Epreendedorismo
Unindo psicanálise e Reiki Tibetano, Vanessa Rocha criou o Instituto Reiki Master de Terapias Integrativas
Vanessa Rocha era bem-sucedida, com uma carreira em ascensão na área corporativa e ocupando cargos de destaque em uma multinacional. Ela vivia o reflexo de anos de estudos e de empenho no trabalho, no entanto, não se sentia mais motivada e a opressão dentro do escritório afetava a sua saúde. Como consequência, Vanessa desenvolveu um burnout, mas o que poderia ser a sentença de uma exaustão física e mental foi o impulso para uma mudança de vida.
Com calma, cuidado e atenção, Vanessa passou por uma transição profissional e hoje atende como terapeuta integrativa no Instituto Reiki Master de Terapias Integrativas, espaço que ela fundou na Zona Sul de São Paulo para oferecer apoio psicológico, físico e emocional a jovens e adultos.
A terapeuta conta que um dia acordou com a palavra ‘Reiki’ no pensamento, depois de pegar sozinha no sono: “Lembro que fiz minhas preces, alguns [minutos] de meditação e pedi uma direção para um novo caminho na vida, eu sentia que seria demitida porque fiz uma denuncia contra uma liderança masculina na empresa e, de fato, foi o que aconteceu”, diz.
Após a demissão, ela buscou novas alternativas para se curar internamente, “nos períodos mais turbulentos em termos de saúde eu já praticava a psicoterapia, fazia acompanhamento de terapias holísticas e também a psicanálise”, lembra.
A terapeuta brinca que era atendida por quatro profissionais diferentes na época, antes de descobrir as sessões de tratamento de Reiki Tibetano – uma prática energética que busca a harmonização e a reposição de energia com o objetivo de manter ou recuperar a saúde física e mental. “Depois de acordar com a palavra na cabeça fui até o computador e pesquisei muito sobre o tratamento e senti o desejo de estudá-lo ainda mais.”
Vanessa estava prestes a fazer uma segunda cirurgia da ATM, articulação temporomandibular que conecta a mandíbula ao crânio. A operação foi indicada por um médico depois dela sofrer com fortes dores provocadas pelo hábito de pressionar os dentes um contra o outro. “Comecei a fazer isso involuntariamente nos momentos de estresse, o que me gerou graves efeitos com o passar dos meses e a primeira cirurgia não tinha causado grandes melhoras.”
Mas durante a consulta pré-operatória, a terapeuta foi surpreendida com uma nova análise do especialista. “Ele disse assim: ‘eu não sei o que você está fazendo, mas nós saímos do grau 4 para o 2, ou seja, continue fazendo’”, afirma.
Vanessa tinha iniciado os estudos do Reiki Tibetano e estava aplicando o conhecimento absorvido em si mesma. “Fiquei fascinada e aprendi detalhadamente a teoria e a minha mestre, na época, me autorizou a começar a autoaplicação e eu aplicava no rosto [as técnicas] todos os dias e cheguei a esse efeito surpreendente, mas é claro que também levei o caso para as minhas terapeutas e fui entendendo o motivo das minhas tensões emocionais e do porquê pressionar o maxilar”, detalha.
Uma nova área de atuação
Depois desse primeiro encontro com a técnica japonesa, Vanessa passou a estudar também a psicanálise clínica e a se dedicar a entender os comportamentos que movimentam o corpo e a mente humana. Em paralelo, ela assumiu um cargo em uma startup de seguros, empresa na qual mantém vínculo até hoje, no entanto, saiu da área corporativa para investir integralmente no seu bem-estar.
“Quando decidi que a minha saúde era o meu bem mais valioso, me mudei e passei um período morando no Litoral Paulista, nesta fase da vida estudei muito e busquei a minha autocura.”
Vanessa revela que assim que começou a se sentir bem, teve a certeza que a terapia seria a sua nova área de atuação. “Até então, todos os estudos eram para o meu autoconhecimento e o meu processo de autocura, mas com o passar dos meses comecei a desejar levar para outras pessoas um pouco do que aconteceu comigo.”
