Cronograma de chamadas
A seleção será feita por meio de sorteio eletrônico, dividida em três etapas de acordo com o público-alvo. Os resultados estarão disponíveis no mesmo site do cadastro nas seguintes datas previstas:
Candidatos podem concorrer a vagas nos cursos de inglês, espanhol, francês e japonês; cadastro é destinado a alunos da rede pública, colégios militares e comunidade em geral
Ana Isabel Mansur, da Agência Brasília | Edição: José Renato Garcia
Os interessados em estudar nos centros interescolares de línguas (CILs) no segundo semestre de 2026 terão mais tempo para se cadastrar. As inscrições foram prorrogadas e poderão ser feitas até o próximo domingo (12). Nesta edição, há um período único de inscrições destinado a três grupos: estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, alunos dos colégios militares e a comunidade em geral. Estão disponíveis vagas para os cursos de inglês, espanhol, francês e japonês.
O cadastro deve ser efetuado exclusivamente pela internet. Os candidatos podem fazer a inscrição para até quatro opções e escolher o CIL e o idioma desejado. Para os alunos que já estudam na rede pública, é obrigatório que a inscrição seja para o turno contrário ao da escola de origem.
Cronograma de chamadas
A seleção será feita por meio de sorteio eletrônico, dividida em três etapas de acordo com o público-alvo. Os resultados estarão disponíveis no mesmo site do cadastro nas seguintes datas previstas:
1ª chamada (estudantes da rede pública): 18 de julho de 2026, após as 18h.
2ª chamada (estudantes da rede pública e colégios militares): 28 de julho de 2026, após as 18h.
3ª chamada (comunidade em geral): 4 de agosto de 2026, após as 18h.
Matrículas e documentação
A consulta ao resultado é de inteira responsabilidade do candidato — não há o envio de comunicados individuais aos contemplados. Uma vez sorteado, o candidato deverá comparecer à secretaria escolar do CIL para o qual conseguiu a vaga nos prazos estipulados:
Contemplados na 1ª chamada: 20 a 23 de julho de 2026.
Contemplados na 2ª chamada: 29 e 30 de julho de 2026.
Contemplados na 3ª chamada: 5 e 6 de agosto de 2026.
Para a efetivação da matrícula, será exigida a apresentação dos seguintes documentos:
Original e cópia da Certidão de Nascimento ou Registro Geral (RG) do estudante;
CPF do estudante;
RG e CPF do responsável;
2 fotos 3×4;
Comprovante de residência ou declaração, nos termos da Lei Distrital n° 4.225/2008;
Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH, nos termos da Lei Distrital nº 4.379/2009.
O responsável deverá apresentar, no ato da matrícula do estudante menor de idade: RG, CPF e declaração de escolaridade para matrícula.
O candidato que não efetivar a matrícula no período estipulado para a sua respectiva chamada perderá o direito à vaga.
Especialista explica como identificar quando a criança compreendeu um conteúdo e não apenas memorizou informações para uma prova
Uma boa nota nem sempre significa que a criança realmente compreendeu um conteúdo. Em alguns casos, ela consegue memorizar informações para uma avaliação, mas tem dificuldade para explicar o assunto com as próprias palavras ou aplicar aquele conhecimento em uma situação diferente.
Segundo Raquel Nazário, diretora da Maple Bear Brasília, a aprendizagem pode ser percebida em comportamentos que vão além do desempenho em provas e atividades. “Aprender de verdade é quando a criança consegue levar aquilo que descobriu para outros contextos. Ela não apenas lembra uma informação, mas consegue explicar, questionar, fazer relações e encontrar caminhos para utilizar aquele conhecimento”, afirma.
Confira seis sinais de que a criança realmente aprendeu:
1. Consegue explicar o conteúdo com as próprias palavras
Quando a criança compreende um assunto, consegue explicá-lo sem depender da definição apresentada pelo professor ou reproduzir exatamente o que está escrito no material didático.
2. Faz conexões entre diferentes assuntos
Relacionar um conteúdo novo com conhecimentos anteriores mostra que a criança está construindo uma compreensão mais ampla. Uma informação deixa de ser isolada e passa a fazer parte de um repertório.
3. Consegue aplicar o conhecimento em situações diferentes
Saber uma regra ou fórmula não significa necessariamente compreender como ela funciona. Quando a criança consegue utilizar o que aprendeu para resolver um problema diferente daquele apresentado em sala, demonstra que assimilou o conceito.
4. Faz perguntas que aprofundam o assunto
Questionamentos sobre causas, consequências e possibilidades mostram que a criança não está apenas recebendo informações, mas tentando compreender o conteúdo de maneira mais ampla.
5. Identifica e corrige os próprios erros
Perceber que uma resposta não funcionou, revisar o raciocínio e tentar outro caminho são habilidades importantes para a aprendizagem. O erro passa a ser parte do processo de descoberta, e não apenas algo a ser evitado.
6. Consegue ensinar o que aprendeu
Explicar um conteúdo para outra pessoa exige que a criança organize as informações, selecione o que considera importante e encontre uma maneira de tornar o assunto compreensível. Por isso, ensinar também pode ser uma forma de consolidar o conhecimento.
Para Raquel Nazário, o papel dos adultos é observar o processo de aprendizagem e não apenas o resultado final. “Nem sempre a aprendizagem aparece em uma nota. Às vezes, ela está em uma pergunta diferente, em uma tentativa de resolver um problema por outro caminho ou na capacidade de explicar algo que antes parecia difícil. Esses pequenos avanços mostram como a criança está construindo o próprio conhecimento”, explica.
6 sinais de que a criança realmente aprendeu o que estudou
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