Politica
Em duas horas, Detran-DF atua 33 motoristas em Ceilândia
Agentes de trânsito flagraram oito condutores alcoolizados
Jaqueline Costa
Na noite dessa terça-feira (6/5), das 22h à meia-noite, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou uma blitz em Ceilândia. Durante a operação, os agentes abordaram 103 motoristas, dos quais oito foram autuados por dirigir sob a influência de álcool, oito por dirigir sem possuir CNH, seis por conduzir veículo com o escapamento irregular, três com a CNH vencida há mais de 30 dias e oito por infrações diversas. Os agentes de trânsito recolheram sete veículos ao depósito e um motorista foi conduzido à delegacia por porte ilegal de arma.

Balanço fim de semana
Entre quarta-feira (30/4) e domingo (4/5), o Detran-DF realizou ações de fiscalização do Maio Amarelo em Águas Claras, Areal, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, Sobradinho, Sol Nascente e Taguatinga. Os agentes abordaram 1.550 condutores e realizaram 1.330 testes de etilômetro.

As ações resultaram na autuação de 182 condutores por dirigir após o consumo de álcool, 42 por conduzir veículo com o escapamento irregular, 40 motoristas inabilitados, 28 com a CNH vencida, quatro com o direito de dirigir suspenso e 130 por infrações diversas. As equipes de fiscalização recolheram 73 veículos ao depósito.
Fonte: Ascom Detran
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
-
Saúde3 dias agoTarde Rosa reúne cerca de 60 mulheres para falar sobre autocuidado
-
Diversas3 dias agoInscrições para o Programa Mãos Dadas do Banco do Brasil estão abertas até 31 de outubro
-
Esporte3 dias agoFORÇA DO ATLETISMO DO DF: CASO BRILHA COM PÓDIOS NA MARCHA E NAS PISTAS
-
Diversas3 dias agoQuer fazer a diferença? IgesDF busca voluntários para ação de beleza com pacientes oncológicas



