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Damares Alves destina R$ 26 milhões à educação em Água Quente para construção de complexo educacional

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A senadora Damares Alves reafirma seu compromisso com a educação e a qualidade de vida no Distrito Federal ao anunciar um investimento histórico de R$ 26 milhões na jovem Região Administrativa de Água Quente. Esse recurso será destinado à construção de um complexo educacional, que incluirá um Centro de Educação da Primeira Infância, uma escola classe, um jardim de infância e um centro educacional.
Com mais de 30 mil habitantes, Água Quente é uma das áreas que mais crescem no DF, mas ainda enfrenta desafios significativos de infraestrutura. Para a senadora, o investimento na educação é fundamental para transformar a realidade da comunidade local.
“Água Quente é parte do nosso coração, do nosso quadradinho. Este recurso é mais do que tijolos e concreto; é uma ponte para oportunidades. Estamos investindo em nossas crianças e jovens, garantindo que eles tenham as ferramentas e o suporte necessários para construir um DF melhor”, destacou Damares.
A Nova Esperança do DF
Criada oficialmente há dois anos, em 21 de dezembro de 2022, pela Lei nº 7.191, Água Quente é a 35ª Região Administrativa do Distrito Federal. Apesar de sua recente formalização, a região possui raízes que remontam à década de 1990, quando surgiu como uma extensão do Recanto das Emas. Hoje, desponta como um polo de crescimento, localizada às margens da rodovia DF-280 e fazendo divisa com Samambaia e Santo Antônio do Descoberto (GO). Algumas áreas também estão próximas de Ceilândia.
Embora tenha conquistado avanços como acesso à água tratada e energia elétrica, Água Quente ainda carece de melhorias em pavimentação, transporte e equipamentos públicos. O novo investimento representa um passo decisivo para reverter essa situação e fortalecer a estrutura social e econômica da região.
Transformação para a Região
Em comemoração aos dois anos de criação da Região Administrativa, o compromisso de Damares Alves é visto como um gesto que vai além dos números. É uma aposta no desenvolvimento humano e na transformação de realidades.
“Água Quente está pronta para um novo capítulo, com educação e desenvolvimento no centro de sua trajetória. Vamos cuidar das nossas crianças, porque o DF precisa de educação de qualidade”, afirmou a senadora.
Assessoria de Imprensa 
(61) 998190-0722
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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

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61 98251-9821 61 99514-5393

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