Politica
Gracinha Caiado recebe Virgínia e Zé Felipe em projeto social no Natal do Bem
Cerca de 200 crianças em situação de vulnerabilidade social do projeto “Levando Amor”, apadrinhado pelo casal de influencers, espalharam ainda mais alegria à iniciativa do Goiás Social
Cerca de 200 crianças atendidas pela Escolinha Levando Amor – do projeto “Levando Amor”, localizada em Aparecida de Goiânia, acompanhadas da influenciadora Virgínia Fonseca, madrinha da iniciativa, e do cantor Zé Felipe, espalharam ainda mais alegria e carinho ao Natal do Bem 2024, na noite de segunda-feira (2/12). O passeio foi acompanhado pela presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.
“Nada me comove mais do que a magia do Natal, que nos transmite esperança com o nascimento de Jesus. Por isso, parabenizo a Virgínia Fonseca e Zé Felipe por proporcionarem a essas crianças esse passeio natalino. Cada cantinho aqui tem muito amor, muito carinho, muito cuidado e muita esperança”, afirmou Gracinha Caiado.
“Estou muito feliz em estar aqui hoje. Muita gratidão, mesmo, pela recepção. E gente, aqui está a coisa mais linda. Assistimos uma apresentação linda, especial. Venham conhecer. Vale a pena”, falou Virgínia Fonseca, que levou, também, ao Natal do Bem 2024 as filhas Maria Alice e Maria Flor, além da mãe Margareth Serrão. “Incrível! Todos têm que vir”, acrescentou o cantor Zé Felipe.
O projeto “Levando Amor” atende crianças em situação de vulnerabilidade social, oferecendo cuidado e alimentação diários enquanto os pais trabalham. Durante o passeio ao Natal do Bem 2024, os meninos e meninas da Escolinha Levando Amor assistiram a cerimônia de acendimento das luzes e a apresentação do musical Natal de Encantos.
Acompanhadas de Gracinha Caiado e Virgínia Fonseca, as crianças ainda se divertiram no carrossel e na roda-gigante. A visita foi realizada em uma segunda-feira, dia que o Natal do Bem é fechado ao público em geral, para garantir mais segurança às cerca de 200 crianças.
Fotos: Diego Canedo e Hegon Correia
Legenda: Gracinha Caiado recebe crianças do projeto “Levando Amor” e Virgínia Fonseca, madrinha da iniciativa
Organização das Voluntárias de Goiás – Governo de Goiás
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
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