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Cultura

EU CHOREI RIOS: ARTE DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICA

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Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, exposição inédita na FGV Arte reúne artistas de diferentes territórios da América Latina

Com nomes como Ailton Krenak, Claudia Andujar, Daiara Tukano, Denilson Baniwa, Djanira, Gustavo Caboco,Jaider Esbell, Lastenia Canayo, Keyla Sobral, Lygia Pape, Mestre Valentime Xadalu Tupã Jekupé, a mostra propõe uma leitura ampliada da arte latino-americana, a partir de modos de existência e repertórios estéticos diversos

 

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A FGV Arte inaugura, no dia 6 de maio de 2026, na sede da Fundação Getulio Vargas, Zona Sul do Rio de Janeiro, a exposição Eu chorei rios: arte dos povos originários da América, com curadoria de Glicéria Tupinambá Paulo Herkenhoff. Este é o oitavo projeto expositivo realizado pela instituição, desde a sua inauguração em 2023.

A mostra apresenta um conjunto amplo e heterogêneo de produções que operam como formas de pensamento, conectando imagem, matéria e narrativa. Pinturas, fotografias, esculturas, objetos, mantos, instalações e artefatos históricos compõem um panorama plural de linguagens e cosmologias, reunindo criações de diversos povos originários da América Latina. Ao confrontar leituras universalizantes, o projeto inscreve essas produções no campo expandido da arte contemporânea, em diálogo direto com disputas territoriais, institucionais e epistemológicas do presente.

Eu chorei rios se constrói também como desdobramento da exposição Adiar o fim do mundo, apresentada em 2025 na FGV Arte e orientada pelas reflexões de Ailton Krenak, deslocando o foco do diagnóstico da crise para a afirmação de práticas e presenças que persistem e transformam mundos. Para Herkenhoff, “se antes a questão do antropoceno era colocada em xeque como narrativa dominante, aqui ela se expande em múltiplas formas de existência que recusam a separação entre natureza e cultura, sujeito e território, reconfigurando a arte como espaço de continuidade, contraposição e invenção”.

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A participação de Glicéria Tupinambá na curadoria introduz uma inflexão decisiva, ao trazer para o centro da exposição aquilo que ela define como nhe’ẽ se, o “desejo de fala”: “A gente chega na arte com esse desejo de falar, de falar de um lugar que nunca foi ouvido, sempre foi silenciado”, observa a curadora. “Os povos indígenas sempre fizeram arte, mas não tinham o direito de dizer o que aquilo era.” A atuação de Glicéria

integra arte, pesquisa e ação comunitária, atravessando a mostra com uma perspectiva que amplia o campo de leitura das obras e desloca seus próprios fundamentos.

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Nesse contexto, a presença de artistas como Daiara Tukano, Yaka Edilene Sales Huni Kuin, Lastenia Canayo Rita Pinheiro Sales Kaxinawá evidencia o papel central das mulheres nas cosmologias indígenas e na produção artística. Seus trabalhos operam como enunciações de mundo, articulando grafismos, narrativas, cantos e sistemas de conhecimento que atravessam gerações, ao mesmo tempo em que tensionam leituras historicamente marginalizantes.

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A exposição se organiza como um campo de visibilidade em disputa, em que diferentes temporalidades e regimes de representação se confrontam. Obras contemporâneas convivem com peças históricas, artefatos, registros fotográficos e produções audiovisuais, evidenciando tanto a persistência quanto os conflitos em torno das imagens indígenas. Nesse conjunto, destacam-se trabalhos de Ailton KrenakClaudia Andujar, Denilson Baniwa, Djanira, Gustavo Caboco, Keyla Sobral, Lygia Pape Mestre Valentim.

A noção de território atravessa o projeto não apenas como tema: pinturas, mantos, objetos, vídeos e intervenções espaciais configuram a exposição como um espaço de demarcação simbólica, em que a arte atua como prática de inscrição e reivindicação. “Os cantos, as histórias, o que a gente vive no corpo: é isso que preserva a memória”, afirma Glicéria. “A nossa cultura não está só na materialidade. Ela é cantada, celebrada, dançada, e passa de geração em geração.”