Propósito de vida
Unindo conhecimento com vivência, Vanessa passou a atender como terapeuta e a oferecer sessões de Reiki Tibetanio aos familiares e as amigas próximas. Na parte de atendimento clínico, ela atuou em um estágio sob supervisão.
“Aprendi durante o meu processo de autoanálise que o Reiki não faz milagre, mas é uma ferramenta de energia que ajuda a dissolver, a liberar e a trazer para a [nossa] consciência aquilo que precisa ser transmutado, ou seja, uma energia mais pura acessando uma energia que está contaminada para que você consiga voltar a sua essência e ao teu propósito de vida”, afirma.
E foi assim, buscando o seu propósito de vida, que Vanessa decidiu abrir o Instituto Reiki Master de Terapias Integrativas, um espaço que une a psicanálise com o Reiki Usui Tibetano e incentiva a jornada individual de cura.
Teóloga, psicanalista, especializada em fitoenergia, cristaloterapia, aromaterapia e florais de bach, Vanessa é mestre em Reiki Usui Tibetano pelo Instituto Reikiano do Brasil e criou três métodos exclusivos para os seus pacientes.
Métodos integrativos
A terapeuta explica que se inspirou na própria história para desenvolver cada um dos métodos. “Eu não alcancei a cura acessando uma única ferramenta, não foi só com a psicanálise ou só com a psicoterapia, foi um conjunto de [ações] e isso despertou em mim um conceito que eu acredito muito, o conceito da medicina integrativa”, diz.
Com uma visão holística, o ato de observar o todo, a psicanalista formatou atendimentos que consistem em cuidar da mente, do corpo e do emocional. “Nas sessões de Reiki fui percebendo que os pacientes queriam falar, conversar e eu tinha ali uma anamnese básica que começou a não ser suficiente, e eu comecei a querer escutar mais também.”
Vanessa desenvolveu o ‘reprogramação de cura’ com o foco em pacientes com questões somáticas, isto é, para aquelas pessoas que sentem dores no corpo e não conseguem descobrir o porquê. “Nossa atenção é toda para o corpo físico, entendendo quais são as causas raízes e as emoções que estão por trás daqueles sintomas, depois do paciente ter feito exames, claro”, garante a psicanalista antes de afirmar que os métodos não substituem nenhum tratamento médico, “os meus pacientes devem seguir as orientações médicas, conforme indicado pelo profissional de saúde, o meu trabalho é auxiliá-los e não invalidar qualquer tratamento da medicina tradicional.”
No método ‘jornada do sol’, a terapeuta trabalha temas envolvendo o processo de transição de carreira e a busca por um propósito de vida. Vanessa detalha que os pacientes passam a compreender a mudança de polaridade, o que inclui, por exemplo, a inversão de papeis, “falamos muito sobre a energia da escassez, o medo da falta, e a necessidade de sair do paradigma da materialidade de trabalhar apenas para não faltar, incentivando a mudança de motivação e de propósito no que se faz.”
Por fim, a psicanalista criou a ‘harmonização das relações’ envolvendo questões emocionais e de relacionamentos. “Esse é um dos métodos mais demandados e que lida com a energia do chakra cardíaco e umbilical em pessoas que são muito expansivas ou fechadas demais, ou que ainda possuem dificuldades em se relacionar ou vivem em constantes conflitos interpessoais.”
Sintonia de Cura
A terapeuta também está à frente do Sintonia de Cura, um curso online desenvolvido por ela sobre Reiki Tibetano, “ensino os quatro níveis da [técnica japonesa] e ofereço um módulo extra chamando método “Van Rocha”, que une uma visão mais científica com a análise do inconsciente, a terapia energética com o Reiki e as demais correlatas, nas quais sou especializada. O curso está disponível na plataforma Hotmart”, diz.
Palestrante e docente convidada no Senac São Paulo, Vanessa ministra cursos presenciais de Reiki Usui Japonês e de Tibetano, além de ser a idealizadora do projeto ‘Círculo do Poder’, ao lado de uma especialista em voz instintiva e cantora profissional, Daniela Lasalvia, uma série de workshops voltada para mulheres e inspirada no livro “Mulheres que Correm com Lobos”, da autora Clarice Pinkola Estés.
