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Primeiro bebê nascido em 2024 no HRSM chegou ao mundo 1h27

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Um pouco apressado, Havi Neres dos Santos, nasceu com 37 semanas de gestação
A chegada de um novo ano por si só já renova esperanças e traz sentimentos positivos à tona. Somado a isso, o nascimento de um filho com certeza torna o Ano Novo ainda mais mágico e especial, repleto de amor, alegria e felicidade.
Para Ana Clara dos Santos, de 19 anos, de agora em diante o Ano Novo ganhou mais um significado, a chegada do filho Havi Neres dos Santos. O garotinho nasceu no dia 1º de janeiro de 2024, às 1h27, pesando 3.300kg e medindo 49cm após uma cesariana.
Havi foi o primeiro bebê a nascer no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Ana Clara estava de 37 semanas e achava que só conheceria seu filho lá pelo dia 14 de janeiro, data prevista do parto.
“Minha bolsa estourou no dia 30, cheguei no hospital e começaram a induzir o parto normal. Achei que ele nasceria dia 31”, relata. Mas como o bebê estava muito alto demorou para descer e chegar na parte expulsiva do parto. Porém, devido à posição da cabeça do bebê, mesmo com todo o empenho e ajuda da equipe médica, não tinha como ele nascer de parto normal. Então, preparam Ana Clara para a cesárea e Havi chegou ao mundo super bem e saudável.
Para a mãe de primeira viagem, nem passou por sua cabeça que o filho fosse nascer em plena virada do ano. “Eu já estava muito ansiosa, é meu primeiro filho. Agora, estou super feliz em tê-lo nos meus braços bem e com saúde. O Ano Novo agora tem um novo significado pra mim e pra toda a família com a chegada do Havi”, afirma emocionada.
Coincidentemente, o segundo bebê a nascer no HRSM também é um menino e se chama Ravi Matos de Oliveira. Ele nasceu de parto normal às 12h43 do dia 1º de janeiro de 2024, pesando 2.550kg e medindo 45cm.
Apesar do susto de ter nascido prematuro, o bebê e a mãe, Nathaly de Paula Matos, 22 anos, estão super bem. O parto foi induzido e o trabalho de parto, segundo Nathaly foi mais rápido do que ela imaginou.
“Planejamos passar o ano novo de outra forma, mas este foi o melhor presente que já recebi. Minha bolsa estourou no dia 30 e decidimos vir logo, pois eu estava de 35 semanas e poderia ser arriscado”, conta.
Moradora de Cristalina-GO, ela veio com o esposo, Gustavo de Oliveira, 23 anos, para o Hospital Regional de Santa Maria. Já passado o susto inicial, o casal está radiante com a chegada do primogênito.

“Estamos muito felizes e realizados. Agora, além de comemorar o Ano Novo, sempre terá festa para comemorar o aniversário do Ravi”, afirma o pai.

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Fotos: Jurana Lopes/ IgesDF
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Lançamento de clínica com atendimento jurídico aberto ao público promove debate sobre paridade de gênero

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Clínica Elas por Elas é uma iniciativa da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília presta serviço à comunidade

 

O evento reuniu especialistas em direitos das mulheres e marcou a criação de um espaço permanente de acolhimento, orientação e formação jurídica. A Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília lançou, na última quarta-feira (11), a Clínica Jurídica Elas por Elas, iniciativa voltada ao acolhimento, à orientação e ao fortalecimento de mulheres da comunidade acadêmica e do público externo. Criada no Mês das Mulheres, o projeto oferece apoio jurídico, emocional e institucional para mulheres em situação de vulnerabilidade, além de contribuir para a formação prática dos estudantes de Direito da FPMB.
A clínica funcionará gratuitamente e será vinculada ao Núcleo de Prática Jurídica e ao Laboratório Jurídico da faculdade. O projeto também integra a formação dos estudantes de Direito, que participarão das atividades supervisionadas, contribuindo em atendimentos, na elaboração de materiais informativos e em ações educativas voltadas à promoção de direitos e à prevenção da violência contra a mulher.
Para o diretor-geral da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília, Josimar Rosa, a criação da iniciativa atende a uma demanda já identificada dentro da instituição. Segundo ele, o Laboratório Jurídico foi estruturado para atuar em diferentes frentes, e a implantação de um núcleo voltado especificamente ao atendimento de mulheres era uma das prioridades. “A proposta reforça o compromisso da faculdade com projetos que gerem impacto social e estejam alinhados ao cuidado com o próximo”, afirmou.
A coordenadora da clínica, professora e advogada Juliana Tesolin, explicou que o projeto foi desenvolvido ao longo de mais de dois anos e contou com a articulação de parcerias institucionais. A expectativa é que o espaço funcione como um ponto de acolhimento e orientação para mulheres que enfrentam diferentes tipos de violência. “Queremos oferecer escuta qualificada, orientação jurídica e encaminhamento adequado para cada situação”, destacou. Ela também ressaltou o caráter formativo da iniciativa: “As estudantes terão a oportunidade de aprender, na prática, como atuar em defesa de outras mulheres”.
O lançamento da clínica foi acompanhado por uma roda de conversa dedicada ao tema da paridade de gênero no Poder Judiciário. O encontro reuniu profissionais que atuam na defesa dos direitos das mulheres e na promoção da equidade nas carreiras jurídicas.
A palestra principal foi conduzida pela advogada e ex-promotora de Justiça Gabriela Manssur, presidente do Instituto Justiça de Saia e idealizadora do Projeto Justiceiras. Durante sua participação, ela ressaltou que o Brasil possui instrumentos legais importantes de combate à violência contra mulheres, mas ainda enfrenta desafios na aplicação dessas normas. “Temos uma das legislações mais avançadas do mundo, mas ainda convivemos com índices preocupantes de feminicídio. Isso mostra que é fundamental transformar a lei em proteção efetiva”, afirmou.
Também participaram do debate a defensora pública Rafaela Mitre, coordenadora do Núcleo da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal; a advogada Maria Augusta Palhares Ribeiro, cofundadora do coletivo Amigas da Corte; a advogada Julia de Baére, presidente da associação Elas Pedem Vista; e a advogada Nildete Santana, diretora da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Distrito Federal (OAB-DF). Estudantes da instituição também acompanharam o lançamento e ressaltaram a relevância da iniciativa para a formação acadêmica e para o impacto social.

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Sobre a Faculdade Presbiteriana Mackenzie
A Faculdade Presbiteriana Mackenzie é uma instituição filantrópica, de ensino confessional e de perfil comunitário, que se dedica às ciências divinas, humanas e de saúde. A instituição é comprometida com a formação de profissionais competentes e com a produção, disseminação e aplicação do conhecimento, inserida na sociedade para atender suas necessidades e anseios, e de acordo com princípios cristãos.

 

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O Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) é a entidade mantenedora e responsável pela gestão administrativa da Universidade Presbiteriana Mackenzie nos campi São Paulo, Alphaville e Campinas, das Faculdades Presbiterianas Mackenzie em três cidades do país: Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), bem como das unidades dos Colégios Presbiterianos Mackenzie de educação básica em São Paulo, Tamboré (em Barueri – SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Além do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie Paraná (Curitiba), que presta mais de 90% de seu atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e integra o campo de estágios da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR).

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Créditos:

Por: Instituto Presbiteriano Mackenzie

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Foto: Divulgação FPMB

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