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Programa estimula soluções para Educação e Emprego

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Escola de Costura pode levar projeto empreendedor para escolas | Foto: Valentina Ramos

Hackacity Guará tem revolucionado a forma como novos negócios alcançam eficiência

Trilhar um curso com uma metodologia focada no empreendedorismo criativo, com ideias inovadores e soluções para o negócio. Esta é a forma que o programa Hackacity Guará tem realizado aulas, de forma gratuita, com novas perspectivas, inclusão social e estímulo à criatividade dos participantes na Incubadora de Projetos. Além do potencial de inovação e mudança, o curso estimula o desenvolvimento pessoal e profissional de forma contínua.

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“Ao fomentar a criatividade e o empreendedorismo, a empresa incubada se beneficia com a injeção de novas ideias e abordagens inovadoras. Isso pode levar ao desenvolvimento de produtos e serviços mais criativos e eficientes, melhorando a competitividade no mercado”, explica a coordenadora do Hackacity Guará, Cristiane Pereira.

Soluções que desenvolvem empresas para da área de Educação

Valentina Ramos é autora do livro técnico de modelagem de roupas intitulado “Asas da Costura”, e também é dona do próprio curso na área. O Hackacity Guará está sendo um momento oportuno para desenvolver seu projeto de profissionalização com foco em emprego e renda extra. Após escrever o livro patenteado com um método próprio de ensino, Valentina pretende expandir para inclusão nas escolas.

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“A costura mudou minha vida e trouxe a oportunidade de me manter para garantir renda e sustentar meu filho. Organizei uma estrutura na sala do apartamento e passei a costurar para os vizinhos do prédio. O negócio começou a crescer e vi de perto essa mudança de mulheres, muitas das quais mães solteiras que, de repente, mudaram suas condições de vida”, explica Valentina.

Após ver o anúncio no Jornal do Guará, a empreendedora decidiu desenvolver seu projeto para incluir o livro no projeto de escola. Após estudar 150 métodos feitos em vários locais do mundo, com profunda pesquisa, Valentina montou o próprio método com certificado detalhado sobre costura.

Foto: Valentina Ramos

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“O Hackacity veio como uma aprendizagem gratuita e me ajudou a ver como ser mais objetiva e colocar em prática essa arte manual. Controlei minha ansiedade e passei a ver a dor dos clientes de uma forma geral. A incubadora é um curso gratuito que tem melhorado a minha vida”, comemora Valentina.

O Hackacity Guará é uma iniciativa do Codese-DF, com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF e da Administração do Guará, e fomento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil.

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A partir das 19h desta segunda-feira, 13 de maio, será realizado o primeiro meetup da Incubadora Hackacity Guará, com o objetivo de levar pitches e networking. O encontro será um espaço relevante para inspiração e sabores se unem nessa jornada da inovação, onde ideias brilhantes ganham vida enquanto os participantes degustam de pratos e drinks do Porks Guará.

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Incubadora de Projetos Hackacity Guará

Local das aulas: Auditório da Administração Regional do Guará, QE 25 do Guará II

Período das aulas: Abril a Julho de 2024

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Informações: https://hackacity.com.br/

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – HACKACITY GUARÁ

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Proativa Comunicação

Contatos: Giselli Ribeiro (61) 98324-4086 / Flávio Resende (61) 99216-9188

proativa@proativacomunicacao.com.brrpdigital@proativacomunicacao.com.br

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Twitter (X) /Facebook/Instagram: @ProativaC

Instagram: @hackacityguara

hackacity.com.br

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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

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A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

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Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

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No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

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Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

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Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

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A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

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Sobre o ATL

 

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Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

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Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

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Sobre a APIB

 

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

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