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Curiosidades

Com PAA, renda de agricultores familiares cresce até 30% e dependência do CadÚnico chega a cair 57%

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Resultados estão em pesquisa apresentada pelo MDS durante o lançamento da avaliação de impacto e resultados do Programa de Aquisição de Alimentos

familiares beneficiados pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) registraram aumento de até 30% na renda per capita e redução de até 57% na probabilidade de permanência no Cadastro Único. Os resultados são da pesquisa apresentada nesta segunda-feira (22), em Brasília, durante o lançamento da avaliação de impacto e resultados do programa promovido pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
No evento, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou que a política deve alcançar uma quantidade maior de pessoas. “É preciso uma jornada que possa alcançar maior escala e possa, a partir daí, colocar produtores e produtoras em condição de uma linha direta com o mercado. E é claro, com isso elevar a renda. Eu estou falando de combate à subnutrição e à desnutrição”, reforçou Dias.
Conheça a pesquisa
O estudo foi desenvolvido pela Universidade Federal do ABC (UFABC) e pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). A pesquisa avaliou os impactos das modalidades Compra com Doação Simultânea (CDS) e PAA Leite sobre a inclusão produtiva e a segurança alimentar e nutricional.
MAIS AUTONOMIA – A pesquisa mostra que os beneficiários da modalidade Compra com Doação Simultânea tiveram aumento médio de R$ 50 na renda per capita, o equivalente a crescimento de 30%. Entre os participantes do PAA Leite, o aumento foi de R$ 32 por pessoa, representando avanço de 19% na renda.

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Um dos principais destaques do estudo foi a redução da dependência de políticas sociais. Após seis anos de participação no programa, os beneficiários do PAA CDS apresentaram redução de 57% na probabilidade de permanência no Cadastro Único. No PAA Leite, a redução foi de 25%.
Segundo a pesquisa, 75% dos agricultores participantes do PAA CDS estão inscritos no Cadastro Único, o que reforça o alcance da política às famílias em situação de vulnerabilidade.
Para o secretário nacional de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único do MDS, Rafael Osório, o PAA é importante para a agricultura familiar, mas principalmente para os agricultores inscritos no Cadastro Único. “Acessando o PAA, esse agricultor familiar que está no Cadastro Único pode investir na sua produção, pode vir a acessar outros programas, receber assistência técnica e, dessa forma, sair de forma definitiva do Cadastro Único e da necessidade de ter apoio de programas sociais”, destacou o secretário.
Já a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Lilian Rahal, afirmou que a pesquisa é o começo de uma avaliação que deve ter continuidade nos próximos anos, com o objetivo de gerar indicadores confiáveis para que o governo possa “devolver para a sociedade informações sobre como o PAA vem ampliando a renda de quem vende para o programa, como vem apoiando as famílias na trajetória de saída do Bolsa Família e na trajetória de autonomia econômica e de desenvolvimento”.
PÚBLICOS PRIORITÁRIOS – Entre 2022 e 2024, houve crescimento da participação dos públicos prioritários definidos pela Lei nº 14.628/2023. A participação de mulheres passou de 53,7% para 58,1%. Entre os agricultores quilombolas, o percentual cresceu de 4% para 7,6%. Já a participação de indígenas aumentou de 0,7% para 6% no mesmo período.
GESTÃO DO PAA – Em 2024, o PAA alcançou 3.334 municípios brasileiros, o equivalente a 60% das cidades do país. Entre os municípios participantes do estudo, 84% relataram ampliação da busca ativa de agricultores familiares. Outros 76% apontaram avanços na identificação de pessoas em situação de insegurança alimentar.