A mostra se expande para além do espaço expositivo, ocupando a fachada e a esplanada da FGV com intervenções que ampliam a experiência do público. Entre elas, a pintura de Xadalu Tupã Jekupé, um jardim circular concebido especialmente para a ocasião e a presença de obras que ativam o espaço externo como campo sensorial. A instalação de Jaider Esbell atua como um gesto de acolhimento, introduzindo o visitante em uma dimensão cosmológica da exposição. “É uma imersão. O corpo entra nesse espaço e começa a experimentar essas diferentes camadas”, observa a curadora.

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Também presente na mostra como artista, Glicéria Tupinambá desenvolve um dos eixos centrais a partir do Manto Tupinambá, apresentado tanto como obra quanto em uma ação na abertura. Distanciando-se da ideia de performance como linguagem formal, ela propõe uma ativação que convida o público à experiência. “O que eu faço é convidar as pessoas a sentirem. Rezar não dói, cantar não dói, dançar não dói. É uma forma de tirar o manto da vitrine e colocá-lo em movimento no corpo e no mundo.” Ao deslocar o manto de sua condição museológica, o gesto reinsere essa forma em um circuito vivo, abrindo novas possibilidades de percepção e relação.

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Eu chorei rios contribui para reconfigurar os próprios termos de visibilidade das produções indígenas. “A gente não está impondo nada aqui. A intenção é um processo de diálogo, de construção, de fazer o outro entender como a gente vê o mundo.” Nesse sentido, a exposição se inscreve como um gesto de escuta e posicionamento institucional, no qual a arte se apresenta como meio de pensar, sustentar e demarcar mundos possíveis.

A FGV Arte reafirma seu compromisso com a formação de público e a democratização do acesso à arte e à cultura por meio de um programa educativo e acadêmico estruturado. Ao longo da exposição, a instituição receberá mais de 100 escolas e cerca de 5 mil estudantes da rede pública de ensino em visitas mediadas, promovendo experiências qualificadas de aproximação com a arte. Em diálogo com essa frente, o programa acadêmico se organiza como um eixo complementar de reflexão e produção de conhecimento, reunindo atividades formativas e iniciativas voltadas ao aprofundamento crítico dos temas propostos pela exposição.

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SOBRE A FGV ARTE

Localizada na sede da FGV, em Botafogo, no Rio de Janeiro, a FGV Arte é um espaço voltado para a valorização, a experimentação artística e os debates contemporâneos em torno da arte e da cultura, buscando incentivar o diálogo com setores criativos e heterogêneos da sociedade, dividindo-se em três eixos principais: exposições, publicações e atividades educacionais – acadêmicas e práticas. Tem como curador chefe, o crítico Paulo Herkenhoff.

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SERVIÇO:

“Eu chorei rios: arte dos povos originários da América”

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Curadoria: Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff

Abertura: 06 de maio de 2026,das 19h às 21h Encerramento: 20 de setembro de 2026

Local: FGV Arte | Esplanada da Fundação GetúlioVargas End: Praia de Botafogo, nº 186 – Botafogo

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Rio de Janeiro | RJ Tel: (21) 3799-5537

Website: Link Instagram: @fgv.arte

 

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Horários de funcionamento:

De terça a sexta, das 10h às 20h Sábados e domingos, das 10h às 18h

Entrada gratuita| Classificação livre

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Mais informações para a imprensa:

Insight Comunicação – Márcia Gomes

Contatos:(21) 99203-1078 marcia.gomes@insightnet.com.br 

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Cultura

Projeto promove vivências formativas em Planaltina-DF e Novo Gama-GO, com evento de encerramento na Fundação Cultural Palmares, em Brasília

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Presentes hoje em restaurantes, festivais e diferentes espaços da gastronomia brasileira, muitos dos saberes da cozinha afro-brasileira nasceram e foram preservados nos quintais, nas cozinhas comunitárias e nos terreiros, ambientes nos quais alimento, espiritualidade, memória e vida coletiva sempre caminharam juntos. É desse caldo de histórias, práticas e conhecimentos ancestrais que surge Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana, projeto da Fundação Cultural Palmares, realizado pelos institutos Lente Cultural e Kitanda Cultura de Terreiro.

