Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Gleisi Hoffmann perto de assumir a Secretaria-Geral da Presidência da República

Publicado em

Reforma ministerial coloca Gleisi Hoffmann perto de pasta no Palácio do Planalto

A Secretaria-Geral da Presidência é atualmente vista por analistas e petistas como “apagada”

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, está no centro de discussões estratégicas no Palácio do Planalto. Auxiliares próximos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que ele considera nomeá-la para a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente ocupada por Márcio Macêdo.

A movimentação é vista como um esforço para consolidar a base do governo e evitar um racha no partido às vésperas da sucessão da presidência do PT.

A possível nomeação de Gleisi também é interpretada como uma tentativa de desarticular candidaturas que poderiam ampliar divisões internas no partido.

Para aliados de Edinho Silva, principal nome na corrida pela liderança petista, a saída de Gleisi da presidência da sigla seria essencial para facilitar a transição de comando.

Advertisement

Jogada política

Interlocutores do presidente destacam que Gleisi possui boa relação com movimentos sociais e tem habilidade para mobilizar setores da esquerda, além de ser uma defensora aguerrida do governo.

Leia Também:  Cobrança de pedágio na BR-364 começa no dia 12, após mais de R$ 400 milhões investidos em 2025

A Secretaria-Geral da Presidência, tradicionalmente uma pasta estratégica para articulação com a sociedade civil em governos petistas, é atualmente vista por analistas e petistas como “apagada” sob o comando de Macêdo.

Críticas ao atual ministro sugerem que ele não conseguiu imprimir a relevância histórica da pasta, ocupada em mandatos anteriores por figuras de peso, como Luiz Dulci.

Advertisement

Apesar disso, Macêdo mantém a confiança de Lula. Ele foi peça-chave na organização das caravanas do presidente antes de sua prisão em 2018 e comandou as finanças da campanha vitoriosa de 2022, aprovadas sem ressalvas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Mesmo assim, sua atuação recente, ainda que pontualmente elogiada – como na elaboração do G-20 social – não parece suficiente para conter as críticas sobre sua gestão discreta.

Mudanças no Planalto

Lula tem demorado a implementar alterações estratégicas no governo. A saída de Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação Social (Secom), por exemplo, foi definida em setembro, mas só ocorreu em dezembro, quando Sidônio Palmeira assumiu o cargo.

Advertisement
Leia Também:  BRITÂNICA DE 19 ANOS FALECEU EM DECORRÊNCIA DE ANTICONCEPCIONAIS

A chegada de Gleisi pode alterar a correlação de forças no núcleo do governo, fortalecendo aliados próximos de Lula, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa, enquanto figuras como Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Márcio Macêdo perdem relevância.

Fatos Online
COMENTE ABAIXO:

Curiosidades

MPT apura carta de supermercado a funcionários com teor eleitoral

Published

on

No texto, empresa defende “voto consciente” e mudança
Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) informou nesta sexta-feira (23) que registrou uma Notícia de Fato (NF) para apurar o envio de uma carta pela rede de Supermercados Zona Sul a seus funcionários, às vésperas da eleição.

No texto, a rede defende o “voto consciente” e mudança.  Assinado pelo presidente da empresa, o documento “não cita nominalmente nenhum candidato, mas defende uma revisão de prioridades, posturas e modelos”.

O comunicado foi denunciado pelo vereador Rick Azevedo (Psol), eleito deputado federal. Ele escreveu que “a rede de supermercados de elite da zona sul distribuiu aos funcionários uma carta assinada pelo presidente da empresa em defesa do “voto consciente”. O texto fala em “esgotamento de ciclo e “necessidade de mudança”.

“Isso é assédio eleitoral. Cadê o TSE?”, disse o parlamentar.

Advertisement

O Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro também entrou com uma ação na Justiça contra a rede de supermercados Zona Sul.

Leia Também:  Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

Em nota, a entidade afirma que, ao utilizar sua posição de empregador para disseminar esse tipo de mensagem entre os trabalhadores, a empresa ultrapassa uma linha que precisa ser respeitada.

“Patrão nenhum é dono da consciência política de seus funcionários. Nem pode coagir”, alerta o sindicato.

Advertisement

“Por trás de discursos genéricos sobre a necessidade de mudar o país, existem interesses políticos e econômicos em disputa. E os interesses de quem emprega nem sempre são os mesmos de quem vive do próprio salário – especialmente quando estão em jogo direitos trabalhistas e conquistas históricas, como o fim da escala 6×1.”

A Agência Brasil não conseguiu contato com a direção da rede de supermercados Zona Sul. O espaço segue aberto para manifestação.

* Matéria atualizada para complementação de informações.

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA