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Politica

IgesDF abre processo seletivo para fonoaudiólogo com atuação em neonatologia e pediatria

Publicado em

Autora Pollyana Cabral
Foto Divulgação/ IgesDF
Profissionais devem ter experiência hospitalar em média e alta complexidade e pós-graduação na área; inscrições já estão abertas
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDFDF) está com inscrições abertas para o processo seletivo destinado à formação de cadastro reserva para o cargo de Fonoaudiólogo – Neonatal e Pediátrico, conforme o Edital nº 109/2025. A oportunidade é voltada para profissionais com experiência comprovada em ambiente hospitalar, especialmente no atendimento a pacientes neonatos e pediátricos de média e alta complexidade.
A contratação poderá ocorrer nas modalidades determinado, indeterminado ou intermitente, com carga horária mínima semanal de 30 horas e remuneração bruta de R$ 3.964,10. Além do salário-base, o profissional terá acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação (conforme jornada e local de trabalho), clube de descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no dia do aniversário.
Entre os requisitos obrigatórios, estão: diploma de curso superior em Fonoaudiologia reconhecido pelo MEC, pós-graduação (em andamento ou concluída) ou residência com foco em disfagia ou fonoaudiologia hospitalar voltada para neonatologia e pediatria, registro no CREFONO e experiência mínima de seis meses em atendimento hospitalar com pacientes pediátricos e neonatais.
O edital também aponta como diferenciais a vivência com manejo de traqueostomia, válvula de fonação, aspiração de vias aéreas e outros recursos que otimizam os resultados terapêuticos. Experiência em ações como amamentação, teste da linguinha, triagem auditiva neonatal e atuação em maternidades e UTIs neonatais também são desejáveis, além do conhecimento em sistemas de gestão e prontuário eletrônico como MV e Trackcare.
Os detalhes completos do processo seletivo, incluindo critérios de pontuação e formas de comprovação da experiência, estão disponíveis no site oficial do IgesDF. A seleção faz parte da estratégia de fortalecimento das equipes multiprofissionais e do compromisso da instituição com a qualidade da assistência prestada à população do Distrito Federal.
Assessoria de Comunicação

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Politica

Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha

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Jovem de 21 anos recebeu textos de cunho racista e misógino
Iara Balduino* – repórter da Agência Brasil

A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, denunciou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual que recebeu no período da campanha.

Segundo a parlamentar eleita, as mensagens incluem ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, ela conta que dados pessoais como o endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos. Por esse motivo, o partido contratou segurança armada para protegê-la.

“Chegando em Minas Gerais, já terei escolta”, disse a jovem de 21 anos.

Ana Elisa já havia divulgado em suas redes sociais prints de um e-mail que recebeu no dia 5 de setembro. Na mensagem, o autor se diz integrante do grupo de extrema-direita e supremacista branco Ku Klux Klan.

O remetente ressalta ainda que pessoas como ele não toleram mulheres pretas em espaços de poder e descreve como pretende estuprá-la.

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>> Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher

Deputada mais jovem

Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, o que lhe garantiu o posto de 2ª mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL).

Ela se tornou também a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.

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A jovem nasceu em Divinópolis, no centro-oeste mineiro, é estudante de direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Em um vídeo, ela conta que conheceu a política quando começou a frequentar um sindicato com a mãe.

Tornou-se conhecida nas redes sociais ao fazer vídeos sobre política, direitos sociais, racismo, feminismo e educação. Durante a campanha chegou a quase 2 milhões de seguidores no Instagram. Agora, já tem mais de 3 milhões de seguidores.

Violência política

No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de violência contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro. Dados do próprio TSE mostram que a violência política de gênero cresceu 11 vezes entre 2022 e 2026.

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Onde buscar orientação e denunciar

Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão:

  • Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;
  • Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público;
  • Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal;
  • Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
  • Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;
  • Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU),  para assistência e orientação jurídica.
  • Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190
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