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Saúde

EMBOLIZAÇÃO É SOLUÇÃO MINIMAMENTE INVASIVA PARA VARIZES PÉLVICAS

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Muitas mulheres reclamam de dor na região do baixo ventre, sem conhecimento de que a causa pode ser varizes pélvicas. O problema é relativamente popular e pode ser adquirido ao longo da vida, provocando uma série de desconfortos cotidianos, sobretudo, no período menstrual e durante/após as relações sexuais.

As varizes pélvicas são veias dilatadas, tortuosas e coloridas, cujo desenvolvimento se dá ao redor do sistema reprodutor feminino, ou seja, útero, trompas e ovários. Segundo o cirurgião vascular, membro titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Josualdo Euzébio Silva, a condição decorre da insuficiência de veias no local, impedindo o transporte adequado de sangue até o coração.

O sangue passa a se acumular na região pélvica, causando dores abdominais crônicas, além da presença de varizes visíveis nas coxas, vagina ou nádegas, fadiga e a sensação de peso nas pernas, tradicional da patologia.

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Uma curiosidade está no fato de o processo ser associado à presença de varizes na perna esquerda, de aparência bastante dilatada, atingindo grande parte do comprimento do membro, o que para Josualdo, serve de alerta para quem sente dor na região, mas não encontra uma solução.

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O diagnóstico é realizado por um cirurgião vascular com exames de imagem. Um dos tratamentos mais eficientes é chamado de “embolização” – conhecido por ser altamente eficiente e minimamente invasivo. A intervenção não requer  internação e retoma-se a rotina rapidamente.

O procedimento é feito a partir da inserção de um cateter por uma pequena punção na virilha para inserir uma substância esclerosante para obstruir as veias doentes.

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CRÉDITOS:

Foto: Divulgação/Magnific

 

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Curiosidades

SUS oferece consulta gratuita no Hran para uma viagem mais segura

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Ambulatório do Viajante, no Hran, orienta sobre vacinas, cuidados com a saúde e riscos específicos de cada destino

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Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: José Renato Garcia

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Passagem comprada, hospedagem reservada e malas quase prontas. Antes de embarcar, vale incluir mais um compromisso no roteiro: uma consulta médica. No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o Ambulatório do Viajante. O serviço gratuito orienta sobre vacinas, prevenção de doenças e outros cuidados importantes antes do embarque.

O atendimento é personalizado. A consulta leva em conta o destino, o tempo de permanência e o perfil de cada viajante. Com essas informações, o profissional indica as vacinas recomendadas, explica os principais riscos da região e orienta como reduzir as chances de adoecer durante a viagem.

 

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O ambulatório não aplica vacinas. A consulta serve para indicar quais imunizantes são necessários, onde eles estão disponíveis e quais medidas de prevenção devem ser adotadas antes da viagem | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde

Cuidados preventivos

 

O ambulatório não aplica vacinas. A consulta serve para indicar quais imunizantes são necessários, onde eles estão disponíveis e quais medidas de prevenção devem ser adotadas antes da viagem.

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Quem viaja para áreas com maior circulação de doenças também recebe orientações sobre cuidados com água e alimentos, prevenção contra doenças transmitidas por mosquitos e riscos como a trombose em voos longos. Quando necessário, o médico também prescreve medicamentos preventivos.

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Viagem segura

O Ambulatório do Viajante funciona desde 2014. A recomendação é agendar a consulta pelo menos 30 dias antes da viagem. O atendimento é gratuito e ocorre às terças e quintas-feiras, das 14h às 18h.

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O agendamento pode ser feito pelos e-mails agendamentocriehran@gmail.com e hran.cri@saude.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3449-4733. No dia da consulta, é preciso apresentar documento de identificação, Cartão SUS e cartão de vacinação.

 

 

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