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Policiais

Ex-modelo que morreu em SP foi vítima de overdose, aponta laudo

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A ex-modelo Dalliene de Cassia Brito Pereira, 21, que foi encontrada morta em seu apartamento na zona sul de São Paulo, sofreu uma overdose, de acordo com o laudo toxicológico.

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“Um dos laudos apontou asfixia em decorrência de overdose e outros exames estão em elaboração para auxiliar na conclusão do caso”, informou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) em nota.

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Entenda o caso 

  • Dalliene foi encontrada morta no dia 5 de julho no apartamento que morava, deitada de barriga para cima e com um travesseiro no rosto;
  • De acordo com o Portal IG, foi encontrada a presença de cocaína em seu organismo, além de benzoilecgonina, ecgonina e stermetilecgonina;
  • Seu corpo foi encontrado por sua amiga de infância que dividia o apartamento com ela.

Ainda de acordo com a SSP, o caso segue sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para esclarecer todos os fatos.

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Nas investigações sobre a morte, a companheira de apartamento de Dalliene afirmou que elas costumavam deixar a porta do apartamento destrancada e só trancavam quando saiam juntas. Ela estranhou que o apartamento estava trancado por dentro quando chegou ao local na manhã do dia 5 de julho e chamou o porteiro e a polícia para arrombar a porta.

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Os vizinhos disseram que ouviram barulhos vindos do apartamento, mas imaginavam que era alguém tendo relações sexuais. Alguns deles chegaram a reclamar para o zelador do prédio, na região de Santo Amaro.

Fonte: IstoÉ

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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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