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O levantamento identificou ainda que 29% dos municípios já realizaram levantamentos junto a povos e comunidades tradicionais, ampliando estratégias de inclusão desses públicos. Para 82% dos municípios que participaram do estudo, o programa contribuiu para o amadurecimento dos processos gerenciais relacionados à execução da política pública.
Já 77% dos municípios que possuem programas próprios reconheceram influência positiva do PAA em sua criação ou fortalecimento. Segundo a pesquisa, 86% dos municípios consideram decisivo o suporte oferecido pelo MDS para a execução do programa.
Segundo Lilian Rahal, a pesquisa mostra como o PAA fortalece as políticas de segurança alimentar nos territórios. “O programa está ampliando a capacidade dos municípios de produzir, comercializar e de disponibilizar para a população comida de verdade, retomando os hábitos alimentares que são daquelas localidades de cada região do nosso país e ainda ampliando o consumo de alimentos saudáveis, de comida de verdade, por quem mais precisa”.
SOBRE O PROGRAMA – Criado para fortalecer a agricultura familiar e ampliar o acesso da população a alimentos saudáveis, o PAA permite a compra de alimentos produzidos por agricultores familiares e a distribuição gratuita à rede socioassistencial e a equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, como cozinhas solidárias, restaurantes populares e bancos de alimentos.
Os alimentos adquiridos pelo programa chegam principalmente à rede de assistência social e à rede educacional. Em 2024, 40% das entidades que recebem alimentos estavam vinculadas à assistência social e 39,8% à educação, além de organizações de povos e comunidades tradicionais, iniciativas de alimentação e nutrição, serviços de saúde e atendimento a refugiados.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em Neurofuncional Adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC. “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área. O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina daquela pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação. “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da SES-DF. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento.

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Cultura

Riviera recebe intercâmbio Brasil-Áustria de música de câmera

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Iniciativa promove conexão entre a excelência artística
europeia e aprendizes de música do litoral paulista

 

 

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A Fundação 10 de Agosto, com sede na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, realiza o “1º Intercâmbio Cultural Brasil-Áustria – A música gerando sonhos e oportunidades”. Cinco músicos austríacos, uma camerata de cordas completa, com violinos, violas e violoncelos, passarão os dias 10, 11 e 12 de agosto junto com integrantes da orquestra juvenil da Fundação e instrumentistas da região, em uma troca de conhecimento e experiências.

O primeiro intercâmbio cultural abre portas para futuras parcerias com a própria Áustria e outros países. Os workshops, palestras e oficinas permitirão que os alunos conheçam mais sobre a Música de Câmera, composições clássicas e ampliem a vivência com instrumentos de cordas.

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“É uma ocasião única para que jovens da cidade de Bertioga tenham contato com artistas de renome internacional. A orquestra juvenil da Fundação 10 de Agosto nasceu para transformar vidas por meio da educação, da cultura e do fortalecimento de vínculos. Participar desse encontro permite que os alunos aprendam mais sobre a prática musical, além de interagir com músicos estrangeiros”, salienta Beatriz Pereira de Almeida, presidente da Fundação 10 de Agosto.

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Para encerrar a semana de troca de conhecimento, haverá um “Grand Finale”, com um concerto de câmara apresentado pelos músicos austríacos em conjunto com os jovens atendidos pela Fundação. A apresentação acontecerá no dia 12 de agosto, na Capela Nossa Sra. das Graças, na Riviera de São Lourenço, Bertioga-SP. A união em torno da música é capaz de transformar a vivência e a esperança em um futuro melhor.

Para participar do “1º Intercâmbio Brasil-Áustria”, basta fazer a inscrição no link a seguir: Intercâmbio Cultural Brasil x Áustria – A Música Gerando Sonhos e Oportunidades em Bertioga – Sympla

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Serviço – Concerto das Nações Música de Câmara:
Quando: no dia 12 de agosto, 20h, Capela Nossa Sra. das Graças. Al. do Frevo, 100, Riviera de São Lourenço, Bertioga, SP. Evento gratuito.

Para todas as informações sobre o programa, entrar em contato pelos números: (13) 3316-7344 ou WhatsApp (13) 99779-2328. Ou pelo site da Fundação 10 de Agosto: Link

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