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Luísa Sonza anuncia término com Chico ao vivo no ‘Mais Você’: “Traída”

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A cantora leu uma carta para trazer assuntos tona e ressaltou que foi traída pelo influenciadora que faz investimentos financeiros (Foto: Reprodução)

Meu Deus! Estou no chão, Luísa Sonza esteve no ‘Mais Você’ esta manhã (20) e não deixou de contar que terminou com Chico Moedas. A cantora leu uma carta linda sobre o término e disse que foi traída pelo investidor no mercado financeiro. A cantora levou Ana Maria às lágrimas com suas palavras fortes.

“É insuportável que a traição, a quebra de combinado, respeito e confiança continua sendo normalizada. Um erro pontual. Só quem foi traída sabe da dor que se sente e o que desencadeia. Da autoestima destruída, da duvida e da insegurança, a traição faz você se invalidar, é uma dor impossível, um sonho destruído”, iniciou.

“Quando você é traída até se questiona da sua capacidade de discernimento pro ter acreditado e caído na mentira que não vem só antes como depois da traição. Nos colocam como loucas, dão risada da nossa intuição e dizem que a realidade é um detalhe para você, invalidando tudo que a gente pensa, vê e tudo que é real”, disse ela no programa da Globo.

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Chico ainda não falou sobre o que aconteceu, mas limitou os comentários em suas publicações no Instagram.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Festa junina da Psiquiatria do Base promove acolhimento, integração e ajuda a reduzir estigmas

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Celebração reuniu pacientes, familiares e colaboradores do hospital em um momento de convivência, alegria e fortalecimento de vínculos
Por Giovanna Inoue
“Olha a chuva! É mentira!” O coro típico das festas juninas ecoou pela ala de Psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) nesta sexta-feira (26). O dia ensolarado e o clima agradável ajudaram a criar o cenário ideal para um arraiá marcado por canjica, bolos, música, dança e, principalmente, acolhimento, humanização e muitos sorrisos.
Organizada pela equipe de Psiquiatria em parceria com o Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV), a celebração proporcionou um momento de convivência entre pacientes, familiares, profissionais de saúde e colaboradores do hospital.
O chefe do Núcleo de Saúde Mental do HBDF, Sérgio Cabral Filho, explica que atividades lúdicas e encontros coletivos contribuem significativamente para o tratamento dos pacientes.
“É como se eles pudessem esquecer, por um momento, que estão internados. Muitas vezes, oportunidades como essa representam um primeiro passo para uma recuperação bem-sucedida”, afirma.
Para a presidente do SAV, Vandelícia Dias, além da diversão, a festa busca proporcionar uma sensação de normalidade aos pacientes.
“É um momento em que eles podem se sentir iguais a todo mundo, sem o estigma associado ao transtorno mental. Trouxemos roupas típicas para que pudessem se arrumar, deixar um pouco de lado a roupa hospitalar e usar acessórios. É uma oportunidade para todos se sentirem felizes”, comemora
Cuidado integrado
Durante o arraiá, os pacientes dançaram quadrilha, brincaram com estalinhos e aproveitaram música ao vivo em um ambiente leve e descontraído. O psicólogo Igor Santiago destaca que experiências de socialização são fundamentais para a saúde mental.
“Apesar de necessária, a internação provoca um rompimento na rotina e no convívio social dos pacientes. Esse tipo de celebração cria oportunidades de interação, permitindo que todos conversem e construam vínculos como pessoas, e não apenas como profissionais e pacientes”, explica.
As festas juninas também despertam lembranças afetivas para muitas pessoas. Segundo a assistente social Lara Nunes Limberger, o evento foi planejado para transmitir acolhimento e cuidado em cada detalhe.
“A alimentação tem um papel muito importante. Geralmente, as dietas deles seguem orientações específicas, mas hoje puderam experimentar diferentes comidas típicas e isso os deixa muito felizes”, comenta.
O paciente Mário Silva*, internado na unidade, conta que aguardava ansiosamente pela comemoração.
“Já comi salgado, canjica e várias outras coisas. A decoração está linda, a música está ótima e a dança foi muito divertida. Estou muito satisfeito, foi maravilhoso”, celebra.
Atenção em todos os detalhes
Toda a festa foi realizada de forma colaborativa. Os alimentos foram preparados pelos próprios colaboradores e por familiares dos pacientes, que também foram convidados para participar do evento.
A decoração recebeu atenção especial. Oficinas terapêuticas foram promovidas com antecedência para que os pacientes ajudassem a confeccionar bandeirinhas com papéis coloridos. Um cenário representando uma igreja antiga e cactos foi produzido manualmente, enquanto os ramos de milho que ornamentaram o caminho até a festa foram plantados e colhidos pelos próprios pacientes na horta cultivada por eles.
Para Vandelícia, a participação na montagem da festa alegra os pacientes. “Eles passaram dias ajudando a preparar tudo e estavam ansiosos para ver o resultado final. Agora podem perceber que o esforço de cada um deixou a nossa festa ainda mais bonita”, ressalta.
Festa para todos
O arraiá da Psiquiatria foi aberto a todos que desejavam participar. Familiares compareceram para prestigiar a celebração, aproveitar as comidas típicas e dançar quadrilha ao lado dos pacientes.
Simone Brandão, mãe de uma paciente internada, relata que a iniciativa trouxe benefícios visíveis para a filha.
“Isso está fazendo muito bem para ela. A equipe de Psiquiatria e os voluntários estão fazendo de tudo para integrar todos. É um momento de união, paz e amor. É muito gratificante ver isso acontecendo”, agradece.
Para os organizadores, manter a festa aberta à participação de colaboradores e familiares também ajuda a desconstruir preconceitos relacionados aos serviços de saúde mental.
“É uma oportunidade para que as pessoas entendam que a realidade é muito diferente daquela mostrada em filmes e novelas. Aqui é um lugar de acolhimento”, destaca Vandelícia.
“É muito importante que todos percebam que não precisam ter medo e que podem conviver e confraternizar normalmente com os nossos pacientes”, conclui Sérgio.
*Nome fictício para preservar a identidade do paciente.
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