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Após matar mulher na calçada, feminicida se escondeu em igreja evangélica

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Feminicídio no Itapoã: homem mata namorada a facadas na calçada de casa O autor, identificado como William Lopes, 28 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar ( PMDF ) – (crédito: Nathália Queiroz/CB/D.A Press)

Camila Pereira Lopes, 28 anos, foi morta a facadas enquanto estava na frente casa, no Itapoã. Autor foi preso

Após esfaquear e matar a companheira, William Lopes, 28 anos, invadiu uma igreja evangélica no itapoã para se esconder. Camila Pereira Lopes, 28, foi vítima de feminicídio na noite desta quarta-feira (13/8) enquanto estava sentada na calçada de casa.

O sargento Moreira, do 20º Batalhão da PM, relatou que o autor entrou na Igreja Universal do Reino de Deus enquanto ocorria um culto. “Ao ser preso, ele confessou informalmente o feminicídio contra a vítima”, afirmou, acrescentando que William tem antecedentes criminais por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

O crime

Testemunhas relataram ao Correio que o casal morava junto há cerca de um ano e meio em uma kitnet alugada. Camila era mãe de duas crianças fruto de outro relacionamento. De acordo com vizinhos, na noite anterior o casal teve uma discussão e Camila teria ateado fogo nas roupas do autor.

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Correio apurou que o incêndio levou o proprietário do imóvel a registrar um boletim de ocorrência na delegacia por causa dos danos estruturais causados pelas chamas.

Nesta quarta-feira (13/8), enquanto a vítima estava sentada na calçada de casa, William passou encostado no muro e, sem que ela percebesse, aproximou-se e a esfaqueou. O caso é investigado como feminicídio pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá).

Fonte: Correio Brasiliense

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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