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Mulher é solta após passar 43 anos presa por engano nos Estados Unidos

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Foto: Reprodução

Americana se tornou a mulher a passar mais tempo presa injustamente nos Estados Unidos; sentença usou como base apenas uma confissão obtida quando ela fazia tratamento em um hospital psiquiátrico

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

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Uma mulher de 64 anos foi solta da prisão 43 anos após ser presa por engano nos Estados Unidos.
Sandra Hemme deixou a prisão de Chillicothe, no Missouri, nessa sexta-feira (19). A libertação ocorreu pouco mais de um mês após decisão judicial ordenar a sua libertação.

O juiz reconheceu “provas de inocência” mostradas pela defesa. A ordem judicial para soltura dela ocorreu em 14 de junho e o prazo máximo para saída da mulher da cadeia era de um mês.

Manobras feitas pela advocacia-geral do estado para reverter a decisão atrasaram a soltura, segundo a Associated Press. Os advogados alegaram que a mulher representava um risco a si mesma e a outras pessoas.

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Sandra foi condenada à prisão perpétua pelo assassinato de uma mulher em 1980. A defesa dela alegou que Sandra não tinha qualquer relação com a vítima e que ela foi fortemente pressionada pelos policiais a assumir o crime durante depoimentos.

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Segundo o Innocence Project, os 40 anos de Sandra na prisão a tornam a pessoa presa injustamente há mais tempo no país. O projeto afirma que a polícia “explorou a doença mental da mulher para coagi-la a fazer declarações falsas enquanto ela estava sedada e recebendo tratamento para episódios de alucinações”.

Ao sair da prisão, Sandra se encontrou com a filha, uma irmã e a neta. As agências de notícias internacionais não esclareceram se ela receberá qualquer indenização pelo período presa por engano.

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Fonte: Jornal de Brasilia
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Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe

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De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”

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Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.

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» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

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