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Kátia Cubel celebra 20 anos do Prêmio Engenho de Comunicação

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Legenda da foto: Kátia Cubel e o Embaixador de Portugal no Brasil, Luíz Faro
Crédito da foto: Divulgação Engenho
Idealizadora e presidente do Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, a jornalista e empresária Kátia Cubel irá reunir convidados nesta terça, dia 12 de novembro, na Embaixada de Portugal, em Brasília, para celebrar os 20 anos da mais tradicional premiação de jornalistas e veículos de comunicação na Capital do país. Ao lado do embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, ela irá recepcionar cerca de 120 convidados para anunciar um novo formato para o Prêmio Engenho de Comunicação, a partir de 2025.
“Vamos anunciar mudanças que irão pautar a premiação nos próximos anos”, conta ela. O evento é só para convidados, e tem como patrocinadores a Fibra, o Sistema Cofeci-Creci e a advocacia Alves Correia. Na cerimônia, haverá o anúncio de um novo formato, para valorizar o jornalismo, combater a desinformação e apoiar a formação de futuros jornalistas, em parceria com as faculdades do Distrito Federal.
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BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS

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As mulheres conquistaram a liberdade de  trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de  uma mudança importante por representar  evolução.

A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.

Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°),  pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.

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Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.

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A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.

Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.

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A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim,  escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.

Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.

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Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.

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A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.

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