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Homem é preso após agredir a própia mãe

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Foto: Divulgação

O suspeito teria passado toda a madrugada consumindo crack nas ruas

A equipe da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher prendeu um homem de 22 anos, após ele agredir a própia mãe, em Itumbiara, Goiás. A vítima acionou a Deam, informando que teria sido agredida pelo filho e que ele estava sob o efeito de drogas ameaçando toda a família.

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Os policiais foram até a residência da família e, no local, deram voz de prisão ao autuado. O homem desobedeceu a ordem legal e avançou nos policiais, tentando agredi-los com chutes e socos, além de desacata-los.

Os policiais imobilizaram o indivíduo e colocaram na viatura. O suspeito foi recolhido na cadeia pública e ficará à disposição da Justiça.

O homem foi autuado em flagrante pelos delitos de vias de fato (contra a mãe), de resistência, desacato e por crime de lesão corporal contra agente de segurança pública.

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Fonte: Jornal de Brasilia

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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