Em sua segunda edição, o projeto realiza, entre agosto e setembro de 2026, dois ciclos formativos em territórios tradicionais de matriz africana e um encontro público de encerramento. A programação passará pelo Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina, no Distrito Federal, nos dias 22 e 23 de agosto; pela Casa de Oyá, em Novo Gama, Goiás, em 5 e 6 de setembro; e será concluída em 8 de setembro, na sede da Fundação Cultural Palmares, em Brasília, com a participação da chef e Makota Solange Borges. Ao longo desse percurso, lideranças religiosas, pesquisadoras, cozinheiras, produtoras culturais e representantes das comunidades se reunirão em oficinas, vivências práticas, rodas de conversa e refeições coletivas. As inscrições podem ser feitas, gratuitamente, através de preenchimento de formulário  link.

Mais do que realizar encontros pontuais, Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana busca fomentar a preservação, a difusão e o reconhecimento da culinária afro-brasileira como patrimônio cultural. Entre os seus objetivos está o de fortalecer a identidade, a autonomia, o empreendedorismo criativo e a soberania alimentar e nutricional das comunidades tradicionais de matriz africana.

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Para a produtora cultural e presidente do Instituto Lente Cultural, Carol Peres, “A salvaguarda dos saberes tradicionais não é apenas uma revisão do nosso passado, mas uma ferramenta indispensável para pensarmos o futuro da cultura no Brasil. Quando reconhecemos e fortalecemos a culinária de matriz africana, estamos valorizando tecnologias ancestrais que unem sustentabilidade, memória e economia criativa. O papel das instituições culturais é justamente criar as pontes e garantir as condições para que esses territórios de resistência continuem sendo os verdadeiros protagonistas da difusão e preservação do nosso patrimônio imaterial”.

A iniciativa parte do entendimento de que a culinária de terreiro não se resume ao preparo de alimentos. Ela carrega conhecimentos transmitidos entre gerações, modos próprios de cultivo, conservação e aproveitamento dos ingredientes, relações com a natureza, práticas de cuidado e formas de organização comunitária.

Ao aproximar patrimônio cultural, segurança alimentar, sustentabilidade e economia criativa, o projeto transforma a herança ancestral em instrumento de fortalecimento dos territórios e de resposta a desafios contemporâneos. A iniciativa também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à fome zero e à agricultura sustentável, à igualdade de gênero, ao trabalho decente e à geração de renda, à redução das desigualdades, à preservação das comunidades e ao consumo e à produção responsáveis.

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“O Tabuleiro da Baiana transcende o ato de nutrir; trata-se de uma sofisticada tecnologia ancestral e a materialização do legado das mulheres negras. Como liderança de uma comunidade tradicional Angola Kongo, vejo que essa prática é um pilar para o desenvolvimento sustentável das nossas comunidades. O Tabuleiro é um instrumento vivo de manutenção dos saberes tradicionais, estruturando a nossa proteção social e atuando como um vetor essencial na promoção da segurança alimentar e nutricional. Fruto da inteligência das zungueiras, quitandeiras e ganhaderias, que no Brasil colonial serviu de manobra contra-colonial para subsistência das pessoas negras, legado que perdura na contemporaneidade”, ressalta Tata Luazi Luango, coordenador artístico do projeto.

Primeira vivência acontece no Terreiro da Vovó Maria Conga – Polo I

A primeira etapa será realizada nos dias 22 e 23 de agosto, das 9h às 17h, no Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina. Durante os dois dias, os participantes poderão conhecer os espaços do terreiro, visitar a horta comunitária, acompanhar o preparo de receitas tradicionais e compartilhar os pratos produzidos nas atividades.

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A programação começa com a vivência Terreiro Cerratense, conduzida por Mãe Maria do Cerrado, gestora do Terreiro da Vovó Maria Conga. A atividade apresenta a culinária tradicional de terreiro a partir dos ingredientes, das práticas e dos conhecimentos ligados ao Cerrado. Além da visita ao espaço, os participantes acompanharão o preparo de um prato típico da culinária cerratense, finalizando o encontro com um almoço coletivo.

