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Mulher dispara arma de PM acidentalmente e mata amiga

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Maria Eduarda Fardelone, de 25 anos, morreu após disparo acidental feito pela amiga com a arma de um PM de folga, no Guarujá (SP)

Reprodução/Redes Sociais

São Paulo — Uma mulher de 25 anos morreu após um disparo acidental de arma na noite desse domingo (20/10), no Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, uma amiga da vítima pegou uma arma de um policial militar de folga e disparou acidentalmente contra Maria Eduarda Fardelone de Carvalho, que morreu no local.

O caso aconteceu em um apartamento na Rua Allan Kardec. De acordo com a Prefeitura de Guarujá, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e lá constatou o óbito da mulher, “que apresentava ferimento na face, causado por arma de fogo”.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a perícia foi acionada e a arma apreendida. Tanto a amiga que atirou em Maria Eduarda quanto o policial militar foram presos em flagrante.

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A indiciada pagou fiança e responderá em liberdade, e o policial foi encaminhado ao Presídio Romão Gomes, em São Paulo.

O caso foi registrado como homicídio, localização/apreensão de objeto e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, na delegacia do Guarujá.

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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