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Educação

Rede HU Brasil inicia período de adesão de instituições de ensino para o Enare 2026/2027

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Fase de inscrição irá de 27 de abril até 15 de maio

Nessa fase, as ofertantes formalizam a participação no exame, registrando e validando informações institucionais, programas e a quantidade de vagas que serão disponibilizadas.

Brasília (DF) – Está disponível o edital de adesão destinado às instituições de ensino interessadas em participar da nova edição do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027, coordenado pela Rede HU Brasil. O período de adesão terá início às 10h do dia 27 de abril de 2026 e se encerrará às 23h59 do dia 15 de maio de 2026. O edital pode ser consultado no portal oficial do Enare.
Nessa fase, as ofertantes formalizam a participação no exame, registrando e validando informações institucionais, programas e a quantidade de vagas que serão disponibilizadas.
Para participar do Enare, cada instituição deverá acessar o sistema por meio do perfil previamente habilitado do responsável institucional, realizar o preenchimento das informações cadastrais, inserir e validar os dados da instituição e dos programas ofertados e efetuar a assinatura do termo de adesão. É recomendada a revisão integral do registro após o preenchimento, para garantir a conformidade e consistência das informações.
Para mais informações do Enare, o edital pode ser acessado pelo site.
Em caso de dificuldades operacionais, problemas de acesso ou dúvidas adicionais sobre a utilização do sistema, as instituições podem acionar os canais de suporte através do email exame.enare@fgv.br ou pelo telefone 0800 591 3078, disponíveis de segunda a sexta, das 9h às 18h, exceto em feriados nacionais.
Sobre a HU Brasil 
Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
CRÉDITOS:
FOTO: Arquivo HU Brasil.
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Educação

EDUCAÇÃO E CIDADANIA

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Aula especial na Estácio Brasília reforça alfabetização como instrumento de autonomia e participação social

Atividade do Projeto de Alfabetização e Letramento mostrou como o domínio da leitura e da escrita amplia o acesso a direitos, informações e decisões conscientes

A Estácio Brasília realizou, no dia 16 de setembro, uma aula especial do Projeto de Alfabetização e Letramento de Adultos. A atividade destacou que aprender a ler e escrever representa não apenas uma conquista educacional, mas também um passo fundamental para ampliar a autonomia, fortalecer a cidadania e favorecer a participação social.

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De acordo com Kezia Balena, coordenadora do Curso de Alfabetização e Letramento de Adultos e professora da Estácio Brasília, iniciativas como essa contribuem para que os estudantes desenvolvam habilidades importantes para diferentes situações da vida cotidiana.

“A alfabetização vai além de aprender a ler e escrever. Ela promove autonomia, melhora a comunicação e ajuda o estudante a compreender melhor o mundo e participar de forma mais ativa da sociedade”, afirma.

Ao proporcionar o acesso e a compreensão de diferentes tipos de informação, a alfabetização também ajuda o indivíduo a reconhecer seus direitos e deveres e a se posicionar de maneira mais consciente. Para a professora, esse processo possui uma relação direta com o exercício da cidadania.

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“A alfabetização fortalece a cidadania porque permite que a pessoa compreenda seus direitos e deveres, tenha acesso às informações e consiga tomar decisões com mais autonomia e consciência”, explica Kezia.

Educação política começa pelo acesso à informação

A aula especial também abriu espaço para a reflexão sobre educação política e participação democrática. Segundo Kezia Balena, o Brasil ainda precisa avançar na formação dos cidadãos para a compreensão do funcionamento das instituições públicas e das atribuições dos representantes eleitos.

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Embora o voto seja um direito amplamente exercido, parte da população ainda encontra dificuldades para identificar as responsabilidades de cada cargo político, avaliar propostas e acompanhar as decisões tomadas pelo poder público.

“Ainda precisamos avançar bastante na educação política. Muitas pessoas votam, mas nem sempre conhecem as funções dos cargos políticos ou entendem como funcionam as instituições”, observa a professora.

Kezia ressalta que educação política não significa direcionar escolhas eleitorais, mas oferecer instrumentos para que cada pessoa desenvolva uma visão crítica, tenha condições de verificar informações e decida de acordo com suas próprias convicções.

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“Educação política não é ensinar em quem votar, mas oferecer conhecimento para que cada cidadão possa analisar informações, propostas e fazer suas próprias escolhas de forma consciente”, conclui.

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