Autocura
No auge dos 40 anos, Vanessa se sente pronta para compartilhar o que viveu ao longo dessas quatro décadas em um livro autobiográfico com recursos de literatura de auto ficção. Natural do Rio de Janeiro, ela nasceu em Belford Roxo, distrito localizado na baixada fluminense e passou a infância e a adolescência na periferia de Nilópolis. Ao lado da irmã, 10 anos mais velha, aprendeu a ler e a escrever e fez dos estudos a grande chance da sua vida.
“Moravamos, praticamente, de frente para uma ‘boca de fumo’ e tendo muito contato, mesmo jovem, com essa realidade que não faz parte só do Rio de Janeiro. Mas, apesar dessas ‘diferentes escassezes’ e convivendo com a perda de um irmão, minha família sempre me incentivou a estudar”, declara.
No início da fase adulta, Vanessa se casou e em poucos meses passou a viver um relacionamento abusivo, com violências psicológicas e físicas. A experiência traumática gerou marcas profundas na terapeuta, mas não a impediu de seguir em frente. Vanessa hoje luta contra a violência e trabalha para salvar outras mulheres.
“Procurar nos estudos e enxergar no conhecimento a libertação de situações ‘tão’ difíceis e realidades ‘tão’ complicadas foi a minha maior alavanca da vida. A fé também me ajudou bastante, no sentido de acreditar que existe algo maior e que regia de alguma forma a minha vida, e que eu não estava aqui por acaso”, finaliza.
Em entrevista ao IstoÉ Sua História, Vanessa Rocha compartilhou os detalhes de como se tornou terapeuta integrativa, o porquê criou os próprios métodos de atendimento e o que pretende fazer nos próximos anos. Confira a conversa completa:
Conteúdo produzido exclusivamente para a seção Sua História, como branded content. Todas as informações foram fornecidas pelo entrevistado e não refletem a opinião de IstoÉ Publicações.
Epreendedorismo
Com população mais velha, franquias surgem como opção para aposentados que desejam empreender
Com modelos de negócio estruturados e marcas consolidadas, o franchising oferece previsibilidade, know-how e suporte para empreendedores iniciantes
São Paulo (SP), abril de 2026: Segundo os dados inéditos divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira envelheceu e o número de idosos atingiu um recorde histórico. O levantamento da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizado em 2025, mostra que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% do total de brasileiros, o equivalente a 212,7 milhões de residentes no ano passado. Enquanto parte desse perfil populacional opta por usufruir do período de descanso, há também quem enxergue a aposentadoria como um novo ciclo de oportunidades, mantendo-se ativo por meio do empreendedorismo.
Nesse contexto, o mercado franchising desponta como uma escolha estratégica, ao oferecer operações validadas, suporte contínuo e menor exposição a riscos, sendo atrativa para empresários em sua primeira experiência do outro lado do balcão. Segundo dados divulgados pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor registrou crescimento de 13,5% em 2025, ultrapassando faturamento de R$ 301 bilhões no período, reforçando sua relevância e atratividade no cenário econômico atual.
Para inspirar pessoas que têm o mesmo perfil e desejam se tornar empresários, conheça histórias de aposentados que decidiram se manter ativos no mercado empresarial e conquistaram o sucesso investindo no próprio negócio em diferentes marcas de franquias.
Água Doce Sabores do Brasil
Para realizar um dos seus sonhos antigos, Sueli Fragoso trabalhou por mais de 30 anos como bancária. A chegada da tão sonhada aposentadoria permitiu o investimento em um negócio de alimentação que proporcionava a realização de um objetivo antigo. “Era moradora de Bauru, no interior de São Paulo, e frequentava assiduamente a Água Doce da cidade. A estrutura, os pratos e as bebidas de qualidade sempre me chamaram a atenção. Quando me aposentei, estudei algumas alternativas e vi que era em uma franquia da rede que iria realizar um dos meus sonhos. Como atuei por cinco anos em um banco na cidade de Lençóis Paulista, notei que muitos moradores se deslocavam até Bauru para frequentar a unidade da Água Doce. Não pensei duas vezes em investir em um restaurante da franquia na cidade, para oferecer o que há de melhor na culinária brasileira”, comenta Fragoso, que junto com o marido José Eduardo, administram a operação desde 2007.
