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Mulher denuncia vizinha por intolerância religiosa e agressão na zona norte do Rio 

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O caso ocorreu no bairro de Engenho de Dentro e foi flagrado por câmera de segurança. A vítima prestou queixa contra vizinha à 24ª DP (Piedade).

Kátia Flávia

O caso ocorreu no bairro de Engenho de Dentro e foi flagrado por câmera de segurança. A vítima prestou queixa contra vizinha à 24ª DP (Piedade).

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Que coisa mais absurda, gente! Olha só o que aconteceu com a Mônica Mesquita, ela foi agredida na rua onde mora no Engenho de Dentro, bairro da zona norte do Rio, por intolerância religiosa.

As câmeras de segurança do prédio mostram o exato momento em que a vítima, que é umbandista, é atacada pela vizinha. Mônica estaciona o carro em frente ao prédio e, quando ia começar a retirar as compras do mercado e surpreendida com as agressões.

A agressora bate com a cabeça de Mônica contra o carro inúmeras vezes, estapeou-a repetidamente e depois a enforca, derrubando-a no chão sem parar com as agressões. Depois disso, a mulher identificada como Bruna da Costa Caruso, abre o portão de sua casa e grita para ela: “Macumbeira!”.

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“Eu cumprimentei ela e ela já veio puxando meu cabelo, me arranhando, afundando as unhas na minha cara, batendo, me dando uns tapas… me chamando de macumbeira, falando que sabia o que eu estava fazendo contra ela”, relata.

As agressões deixaram marcas na cabeça, olhos, queixo e nos braços de Mônica. O caso aconteceu na última terça-feira (18) e a Polícia Militar foi acionada, mas Bruna se recusou a atender os agentes. Em seguida, Mônica e sua filha foram à 24ª DP (Engenho de Dentro), onde o caso foi registrado como crime de intolerância religiosa e agressão.

Anteriormente, ela já havia registrado outros ataques de Bruna relacionados à sua religião. Em vídeo, feito de dentro do apartamento de Mônica, é possível ouvir a voz da vizinha ao fundo novamente usando a palavra “macumbeira”, como forma de atacar a vítima.

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De acordo a Polícia Civil, os envolvidos já foram ouvidos e a investigação segue para identificar as circunstâncias do caso. A delegacia também informou que a psicóloga realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro.

Fonte: Jornal de Brasilia
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Policiais

Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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