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Vídeo: Raquel Lyra é vaiada, e Lula se levanta em apoio à governadora

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Os dois participaram da inauguração do campus de Paulista, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE)

Reprodução/vídeo

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), foi vaiada durante um evento, nesta quarta-feira (7/6), que contou com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os dois participaram da inauguração do campus de Paulista, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE). Paulista fica no litoral norte do estado nordestino.

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A governadora recebeu vaias em duas oportunidades durante a agenda desta quarta. A primeira delas ocorreu quando o ministro da Educação, Camilo Santana, também presente no evento, a cumprimentou. Nesse momento, a primeira-dama, Janja da Silva, e Lula aplaudiram Raquel Lyra.

Na segunda ocasião, enquanto Raquel Lyra discursava, o presidente Lula levantou e ficou ao lado da governadora.

Veja os momentos:

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Raquel Lyra tem sido cobrada e criticada pela qualidade e falta de merenda escolar no estado de Pernambuco.

“Hoje é dia nacional da liberdade de imprensa, é dia de celebrar a democracia […] Eu vou fazer só um parêntese aqui, se vocês pudessem me ouvir. Para quem está perguntando pela merenda: vocês acabaram de pedir ao presidente que construísse aqui um refeitório. Quer dizer, não está tudo pronto”, disse a governadora.

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Essa não é a primeira vez que a chefe do estado pernambucano é vaiada durante um evento. Em março, quando o governo Lula organizou uma cerimônia para lançar um programa de alimentos e outras medidas de combate à fome, Raquel Lyra também ouviu gritos de desaprovação à gestão dela.

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Na ocasião, Lula pediu respeito. “Eu acho que poucas vezes na vida tantos ministros vieram [ao Recife] fazer tantos anúncios importantes. Entretanto, tudo era pequeno diante da necessidade de vaiar a governadora. Que pena. Respeitem os meus convidados que vierem aqui”, pediu o presidente.

Fonte: Metropoles
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Tentativa de motim no MDB-DF movimenta feriado político

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Foto: Suzano Almeida / Jornal de Brasília

Emedebistas insatisfeitos com o presidente local, ameaçam a confecção de carta e articulam pedido de intervenção nacional no DF. Wellington Luiz garante união da legenda

O Feriado de Corpus Christi, que deveria ser de descanso para os brasilienses, está se mostrando agitado nos bastidores do Movimento Democrático Brasileiro do Distrito Federal (MDB-DF). Parlamentares, segundo eles, com o aval do próprio ex-governador Ibaneis Rocha realizam, nesta sexta-feira (5), um motim pela saída do presidente regional da sigla Wellington Luiz.

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Segundo um dos parlamentares envolvidos, que não quis se identificar, “há uma insatisfação local e nacional” com Wellington Luiz, que também é presidente da Câmara Legislativa, em relação ao apoio dado à governadora Celina Leão (PP).

O emedebista afirma que, após a reunião com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, cobrando que a chefe do Executivo local anunciasse formalmente que Ibaneis Rocha era o candidato de sua chapa, especialmente os distritais esperavam ganhar mais espaço no governo e, ainda, que Baleia tivesse sua palavra ratificada por Wellington.

“Esse é um movimento da [direção] nacional. Alguma coisa deve acontecer ainda hoje. O presidente Baleia está se sentindo desprestigiado, depois que na reunião ele bateu o pé e disse que o MDB teria candidato na majoritária e o Wellington disse que a candidata era a Celina, depois que saiu da reunião”, disse o emedebista.

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A confecção de uma carta assinada pelos deputados da sigla chegou a ser cogitada, pela manhã desta sexta-feira, porém houve um recuo de distritais fiéis a Wellington e que não gostariam de se indispor com o colega.

Defesa

Por outro lado, esses mesmos aliados de Wellington negam que exista a intenção de mudança. “O que sabemos é que o Ibaneis está em São Paulo, mas ainda não sabemos se terá alguma reunião. É o [ex-]governador quem está insatisfeito e querendo a presidência para impor para a [governadora] Celina as condições do partido para apoiar a candidatura dela, depois que ela não recuou das ameaças dele”, afirmou. “Tem um deputado sentindo a dor pelo chifre do outro”, brincou.

Baleia Rossi

A divisão dentro do MDB é gritante. Ainda de acordo com o aliado de Wellington Luiz, o próprio parlamentar, após o encontro com o presidente Baleia Rossi na casa de Ibaneis, teria elogiado a postura do presidente regional ao não entregar a presidência. A Wellington, o presidente nacional teria pedido apenas que ele sempre informasse sobre as decisões tomadas no DF.

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“O Baleia falou para o Wellington que o MDB terá candidato majoritário na chapa da Celina. Pode ser o Ibaneis ou outro, se o governador estiver inviabilizado. Mas ele está fazendo movimentos para assumir o partido”, garantiu.

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Pelo lado da federação União-Progressista – formada pelo União Brasil e o PP -, o presidente nacional do União, Antônio Rueda também foi acionado pelo MDB nacional para que interviesse favoravelmente ao MDB local. A conversa seria uma forma de buscar garantir que as duas legendas disputem juntas o Governo do Distrito Federal.

Ibaneis e Wellington

Outro emedebista garantiu que a viagem do governador Ibaneis Rocha para São Paulo seria para um encontro com o presidente Baleia Rossi com o intuito de falar sobre a mudança de comando.

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Ao Jornal de Brasília, no entanto, o ex-governador Ibaneis Rocha afirmou: “a última vez que vi o Baleia foi no dia em que ele almoçou em minha casa”. Ele garantiu ainda que sua estadia em São Paulo não tem relação com um possível encontro com o presidente nacional da legenda. “Estou com minha e com meu filho que veio morar aqui.”

Também procurado, o presidente regional do MDB-DF não quis comentar o assunto, mas garantiu que não haverá racha no partido. “Estou extremamente tranquilo e o MDB do Distrito Federal está unido para disputar as eleições deste ano”, declarou.

Jornal de Brasilia

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