Divino Fogão
Aposentado desde 1997, Nilton Vidigal trabalhou por anos em uma confecção, atividade em que encerrou sua trajetória profissional dentro do ambiente corporativo. Para complementar a renda e não ficar ocioso, Nilton decidiu investir no segmento de franquias, abrindo seu primeiro negócio próprio no setor de sorvetes, no mesmo ano da sua aposentadoria. Após ingressar neste mercado, o empresário não saiu mais do franchising. Já em 2013, ele se tornou franqueado do Divino Fogão, uma rede de Food Service especializada em culinária da fazenda. Junto ao seu filho, Ricardo Vidigal, Nilton administra 80% do negócio localizado no Shopping Atrium, em Santo André, no ABC paulista. Além disso, os dois também são sócios de outro restaurante da marca, no Santana Parque Shopping, na zona norte da capital paulista. Para Nilton, se manter em atividade é essencial para o corpo e a mente, mesmo após a aposentadoria. “Estou no dia a dia do negócio, sempre atento às demandas que a operação necessita. Com isso, me mantenho ativo e em constante aprendizado mesmo tendo mais de 75 anos”, revela.
LavPop by 5àsec
Aposentado desde 2013, Rinaldo Henrique, de 58 anos, buscou no mercado de franquias uma alternativa para complementar a renda e deixar um patrimônio para sua família no futuro. A procura demandou alguns anos, pois foi necessário avaliar o mercado e negócios que proporcionassem segurança e confiança ao funcionário público. A chance de empreender veio em 2024 ao conhecer o Grupo 5àsec. “Ao pesquisar, vimos que o setor de lavanderias, principalmente de autosserviço, estava em crescimento no Brasil. Decidimos apostar na LavPop, que está em franca expansão por todo o Brasil e conta com o know-how de 30 anos da 5àsec no Brasil”, comenta Rinaldo, que possui como sócia sua esposa Kátia Henrique. A unidade foi aberta em maio do ano passado em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. De acordo com o empresário, mês a mês, a operação prospera, tanto que estão investindo na terceira máquina de lavar para ampliar o fluxo de clientes na loja localizada em um posto de gasolina da cidade. “É um desejo investir em mais unidades da rede. Neste primeiro momento, estamos colhendo os frutos do investimento da primeira operação, mas não descartamos crescer no futuro”, finaliza Rinaldo.
Microlins
Com 72 anos, o aposentado Jose Carlos Lucentini já tinha vivido o empreendedorismo antes mesmo de pendurar as chuteiras em 2016, após atuar em uma consultoria de alimentação. Mas sua história como empresário do franchising começou em 2025 ao se tornar franqueado da Microlins, rede de cursos profissionalizantes parte do Grupo MoveEdu. O primeiro contato com a marca ocorreu muitos anos antes, quando apadrinhou dois jovens que fizeram cursos na escola. “A recepção, a qualidade dos cursos e a didática dos livros me impactou bastante na época. Fiquei com esta lembrança na memória”, relembra José. Mas a virada de chave só ocorreu após ver um conteúdo da Microlins quando visitou sua filha na Austrália. “Relembrei de todo meu contato com a marca e, ao voltar para o Brasil, decidi procurar para entender mais sobre o processo de franquia”, comenta. Junto com sua filha Beatriz Lucentini, ele investiu na primeira escola em Valinhos, interior de São Paulo, e alguns meses depois na unidade de Louveira, também no estado paulista. “Depois de me aposentar, não quis me tornar inativo, pois tenho uma mente pulsante e busco me movimentar sempre. Para ser empreendedor após determinada idade é preciso ter vontade de trabalhar. Mesmo após minha experiência no mercado corporativo e no setor de educação, onde já publiquei sete livros e dei aulas no ensino superior, dentro das franquias ainda estou aprendendo e descobrindo outro universo. Quero sempre ter novas experiências”, finaliza Lucentini.
