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Moda

Iguatemi Brasília recebe o lançamento da Coleção Pre Fall 2024 de Alexandre Birman

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Foto: divulgação

Descubra uma elegância atemporal inspirada no Art Déco

A renomada marca de calçados de luxo Alexandre Birman, assinada pelo designer homônimo e ícone da moda brasileira, tem o prazer de anunciar o lançamento de sua nova coleção de Pre Fall 2024 no Shopping Iguatemi Brasília.

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Inspirada nas linhas limpas, formas simples e elegância atemporal do Art Déco, a coleção Pre Fall 2024 da Alexandre Birman é uma verdadeira homenagem aos elementos arquitetônicos e de design que caracterizaram este movimento, que ganhou força na Europa em meados dos anos 1920. A nova coleção traduz a beleza e riqueza desse período histórico, celebrando a estética aerodinâmica com curvas suaves, formas arredondadas e linhas fluidas características da época.

Fotos: divulgação.

A paleta de cores da coleção é sofisticada e sóbria, destacando tons de marrom, bege, marinho e branco, acentuados por elementos metálicos e detalhes em madeira. Esses materiais foram escolhidos para refletir a elegância e a riqueza do período Art Déco, conferindo às peças um toque de modernidade e luxo.

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Entre os modelos de destaque, há o Wilma, uma representação ousada e sinuosa do movimento Art Déco. Trabalhado em suede, este modelo apresenta linhas curvas e detalhes em couro metálico, onde cada arco se entrelaça criando uma fusão harmoniosa de brilho artístico e trabalho artesanal. Outro modelo notável é o Lola, que reforça ainda mais a inspiração na arquitetura Art Déco. Com formas geométricas nítidas, esta criação em forma de gaiola lembra as linhas ousadas e os padrões intrincados do design, oferecendo uma fusão perfeita de delicadeza e força.

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Fotos: divulgação.

As mulheres retratadas nesta coleção Pre Fall são contemporâneas, mas inspiradas por figuras emblemáticas da moda da era Art Déco, como Diana Vreeland, editora-chefe das duas maiores publicações editoriais do ramo, Vogue e Harper’s Bazaar, e as glamorosas socialites conhecidas como “Truman Capote Swans”. A coleção não apenas homenageia essas pioneiras da moda, mas também captura sua elegância atemporal e influência duradoura.

Sobre o Iguatemi Brasília

O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 144 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 3 mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas

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Informações à imprensa:

FSB Comunicação

iguatemibrasilia@fsb.com.br

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Moda

Projeto transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda: ‘Não começa nos tropeiros’

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Uma coleção de roupas criada dentro do Assentamento Rosa Luxemburgo, em Votorantim (SP), busca transformar referências da ancestralidade indígena e negra, da cultura periférica e da história da região em peças de moda. O resultado é apresentado ao público neste sábado (10), durante a Mostra Cultural do Terra.

O projeto “Terra Rasgada – Moda Ancestral” foi idealizado pela designer de moda e produtora cultural Isabela Couto Espíndola e desenvolvido em parceria com moradores da comunidade e o coletivo Bando Maré de Março, ligado à Escola de Capoeira Angola e Samba de Roda.

A iniciativa foi construída no próprio território e envolveu oficinas de corte e costura, tingimento natural e expressão corporal. As roupas foram confeccionadas por costureiras que vivem no assentamento e trabalham no ateliê Rosas e Retalhos.

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A coleção, chamada “Rio que esquece a nascente, seca”, propõe uma leitura contemporânea sobre a história do território antes, durante e depois da colonização.

‘Nossa ancestralidade não começa nos tropeiros’

 

Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Divulgação

Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Divulgação

Ao g1, Isabela Espíndola revelou que a ideia do projeto surgiu durante encontros semanais na escola de capoeira. Ela conta que os professores, que já atuavam com cultura, apresentaram a possibilidade de participar de um edital do Programa de Ação Cultural (ProAC).

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A escolha pelo assentamento ocorreu também pela relação que a designer já tinha com o local. “Ele [o projeto] foi pensado dentro desse território, porque lá é o lugar onde a escola está e onde frequento também. Além disso, acredito que primeiro olhamos para os territórios que estão ao nosso redor”, explica.

Para construir a coleção, o projeto buscou referências relacionadas aos povos indígenas que, segundo Isabela, já faziam parte da história da região antes da formação das cidades.

“Nossa ancestralidade não começa nos tropeiros. Ela é muito mais antiga. Antes deles, este território já era ocupado por povos indígenas, que construíram suas próprias histórias, culturas e relações com o território e com o Rio Sorocaba”, afirma.

 

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História contada pelas roupas

 

Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Reprodução/Kayan Viana

Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Reprodução/Kayan Viana

A coleção foi dividida em três momentos para o desfile: pré-colonização, colonização e pós-colonização. Elementos relacionados a esses períodos aparecem nas peças e também na composição dos looks.

As miçangas utilizadas nas roupas fazem referência, segundo a idealizadora, à tradição indígena de criação de adornos corporais. A trama das peças remete às redes de pesca e ao Rio Sorocaba, enquanto os cortes amplos representam o movimento da água.

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Os desenhos presentes nas roupas também dialogam com símbolos de religiões de matriz africana. Para Isabela, a proposta não era apenas utilizar referências ancestrais como estética.

Por isso, o projeto também buscou contato com pessoas ligadas a essas tradições, incluindo o Centro de Convivência Indígena (CCI) da UFSCar Sorocaba. “Para não reduzirmos apenas à estética, é necessário incluir pessoas que carregam essa ancestralidade”, afirma.

 

Participação local na produção

 

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Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Reprodução/Nathalia Muratt

Projeto de Votorantim transforma ancestralidade e referências periféricas em coleção de moda — Foto: Reprodução/Nathalia Muratt

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