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Altineu Côrtes defende candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado

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Ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro encontra dificuldades dentro do PL para garantir uma possível candidatura nas eleições de 2026

Igo Estrela/Metrópoles

Michelle Bolsonaro ainda enfrenta certa resistência para trabalhar uma possível candidatura nas eleições de 2026. Em entrevista ao Metrópoles EntrevistaAltineu Côrtes (RJ), líder do PL na Câmara dos Deputados, tentou não atropelar a vontade do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar, porém, não escondeu ser um entusiasta para uma possível disputa da ex-primeira-dama ao Senado.

Questionado, Altineu não deu previsões sobre a partir de quando Jair e Michelle Bolsonaro começarão a viajar pelo Brasil para angariar apoios para as eleições municipais de 2024. A participação do ex-presidente e da ex-primeira-dama na campanha do PL é considerada essencial para o plano do partido de eleger, no mínimo, mil prefeitos.

“A Michelle é excepcional, tem conquistado os corações de quem trata com ela. Nós não conhecíamos esse lado da Michelle até a campanha, ficou conhecido ali no final. Agora ela é uma fortaleza do PL, é presidente do PL Mulher Nacional. Tem feito um movimento com as mulheres no Brasil inteiro e vai fazer muito mais até as eleições. Eles estão levando a bandeira da direita Brasil afora”, disse o líder do partido na Câmara.

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Confira o trecho:

Altineu considera que, “sem dúvida”, Michelle Bolsonaro está com a eleição garantida. “Se a eleição para o Senado fosse hoje, ela poderia escolher entre os 26 estados mais o Distrito Federal, ela seria eleita em qualquer um deles. A eleição vai ser lá na frente, então Deus vai dar o caminho para Michelle e pro PL”,

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Em março último, Jair Bolsonaro garantiu que Michelle Bolsonaro não seria candidata por “não ter vivência” política. No mesmo dia, ela assumiu o diretório feminino do PL num evento realizado em Brasília, ao lado de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do partido, e sem o marido. O general Braga Netto, candidato a vice-presidente em 2022, e a deputada Bia Kicis (DF), estavam ao seu lado.

“Eu acho que a Michelle possivelmente vai ser candidata, não digo a um cargo executivo, mas a um cargo do Legislativo. Eu acredito que ela tem tudo para ser candidata. Apesar dela não demonstrar esse desejo explícito, do Bolsonaro não demonstrar, mas eu pessoalmente sou incentivador que lá na frente isso possa acontecer, será bom pra política do Brasil”, defendeu.

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Inelegibilidade

Questionado se o PL se prepara para um cenário de inelegibilidade de Bolsonaro, Altineu disse não ver motivo para condenação do correligionário. O ex-presidente é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com julgamento já marcado.

“Eu vejo o PL muito forte com Bolsonaro elegível. Mas também, se acontecer isso, não vejo motivo, mas com essa hipótese, o PL vai continuar muito forte porque o Bolsonaro eu é uma pessoa corajosa. Ele é um homem determinado, é um homem escolhido por Deus, o Bolsonaro virou presidente da República, fez o que fez, resgatou a direita do Brasil. Se o Bolsonaro ficar inelegível, o que eu não acredito, ele vai ser fortíssimo”, comentou Altineu.

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Ao Metrópoles, Altineu Cortês criticou a postura adotada por Ricardo Salles (PL-SP) ao encontrar dificuldades para garantir candidatura à Prefeitura de São Paulo. O líder do PL também disse compreender o contato de parte da bancada do partido com o governo Lula, mas prometeu punição àqueles que votarem contra a orientação do partido em matérias fechadas.

Confira a entrevista completa:

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Fernanda Machiaveli sobre avanços na reforma agrária: “Reduzir concentração fundiária e garantir terra a quem quer trabalhar”

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Titular do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é entrevistada e detalha estratégias do Governo do Brasil para garantir que famílias sejam assentadas