Milon
A trajetória de Katia Maria Cisne Fernandes, de 66 anos, no empreendedorismo começou antes mesmo da aposentadoria e teve início a partir da parceria construída ao lado do marido, Ricardo Fernandes, com quem compartilhou quase 48 anos de vida. Desde os anos 2000, o casal atuava como representante comercial no estado do Ceará no Grupo Kyly, detentor da marca Milon. Em 2016, ela decidiu investir no modelo de franquias da rede, e inaugurou uma unidade em Fortaleza (CE). Ela se tornou a primeira franqueada da Milon no Brasil. Após o falecimento do marido, ela deu continuidade ao trabalho iniciado em conjunto e afirma que, mesmo após a aposentadoria, segue com o mesmo foco, visando obter um crescimento contínuo. “Os desafios existem, como em qualquer outro negócio. Mas todos são possíveis de serem superados com dedicação e foco. Para isso, é fundamental ter o desejo de aprender mais a cada dia. Hoje, já aposentada, com meus filhos criados e com a loja completando 10 anos, não enxergo meu negócio apenas como uma fonte de renda, mas como uma realização pessoal, algo que me dá prazer. Sinto uma satisfação gigante em cuidar da minha franquia Milon”, comenta.
Peça Rara Brechó
O casal Luiz Henrique Ribeiro Barbosa e Elisabete Lourenço da Silva decidiram empreender após a aposentadoria dele, com a aquisição de uma loja Peça Rara Brechó, no formato pocket, com pouco mais de 100m² e setor feminino. Segundo o franqueado não houve uma preparação para a pós-aposentadoria. Primeiramente, compraram um salão de beleza para a esposa, que trabalhava no segmento há mais de 30 anos, enquanto ele prestava consultoria. O salão foi vendido em 2022, mas logo investiram em uma pequena loja de lingerie. No final de 2023, já clientes do Peça Rara Brechó, foram visitar uma loja da marca em outro bairro – até então não sabiam que era franquia – e perceberam que era exatamente igual a anterior. Em conversa com a proprietária marcaram uma reunião para saber os detalhes da franquia e a possibilidade de abrir uma versão pocket em alguma cidade do interior paulista. Em relação ao futuro, Luiz pretende seguir à frente da operação por pelo menos 5 anos.
Rockfeller
Iara Dietrich, 62 anos, é uma avó, aposentada, inspiradora que equilibra a vida profissional e pessoal com maestria. Com três filhos e cinco netos, ela sempre manteve sua carreira ativa, inicialmente como professora de espanhol. Empreendedora por natureza, Iara realizou o sonho de ter seu próprio negócio ao abrir uma franquia da Rockfeller, uma rede de escolas de idiomas. Ao lado de sua filha mais velha, Maria Clara, que é sua sócia e diretora comercial, Iara consolidou a escola com uma identidade de qualidade e seriedade. Além do trabalho, ela valoriza os momentos com os netos, especialmente cozinhando e tocando piano juntos.
Royal Face
Aos 66 anos, Antônio dos Reis Almeida encontrou uma oportunidade de empreender após a aposentadoria. A inspiração veio de um amigo cuja esposa trabalhava na operação da Royal Face em Goiânia, capital de Goiás, e apresentou o modelo de negócios da franquia. A Royal Face, maior rede de harmonização facial e corporal, possui mais de 270 unidades em todo país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa, além da rede de fazer parte do Grupo SMZTO. Buscando a solidez e o potencial da marca, Antônio decidiu investir no setor de estética, adquirindo sua primeira unidade em Maceió, no estado de Alagoas. O sucesso da empreitada o levou a expandir seus horizontes, abrindo novas operações em Lauro de Freitas, na Bahia; em Campina Grande, na Paraíba, e em Manaus, no Amazonas, consolidando sua trajetória como franqueado de destaque na rede.
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