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Festival de Jornalismo discute Inteligência Artificial

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20 palestrantes de 16 organizações falaram a 500 estudantes em Brasília

O 2º Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho reuniu cerca de 500 estudantes para debater o uso da Inteligência Artificial. Durante duas manhãs, em Brasília, eles ouviram 20 palestrantes de 16 organizações diferentes, em oito horas de programação. Os especialistas que participaram do encontro defendem a supervisão humana para as atividades jornalísticas realizadas pela IA, que é uma ferramenta operacional para dar celeridade ao trabalho feito por profissionais.

As cinco faculdades de Jornalismo da capital do país participaram do Festival. São elas: IESB, Católica, Uniceub, UDF e UnB. Além de Inteligência Artificial, o Festival abordou como os jornalistas podem combater Fake News, o que esperar de um futuro jornalista, as novas funções da profissão, como participar dos programas de trainee da Folha de S. Paulo, de O Globo e do Poder 360, como empreender e como produzir entrevistas, perfis e biografias.  Além de veículos de comunicação, também participaram da programação do Festival de Jornalismo a Unesco, o Instituto Palavra Aberta, Sesi e Senai, Sebrae e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República. O 2º Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho é organizado pela jornalista Kátia Cubel. Nesta edição, teve o patrocínio de Sesi e Senai no DF, Sistema Cofeci-Creci, Vox Radar, Caixa e Governo do Brasil. Onde tem patrocínio Caixa, tem Governo do Brasil.

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Abertas inscrições para oficinas gratuitas de capoeira no Riacho Fundo

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Atividades incluem vivências presenciais com referências da modalidade, transmissões online sobre cultura popular e encerramento com batizado de capoeira

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

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Atividades são desenvolvidas por grupos predominantemente femininos, mas participação é aberta a todo o público | Foto: Diane Gomes/Divulgação

Estão abertas as inscrições para as vivências gratuitas de capoeira do projeto Mulheres Fortes, iniciativa com atividades voltadas para o fortalecimento da liderança feminina por meio da cultura popular.

A programação está agendada para este fim de semana (18 e 19) e para o dia 25, um sábado, sempre a partir das 14h, na Associação Cultural Arena Capoeira, localizada na Colônia Agrícola Riacho Fundo.

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Os encontros propõem um espaço de aprendizagem, diálogo e acolhimento, reunindo diferentes gerações em torno de uma prática marcada por resistência, ancestralidade e construção coletiva. Embora as mulheres sejam o foco do projeto, o evento é aberto a toda comunidade.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio deste formulário eletrônico.  As vivências serão conduzidas por duas referências da capoeira feminina no país: Mestra Arara, do Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19; e Mestra Lilu, da Bahia, responsável pela vivência do dia 25.

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Participação online

Além das atividades presenciais, o projeto promove transmissões ao vivo pelo perfil do Mulheres Fortes no Instagram, sempre às 20h.

Nesta quinta-feira (16), a programação terá um debate sobre coco de zambê. Seguem-se encontros sobre maculelê, no dia 20; e sobre samba de roda, no dia 22. O objetivo é reunir participantes de diferentes localidades para compartilhar conhecimentos sobre manifestações tradicionais da cultura afro-brasileira.

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A programação será encerrada com o tradicional batizado de capoeira, momento que marca a conclusão do ciclo de atividades. A expressão cultural é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

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