Para ilustrar o avanço da reforma agrária e o que tem sido realizado pelo Governo do Brasil nesta frente de atuação, a ministra Fernanda Machiaveli destacou ao longo do programa “Bom Dia, Ministra” o empenho na solução de conflitos fundiários no país, assim como a conquista de 27 mil novos lotes para a Reforma Agrária e a inclusão de mais de 230 mil famílias assentadas no programa, desde 2023 . A titular do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar foi entrevistada por profissionais de imprensa de várias regiões do país nesta quarta-feira, 15 de abril.
“A concentração fundiária é um dos maiores desafios que hoje a gente tem no nosso território. Nós temos, por exemplo, a agricultura familiar, que corresponde a 77% das propriedades de acordo com o Censo Agropecuário, e ela ocupa apenas 23% da área agricultável. Então a gente tem uma concentração. E muitas famílias ainda aguardam a possibilidade de terem acesso à terra, para que elas possam produzir alimentos, viverem da terra, seguirem na produção e dessa forma também a gente consegue aumentar a oferta de alimentos nas cidades”, declarou Machiaveli.
O que a gente tem feito para avançar na reforma agrária é, desde 2023, todo o processo de reestruturação do Incra, que estava totalmente desmantelado. Aumentamos os salários dos servidores, contratamos servidores, criamos todo o arcabouço institucional, implementamos o programa Terra da Gente, que é um programa de obtenção de terras para a reforma agrária. Melhoramos o processo de seleção de famílias que são assentadas e os resultados vieram. Foram 230 mil famílias que foram incluídas até agora no programa nacional de reforma agrária”

Fernanda Machiaveli, ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
Durante a entrevista, a ministra detalhou ações voltadas à destinação de terras e ao reconhecimento de territórios tradicionais, incluindo o avanço na assinatura de decretos para consolidação e regularização. A pasta instituiu ainda a Câmara Técnica de Destinação para deliberar sobre o uso de terras públicas federais, com foco na reforma agrária e na conservação.
“O que a gente tem feito para avançar na reforma agrária é, desde 2023, todo o processo de reestruturação do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária], que estava totalmente desmantelado. Aumentamos os salários dos servidores, contratamos servidores, criamos todo o arcabouço institucional, implementamos o programa Terra da Gente, que é um programa de obtenção de terras para a reforma agrária. Melhoramos o processo de seleção de famílias que são assentadas e os resultados vieram. Foram 230 mil famílias que foram incluídas até agora no programa nacional de reforma agrária”, explicou a ministra.
Fernanda Machiaveli prosseguiu apresentando mais informações sobre o cenário atual. “São 27 mil novos lotes que foram disponibilizados para a reforma agrária. Nós investimos como nunca. Essas famílias que estão chegando para a reforma agrária, elas têm direito a um apoio, que é um crédito instalação, que chega na terra e recebe a terra nu. Elas precisam de um mínimo de suporte para conseguirem estruturar a produção. Investimos R$ 1,7 bilhão nesse crédito, que é muito facilitado, que tem até 90% de desconto para quem paga em dia — para quem estruturar, quem está saindo numa situação de pobreza, está lá no CadÚnico e passa a ter o acesso à terra. E além de avançar no processo de obtenção de acesso à terra, nós garantimos a chegada das políticas públicas nos assentamentos”, complementou.
A retomada da destinação de terras e o reconhecimento de territórios tradicionais. O Brasil já registrou avanço histórico com a assinatura de decretos para consolidação e regularização de territórios em todo o país.

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Também foi instituída a Câmara Técnica de Destinação para discussões sobre o uso de terras públicas federais, focando na reforma agrária e conservação. “No mês de abril, saem mais decretos que destinam áreas para a reforma agrária, além do conjunto de compras que estamos fazendo, ações de adjudicação, que é conseguir a terra dos grandes devedores, que pagam suas dívidas com terra que é destinada para agricultores que hoje estão no CadÚnico, em situação de pobreza e que passam agora a ter acesso e apoio para fazerem a produção de alimento nessas áreas”, listou.
“Essas são as metas para a reforma agrária. Vamos seguir trabalhando firme para avançar e reduzir a concentração fundiária, mas mais importante do que isso, garantir terra para quem quer trabalhar, para quem quer produzir, porque o Governo do Brasil apoia todos os trabalhadores rurais”, declarou.”São passos que fazem com que nós possamos hoje ter uma situação de redução de conflitos fundiários, redução de mortes no campo, mas ainda muito avançar, porque nós reconhecemos que as famílias que estão acampadas precisam ainda de um auxílio para conseguirem avançar, acessar a terra”, finalizou Fernanda Machiaveli.
Em paralelo também foi desenvolvida a plataforma Terras do Brasil para transparência fundiária e estruturado o Comitê Gestor do Plano Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PNGTAQ), selecionando organizações quilombolas para participarem ativamente da formulação das políticas públicas.
QUEM PARTICIPOU — O “Bom Dia, Ministra” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta quarta-feira (15/4) a Rádio TV Metropolitana (Piracicaba/SP), Rádio CBN (Caruaru/PE), Portal Mais Goiás (Goiânia/GO), Jornal Diário do Comércio (Belo Horizonte/MG), Rádio Band FM (Vitória da Conquista/BA), Rádio 95 FM (Mossoró/RN) e Rádio Oceano (Rio Grande/RS).

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CRÉDITOS:

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FOTO: Diego Campos/Secom-PR

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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