Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Social

Vestido que Janja usou em casamento de Randolfe Rodrigues custou R$ 4.186

Publicado em

Janja e Lula durante casamento do senador Randolfe Rodrigues – Randolfe Rodrigues/Instagram

Primeira-dama foi à cerimônia usando peça de seda com amarração na cintura e estampa quadriculada

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A primeira-dama Rosângela Silva, mais conhecida como Janja, compareceu nesta sexta-feira, dia 28, ao casamento do senador Randolfe Rodrigues usando um vestido de seda que trazia uma estampa quadriculada. Além disso, a roupa tinha uma amarração na cintura.

Advertisement

A peça foi produzida pela marca mineira Printing, fundada há duas décadas e com lojas em São Paulo e Belo Horizonte. No site da empresa, o vestido que Janja usou é vendido por R$ 4.186.

A primeira-dama já havia usado um vestido da mesma marca em maio, nas festas da coroação do rei Charles 3º Na ocasião, Janja escolheu look laranja que, segundo ela, foi inspirado na música “Tangerina”, de Tiago Iorc e Duda Beat. Além disso, a primeira-dama diz ter escolhido a cor porque ela remete a uma causa.

“O tom faz uma referência à campanha do ‘Faça bonito’, contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, e que vocês sabem que é um dos temas que eu realmente trabalho muito”, afirmou.
“E também porque tem uma música do Tiago Iorc com a Duda Beat que eu amo, que é ‘Tangerina’”, disse.
Além da peça laranja, a primeira-dama usou também um vestido vermelho telha feito manualmente por Rafaella Caniello –um trabalho que a designer fez com exclusividade para a socióloga.

Advertisement
Leia Também:  Veja quem é a mulher que deu golpe em amiga para fazer casamento de luxo

A estilista disse que a Janja é participativa na escolha dos looks. “Ela opina na cor, no comprimento, mostra os modelos que se sente bem em vestir. A Janja é uma pessoa muito leve, tem opinião forte e sabe ouvir”, afirmou.

Fonte: Jornal de Brasilia

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Social

PROTEÇÃO DE JOVENS NAS REDES SOCIAIS CONTINUA COMO UM GRANDE DESAFIO

Published

on

Os diversos debates e eventos sobre o uso de celulares e as redes sociais ainda seguem como uma discussão complexa e muito longe de acabar. Diariamente, os pais devem lidar com a resolução de problemas para proteger os jovens dos perigos digitais, afinal 95% das crianças e adolescentes acessam a internet, segundo o TIC Kids Online Brasil 2025. Nas últimas semanas,  a nova polêmica está no Discord, uma plataforma de conversas privadas ou em comunidades, envolvendo pessoas pelo mundo. O grande risco já é conhecimento, ou seja, a insegurança vivida pelas crianças e adolescentes, pois não se sabe com quem estão conversando.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspendeu os recursos de vídeo de transmissões ao vivo na plataforma, resguardando as imagens dos participantes. Uma série de propostas foram enviadas aos representantes do aplicativo, entretanto, devido à falta de acordo, o governo decidiu ir à justiça, apresentando um processo contra danos morais e um pedido para elevar a proteção dos usuários.

De acordo com a PHD em neurociências, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, o ECA digital é resultado de preocupações como essa,  pois em um mundo cada vez mais conectado, o Estatuto da Criança e do Adolescente deve ser adaptado para preservar o grupo de conteúdo considerado inadequado e/ou perigoso no meio virtual.

Advertisement
Leia Também:  Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre em Ceilândia e no Plano Piloto nesta quinta-feira (27)

O governo brasileiro determinou uma série de proibições, no último ano, envolvendo os celulares nas escolas, o chat do roblox e limitou o acesso às redes sociais sem autorização prévia. Outros países como a França também proibiram o acesso total às redes de menores de 15 anos, porém, só conseguiu vetar o uso em ambiente escolar.

Ângela explica que os impedimentos visam evitar a elevação dos casos de assédio, aliciamento, grooming – abuso ou exploração sexual – cyberbullying, o vício, dificuldades de aprendizagem e de concentração e queda na qualidade da saúde mental e alterações no desenvolvimento infantil.

Um estudo publicado pela revista americana Pediatrics, por exemplo, foi responsável por identificar riscos sofridos por menores de 12 anos, citando a depressão, ansiedade, obesidade e problemas com o sono, devido à exposição ao aparelho como os maiores.

Advertisement

A exposição precoce e excessiva às redes não é maléfica, contudo, a proibição completa não é eficiente, sendo que não cabe apenas aos órgãos governamentais resguardar a inocência do grupo. “Os pais e responsáveis também devem manter atenção ao uso dos dispositivos e, principalmente, não devem ter medo de expor autoridade, monitorando conversas dos filhos, tempo de uso e até mesmo, bloqueando os conteúdos, se necessário”, afirma a especialista. O objetivo é garantir um bem maior: a proteção dos filhos, a saúde mental e o desenvolvimento adequado, conforme a faixa etária.

Leia Também:  Em Paris, hotel de alto luxo de Lula e Janja custou R$728 mil por 2 dias

 

 

Advertisement

 

Imagem Freepik

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA