Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Semana começa com 751 vagas abertas nas agências do trabalhador

Publicado em

Postos estão localizados em diversas regiões administrativas. Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 751 oportunidades profissionais abertas nesta segunda-feira (8). O maior salário encontrado é de R$ 3,5 mil em dez vagas para encarregado de obras, em Samambaia Sul.

Em relação à demanda, o setor da construção civil é o que mais busca por novos funcionários. Empregadores oferecem 80 vagas para servente de obras no Alto Mangueiral, em São Sebastião; 30 para eletricista também em Alto Mangueiral (São Sebastião) e 30 para pedreiro na mesma região administrativa.

Advertisement

Outro destaque está para Alto Mangueiral, em São Sebastião, região que concentra o maior número de vagas abertas nesta semana, especialmente na construção civil. Ao todo, são 160 oportunidades distribuídas entre funções como servente de obras, com 80 vagas, eletricista e pedreiro, com 30 chances cada, além de 20 postos para bombeiro hidráulico.

Leia Também:  R$ 320 milhões do GDF para reforma da segunda etapa da obra do Teatro Nacional Claudio Santoro

Todos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

 

Advertisement

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@se. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

CRÉDITOS:

Fotos: Divulgação

Advertisement

Matéria: Geovanna Gravia, da Agência Brasília

COMENTE ABAIXO:

Politica

Mais de 50 toneladas de drogas são retiradas das ruas do DF

Published

on

Operações integradas das forças de segurança intensificam combate ao tráfico e resultam em apreensões, destruição de entorpecentes e retirada de armas de circulação

Maconha, cocaína, crack, skunk, haxixe e drogas sintéticas estão entre os entorpecentes apreendidos e destruídos pelas forças de segurança do Distrito Federal nos últimos anos. Entre 2019 e 2025, cerca de 50 toneladas de drogas foram incineradas no DF, resultado de operações integradas conduzidas pela Polícia Civil (PCDF), Polícia Militar (PMDF) e Polícia Rodoviária Federal no combate ao tráfico e às organizações criminosas.

Somente neste ano, mais de uma tonelada e meia de drogas já foi destruída pelas forças de segurança. O maior volume registrado no período ocorreu em 2023, quando 12,9 toneladas de entorpecentes foram incineradas no Distrito Federal. Em 2024, o volume chegou a 4,3 toneladas e, em 2025, a 6,7 toneladas.

“A droga desestrutura famílias, traz impacto à saúde pública e atinge toda a sociedade. O Estado precisa agir de maneira séria e firme para diminuir a oferta dessas substâncias e punir quem tenta lucrar em cima das pessoas vulneráveis”

Advertisement

-Rogério Henrique Rezende Oliveira, chefe da Coordenação de Repressão às Drogas da PCDF

Os dados da PCDF mostram que a maconha lidera as apreensões no período, chegando a ultrapassar 10 toneladas em alguns anos. Também foram apreendidas grandes quantidades de cocaína, crack, skunk e haxixe, além de drogas sintéticas como ecstasy, LSD e catinona, conhecida popularmente como “bala”. O levantamento ainda aponta apreensões de substâncias como psilocina, tetracaína e diclorometano, conhecido como “loló”.

Leia Também:  Até 2044, 48% dos adultos brasileiros serão obesos: saiba como prevenir e diagnosticar 

As apreensões ocorrem em operações realizadas em rodovias, áreas urbanas e regiões administrativas do Distrito Federal. Parte das ações envolve monitoramento, investigações de longo prazo, cumprimento de mandados judiciais e integração entre diferentes forças de segurança.

Advertisement

À frente da Coordenação de Repressão às Drogas da PCDF, o delegado Rogério Henrique Rezende Oliveira afirma que a destruição sistemática dos entorpecentes representa uma etapa importante no enfrentamento ao tráfico e ao mercado ilícito de vendas. “Possui um efeito pedagógico também, porque demonstra o término de todo um ciclo investigativo e trabalho permanente das forças de segurança voltadas para a repressão ao tráfico de drogas”, ressalta.

As drogas só podem ser destruídas mediante autorização judicial; além da PCDF, Ministério Público, Detran_DF e Vigilância Sanitária acompanham incinerações 
De acordo com o delegado, o trabalho conjunto entre os órgãos de segurança fortalece o combate às organizações criminosas e amplia a capacidade de combate ao narcotráfico. Ele acrescenta, ainda, que as operações são contínuas, com foco no desmantelamento de organizações criminosas, interrupção de rotas de distribuição e redução da circulação de drogas e armas na capital do país.
Leia Também:  Ateliê do MAB amplia programação nas férias e oferece minicursos gratuitos de bordado e pintura em janeiro

“A droga desestrutura famílias, traz impacto à saúde pública e atinge toda a sociedade. O Estado precisa agir de maneira séria e firme para diminuir a oferta dessas substâncias e punir quem tenta lucrar em cima das pessoas vulneráveis. Nosso trabalho é contínuo, independentemente de qualquer evento ou momento em que está o país”, afirma.

Ruas mais seguras

Advertisement

Após apreensão e perícia, as drogas só podem ser destruídas mediante autorização judicial. As incinerações contam com participação da PCDF, Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Departamento de Trânsito (Detran-DF) e Vigilância Sanitária do DF, responsáveis por acompanhar e fiscalizar o procedimento.

Segundo a PCDF, a variação no volume anual de drogas destruídas está ligada tanto aos resultados operacionais das forças de segurança quanto ao andamento dos processos judiciais que autorizam a incineração dos entorpecentes.

Além das drogas, as forças de segurança também retiraram de circulação mais de 11,5 mil armas de fogo e 13,8 mil armas brancas entre 2019 e 2026. Entre os armamentos apreendidos estão pistolas, revólveres, fuzis, metralhadoras, facas e canivetes.

Advertisement

CRÉDITOS:

Fotos:  Divulgação/PCDF

Matéria: Jak Spies, da Agência Brasília 

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA