Politica
R$ 320 milhões do GDF para reforma da segunda etapa da obra do Teatro Nacional Claudio Santoro
Segunda etapa da obra do Teatro Nacional Claudio Santoro terá investimento de R$ 320 milhões do GDF
O edital de licitação está previsto para ser publicado em 18 de dezembro, dois dias antes da reinauguração da Sala Martins Pena
O governador Ibaneis Rocha anunciou, nesta terça-feira (3) durante evento do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF), o lançamento do edital de licitação da segunda etapa da obra de restauração para o dia 18 de dezembro, dois dias antes da reabertura do equipamento público com a reinauguração da Sala Martins Pena.
“Fiz o compromisso de revitalizar esses ambientes do Distrito Federal que estavam fechados há muitos anos e sem nenhuma providência. No que diz respeito ao teatro, vencemos a primeira etapa da obra e vamos entregar dia 20 a Sala Martins Pena e aguardamos com isso dar sentido de retomada para a sociedade e para o setor cultural do Distrito Federal”, afirmou.
O investimento do Distrito Federal na segunda etapa da obra de restauração do Teatro Nacional será na ordem de R$ 320 milhões | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
Para que a obra não fosse interrompida com a finalização da primeira etapa, o Governo do Distrito Federal (GDF) uniu esforços para garantir a continuidade dos trabalhos. Foram entregues em outubro deste ano os projetos que contemplam as etapas 2, 3 e 4, que incluem as salas Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno, Espaço Dercy e anexo e uma fase extra, denominada como a quinta, que prevê a instalação de elevadores de palco. “Já combinei com a equipe econômica e técnica e aguardamos a aprovação dos projetos. Já preparamos a licitação e dia 18 será publicada a licitação da segunda fase”, revelou.
O investimento do Distrito Federal será na ordem de R$ 320 milhões. “Os recursos estão assegurados e, certamente, Brasília terá todo aquele espaço em funcionamento para que a população possa usufruir de mais um espaço cultural importante da nossa capital”, complementou.
“No que diz respeito ao teatro, vencemos a primeira etapa da obra e vamos entregar dia 20 a Sala Martins Pena e aguardamos com isso dar sentido de retomada para a sociedade e para o setor cultural do Distrito Federal”, afirmou o governador Ibaneis Rocha | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Após dez anos interditado, o Teatro Nacional Claudio Santoro está a cada dia mais próximo de ser devolvido à população e à comunidade artística. A Sala Martins Pena foi o primeiro espaço a ser reformado em um projeto que foi dividido em quatro etapas. A primeira fase contemplou a sala e seu respectivo foyer, além de serviços de adequação e modernização do equipamento público para cumprir as normas de segurança, combate e prevenção a incêndio e acessibilidade, que foram o motivo do fechamento do Teatro Nacional em 2014. Foram investidos R$ 70 milhões pelo GDF, por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF).
Com as obras iniciadas em dezembro de 2022, a primeira etapa contou reforma das instalações prediais, sobretudo elétrica, hidráulica e de climatização; recuperação estrutural; restauração de pisos e revestimentos acústico, esquadrias e de mobiliários, além de atualização tecnológica e de segurança das estruturas e dos mecanismos cênicos, respeitando os requisitos de acessibilidade. Todos os trabalhos levaram em consideração as diretrizes de preservação do tombamento.
As duas novas saídas de emergência estão prontas, bem como os novos banheiros, o reservatório externo de incêndio com capacidade para 350 mil litros de água, as salas onde serão armazenados os cinco geradores de energia – dois deles já foram instalados -, o sistema de ventilação e os novos elevadores. A Sala Martins Pena está praticamente concluída com carpetes, cortinas e as novas poltronas instaladas. Atualmente, a obra está em fase de acabamentos, pinturas e testes necessários para a reabertura.