Mãe Maria do Cerrado também estará à frente da vivência Senzala Gastronômica, dedicada aos saberes transmitidos pelas Pretas e pelos Pretos Velhos. A proposta é abordar a presença da memória, da espiritualidade e da ancestralidade na alimentação, passando pela visita à horta do terreiro, pelo preparo de um prato tradicional da culinária quilombola e pelo compartilhamento da refeição.

A educadora Ekejie Cleide Morais, da Favela Gastronômica, conduzirá a oficina Cozinhas Comunitárias. A atividade será voltada às práticas de segurança alimentar e nutricional, com orientações sobre aproveitamento integral dos alimentos, armazenamento, distribuição e organização das cozinhas populares e comunitárias. Cleide compartilhará experiências construídas em iniciativas que utilizam a alimentação como instrumento de acolhimento, autonomia e fortalecimento coletivo.

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Já a afro produtora Ekejie Jackeline Silva apresentará a oficina Afro Paladar, nome do livro e do documentário desenvolvidos por ela. A partir dessas experiências, a facilitadora abordará técnicas de registro e documentação do patrimônio gastronômico afro-brasileiro, além de orientar os participantes na construção de um livro de receitas tradicionais.

Todas as atividades culminam em momentos de convivência à mesa. Os participantes poderão degustar os pratos preparados durante as oficinas, reforçando a ideia de que cozinhar, compartilhar e comer também são formas de preservar memórias, transmitir conhecimentos e fortalecer vínculos comunitários.

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Mais do que ensinar receitas, o projeto pretende mostrar como a culinária tradicional constitui um importante instrumento de preservação da identidade afro-brasileira, de fortalecimento comunitário e de geração de oportunidades econômicas para mulheres negras e comunidades tradicionais.

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Para facilitar o acesso dos participantes, haverá transporte gratuito com saída da Rodoviária do Plano Piloto, mediante inscrição prévia

Projeto segue para Novo Gama – Polo II

A segunda vivência acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro, na Casa de Oyá, em Novo Gama. A etapa seguirá a metodologia adotada em Planaltina, incorporando conteúdos relacionados à agroecologia, à sustentabilidade, à preservação ambiental e à geração de renda nos territórios tradicionais.

A programação contará com atividades conduzidas pela Yalorixá Jussara Morais, pela agroecologista Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe, por Ekejie Cleide Morais e por Ekejie Jackeline Silva. Os detalhes dessa segunda vivência serão divulgados posteriormente.

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O encerramento será realizado em 8 de setembro, na Fundação Cultural Palmares, em Brasília, com apresentação dos resultados do projeto e aula-show da chef e Makota Solange Borges, idealizadora do projeto Culinária de Terreiro e do Festival do Dendê. A programação também contará com lançamento de livro, mesa de debate, apresentações culturais e degustação de pratos preparados especialmente para a ocasião.

SERVIÇO

Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana

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Participação: gratuita
Inscrições: link

Vivência Formativa – Polo I

Datas: 22 e 23 de agosto de 2026, sábado e domingo
Horário geral: das 9h às 17h
Local: Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga – Planaltina (DF) Mapa
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo saindo do estacionamento do SESI Lab

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Terreiro Cerratense
Facilitadora: Mãe Maria do Cerrado
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Senzala Gastronômica
Facilitadora: Mãe Maria do Cerrado
Carga horária: 4 horas

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Afro Paladar
Facilitadora: Ekejie Jackeline Silva
Carga horária: 4 horas

Vivência Formativa – Polo II

Datas: 5 e 6 de setembro de 2026, sábado e domingo
Horário geral: Das 9h às 17h
Local: Casa de Oyá – Novo Gama (GO) Mapa
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo saindo do estacionamento do SESI Lab (Plano Piloto-DF)

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Tabuleiro da Baiana
Facilitadora: Yalorixá Jussara Morais
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Terreiro Sustentável
Facilitadora: Muzenza Imoxicongo – Agroecologista Raíssa Felipe
Carga horária: 4 horas

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Afro Paladar
Facilitadora: Ekejie Jackeline Silva
Carga horária: 4 horas

Encerramento

Data: 8 de setembro de 2026, terça-feira
Horário: A partir das 14h
Local: Fundação Cultural Palmares – Brasília (DF)

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Para mais informações, acessar o instragramhttps://www.instagram.com/saboresesaberesdeterreiro/

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