Politica
Dilma Rousseff avalizou indicação para o comando da Eletronuclear
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A ex-presidente Dilma Rousseff foi a avalista, junto a Lula, da indicação do advogado Raul Lycurgo Leite para a presidência da Eletronuclear
Julio Wiziack
Brasília, DF
A ex-presidente Dilma Rousseff foi a avalista, junto a Lula, da indicação do advogado Raul Lycurgo Leite para a presidência da Eletronuclear. A empresa foi incorporada a uma nova estatal após a privatização da Eletrobras.
Interlocutores da petista afirmam que Dilma atendeu ao pedido de Fernando Pimentel, ex-governador de Minas Gerais e padrinho político de Lycurgo.
Formalmente indicado ao cargo pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, Lycurgo terá a missão dada pelo governo de concluir Angra 3, usina nuclear que ainda precisa de R$ 15 bilhões, segundo cálculos preliminares, para ficar pronta.
No Congresso, entretanto, a indicação vem sendo questionada, especialmente por integrantes da Frente Parlamentar de Energia Nuclear. Afirmam que Lycurgo não tem experiência nessa área.
Lycurgo é advogado, foi procurador federal da Advocacia-Geral da União (AGU) de 2002 até 2017, e diretor jurídico da Cemig, estatal de energia de Minas Gerais, entre 2015 e 2017, no governo de Fernando Pimentel.
Fonte: Jornal de Brasilia
Politica
TSE manda suspender site que oferece criptomoedas por apoio a Flávio
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta sexta-feira (9) a suspensão de um site que oferecia criptomoedas a usuários que publicassem postagens favoráveis ao candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL). 
A decisão foi tomada pela ministra Estela Aranha. A magistrada entendeu que o site oferece vantagem econômica durante as eleições.
O caso foi denunciado ao TSE pela coligação do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A campanha apresentou à Procuradoria-Geral Eleitoral uma denúncia sobre a distribuição dos ativos virtuais em troca de propaganda política.
A distribuição foi revelada nesta semana pelo jornal Folha de S.Paulo.
Após a divulgação do caso, a campanha de Flávio Bolsonaro disse que desconhece a autoria do site e informou que vai tomar todas as medidas judiciais contra a publicação nas esferas eleitoral, cível e criminal para a derrubada da página.
O candidato também negou a contratação de perfis para divulgação de conteúdo ou produtos de campanha.
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