Politica
Fernanda Machiaveli aborda políticas de crédito rural e reforma agrária no “Bom Dia, Ministra”
No programa desta quarta-feira (15/4), titular do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar destaca ações de expansão de linhas de crédito voltadas à inclusão produtiva, políticas para mulheres rurais e ações de acesso à terra
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, é a convidada do programa “Bom Dia, Ministra” desta quarta-feira, 15 de abril. Durante a entrevista com rádios e portais de notícias de todo o país, a partir das 8h, ela abordará a ampliação do crédito rural da agricultura familiar, com destaque para iniciativas como o Plano Safra da Agricultura Familiar e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A ministra também vai detalhar ações voltadas à destinação de terras e ao reconhecimento de territórios tradicionais, incluindo o avanço na assinatura de decretos para consolidação e regularização dos territórios quilombolas. A pasta instituiu ainda a Câmara Técnica de Destinação para deliberar sobre o uso de terras públicas federais, com foco na reforma agrária e na conservação.
CRÉDITO RURAL — Entre os resultados que serão apresentados pela ministra, destaca-se a comparação entre a safra passada e a atual. As linhas de crédito voltadas à inclusão produtiva e à transição agroecológica, por meio do Pronaf A e A/C, destinado a famílias assentadas da reforma agrária, registraram crescimento no número de operações, resultando em mais contratos e alcançando maior volume financiado em comparação a safras anteriores.
Também houve crescimento no Pronaf B, voltado a agricultores familiares de menor renda, com ampliação do número de contratos e maior volume financiado. Medidas como a elevação do limite de enquadramento de renda bruta anual familiar, conectada ao salto no valor de financiamento e ao prazo de pagamento estendido, são parte de outros assuntos do “Bom Dia, Ministra” desta quarta-feira.
Outro destaque previsto para a participação da ministra Fernanda Machiaveli é o financiamento de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas, com aumento no número de contratos. Houve ainda incentivo à produção de alimentos básicos, como arroz, feijão e mandioca, com juros reduzidos, além de apoio à aquisição de tratores e outros equipamentos.
MULHERES RURAIS — A ministra também vai comentar sobre políticas do MDA que exemplificam o esforço em ampliar o protagonismo econômico, produtivo e financeiro das mulheres no campo. Entre as medidas há destaque para o programa Da Terra à Mesa, que destinou recursos para projetos de transição agroecológica e que celebrou maior participação feminina, parte da meta de alcançar e beneficiar mais mulheres e reconhecer o protagonismo delas na preservação e no manejo sustentável.
Mais uma ação neste sentido é o lançamento de edital de chamamento público exclusivamente para fortalecer organizações produtivas e econômicas — associações e cooperativas — de mulheres rurais. Os projetos selecionados consideram como prioridade assentadas da reforma agrária, quilombolas, indígenas e jovens rurais.
Houve ainda a criação e melhoria de linhas exclusivas, como o aumento do limite do Pronaf B Mulher e melhores condições no “Fomento Mulher”. O MDA também estabeleceu que a cota afirmativa de que 50% do público atendido nas chamadas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) deve ser composta por mulheres, além da retomada dos Mutirões de Documentação da Trabalhadora Rural.
REFORMA AGRÁRIA E QUILOMBOS — Outro tema no rol de assuntos comentados no programa será a retomada da destinação de terras e o reconhecimento de territórios tradicionais. O Brasil já registrou avanço histórico com a assinatura de decretos para consolidação e regularização de territórios quilombolas em todo o país. Também foi instituída a Câmara Técnica de Destinação para discussões sobre o uso de terras públicas federais, focando na reforma agrária e conservação.
Paralelamente, também foi desenvolvida a plataforma Terras do Brasil para transparência fundiária e estruturado o Comitê Gestor do Plano Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PNGTAQ), selecionando organizações quilombolas para participarem ativamente da formulação das políticas públicas.
AO VIVO — O “Bom Dia, Ministra” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O programa, transmitido ao vivo a partir das 8h em formato de entrevista coletiva, pode ser acompanhado pela TV (aberta ou via satélite) e pela internet, no YouTube, Facebook, TikTok e Instagram do @CanalGov. Para as rádios, o sinal de transmissão é oferecido pela Rádio Gov, no mesmo canal de “A Voz do Brasil”.
PARTICIPE — Emissoras e jornalistas de todo o país interessados em participar do “Bom Dia, Ministra” podem encaminhar mensagens para o telefone (61) 99222-1282 (WhatsApp) e informar o nome da emissora, do veículo, do município e estado de origem, para serem incluídos na lista de veículos interessados em participar do programa.
CRÉDITOS:
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Foto: Divulgação / Presidência da República
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