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Social

75 projetos em todo o Brasil receberão apoio do Instituto Ronald McDonald em 2025

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Com 26 anos de atuação, instituição reforça impacto social e direciona recursos para ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer infantojuvenil

Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, 75 projetos dedicados à promoção da saúde de crianças e adolescentes com câncer receberão, em 2025, o apoio do Instituto Ronald McDonald. A lista de iniciativas selecionadas foi divulgada nesta semana e contempla 48 instituições que atuam na linha de frente da oncologia pediátrica no país, com ações que vão do diagnóstico precoce ao cuidado integral de crianças e adolescentes em tratamento e suas famílias.
O apoio é resultado do Processo de Submissão de Propostas realizado anualmente pelo Instituto, que há mais de 26 anos mobiliza esforços para transformar a realidade do câncer infantojuvenil no Brasil. A seleção envolve uma análise criteriosa por parte da equipe técnica, Comissão Médica, Diretoria e Conselho Gestor da organização, garantindo que os projetos escolhidos estejam alinhados com as prioridades regionais da área e contribuam para ampliar o acesso, a qualidade e a humanização no atendimento.
As propostas aprovadas integram os programas Atenção Integral e Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil, e foram avaliadas também sob aspectos como histórico de prestação de contas, auditorias, impacto regional e viabilidade de execução, reforçando o compromisso do Instituto com a transparência, o compliance e a efetividade social dos investimentos feitos por parceiros e comunidade.
Bianca Provedel, CEO da organização, lembra que a escolha dos projetos segue um processo criterioso, técnico e transparente: “Nosso compromisso é garantir que os recursos investidos pelos nossos parceiros cheguem aonde realmente fazem a diferença na vida das famílias. Por trás de cada projeto selecionado, há histórias de esperança, dedicação e transformação. Nosso papel é conectar essas iniciativas e garantir que nenhuma criança ou adolescente enfrente o câncer sozinho.”, destaca Provedel.
Com essa nova rodada de apoio, o Instituto Ronald McDonald reafirma sua missão de promover saúde e bem-estar para crianças, adolescentes e suas famílias, contribuindo para um futuro com mais diagnósticos precoces, tratamentos eficazes e histórias de superação em todos os cantos do Brasil.
McDia Feliz 2025 já tem data marcada
Uma das maiores campanhas de mobilização pela saúde infantojuvenil no país, o McDia Feliz chega à sua 37ª edição no dia 23 de agosto. A ação é responsável por viabilizar recursos que são investidos nos projetos apoiados pelo Instituto Ronald McDonald, que já beneficiou mais de 2 mil ações em todo o Brasil, impactando mais de 3.3 milhões de crianças de norte a sul do Brasil.
A campanha, que une solidariedade, engajamento nacional e impacto social, bateu recorde de arrecadação em sua última edição, com mais de R$ 22 milhões destinados a 80 projetos em 41 cidades, além de ações emergenciais de apoio às famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul.
A partir de agora, o público já pode adquirir os tíquetes digitais antecipadamente, no valor de R$ 20, que dão direito a um sanduíche Big Mac no dia da campanha. Para garantir o seu, acesse: www.mcdiafeliz.org.br.
Além do público em geral, as empresas também desempenham um papel fundamental no sucesso da campanha. Ao adquirir tíquetes em volume, elas não apenas contribuem com a causa, mas também envolvem colaboradores, clientes e parceiros em uma corrente de solidariedade que movimenta o país. Para compras corporativas, entre em contato através do e-mail: vendas.mcdia@instituto-ronald.org.br.
“A participação das empresas tem sido fundamental para o sucesso do McDia Feliz ao longo dos anos. Elas ajudam a ampliar nosso alcance, mobilizam suas redes e geram um impacto direto na vida de quem mais precisa. Essa é uma campanha que depende da soma de muitas mãos e cada uma delas faz toda a diferença”, destaca Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald.
Confira a lista completa dos projetos e instituições beneficiadas pelo McDia Feliz 2025: Instituto Ronald lança Carteira de Projetos 2025 – Instituto Ronald McDonald

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Saúde

Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais

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Com a persistência das condições e sem previsão de precipitações para as próximas semanas, equipes de prevenção e combate se mobilizam para proteger unidades de conservação

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Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília   | Edição: Chico Neto

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O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate.

As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada.

Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde

Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica.

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No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais.

Ações de prevenção 

Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs).

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A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios.

Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem.

Operação Verde Vivo 

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3.786

Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF

A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones.

Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones.

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Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano.

Impacto ambiental e legislação

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Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d’água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa.

Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil

A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital.

A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental.

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Orientações

A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública.

► Evitar o uso do fogo
Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas.

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► Descarte seguro
Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias.

► Cuidados com faíscas
Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes.

► Cuidados de saúde
Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h.

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► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.

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