência desse monitoramento, uma cooperação técnica entre a Superintendência de Operações (Suope) do IgesDF e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) permite o compartilhamento de registros, contribuindo para a análise de situações ocorridas tanto dentro quanto no entorno da unidade.
Na prática, os recursos tecnológicos têm se mostrado importantes aliados das equipes de vigilância patrimonial. De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança do HRSM, Antônio Araújo, a ferramenta desempenha papel fundamental na apuração de ocorrências.
“Recebemos com frequência relatos de objetos esquecidos e casos de furtos de celulares. Com o apoio das câmeras, conseguimos rastrear movimentações, verificar o que aconteceu e reunir informações que auxiliam na apuração dos fatos”, explica.
Além do registro de ocorrências, a plataforma utiliza recursos de análise inteligente capazes de identificar movimentações incomuns, invasões de perímetro e aglomerações, ampliando a capacidade de prevenção e de resposta das equipes.
Monitoramento em tempo real
Para o chefe do Núcleo de Monitoramento Remoto (Numor) do IgesDF, Daniel Rabelo, o videomonitoramento vai além da vigilância e se tornou uma ferramenta estratégica para a gestão hospitalar.
“Ter uma visão ampla do que acontece nos diferentes espaços faz a diferença. O acompanhamento em tempo real contribui para que todos se sintam mais seguros durante sua permanência no hospital”, afirma.
A sensação de segurança também é percebida por quem frequenta a unidade. Entre eles está Regina da Silva, que acompanha a mãe, Rosalina da Silva, internada há duas semanas.
“A gente sempre fica atento aos nossos pertences, mas saber que existe uma estrutura acompanhando o ambiente traz mais tranquilidade”, relata.
Todo o processo é coordenado pela Gerência Operacional do IgesDF e segue protocolos rigorosos de sigilo e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo que o monitoramento ocorra de forma responsável e alinhada às normas vigentes.

 

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