Politica
Empreendedores do Paranoá recebem capacitação para negócios no Instagram
Oficinas foram ministradas por alunos da UnB por meio da Rede de Pesquisa em Extensão da universidade
Empreendedores do Paranoá tiveram a oportunidade de aprender a transformar o Instagram em uma ferramenta de negócios por meio de oficinas gratuitas oferecidas por alunos da Universidade de Brasília (UnB), com direito a certificado de participação. As atividades ocorreram nos dias 3 e 17 de outubro, na Administração Regional do Paranoá.
As oficinas foram ministradas por estudantes da Faculdade de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Design da UnB. O projeto foi coordenado pelos professores Ana Carolina Kalume e Paulo Almeida e faz parte da Rede de Pesquisa em Extensão da Universidade de Brasília, Polo Paranoá.
De acordo com a professora Ana Carolina Kalume, o objetivo foi capacitar produtores e empreendedores locais para o uso estratégico do Instagram, fortalecendo a comunicação e a divulgação de produtos e serviços, além de valorizar as expressões culturais da região. “Muitos empreendedores da comunidade ainda não conhecem o Instagram como uma ferramenta de negócios. Essas oficinas foram uma oportunidade para que aprendessem estratégias de vendas e ampliassem sua presença digital”, afirmou a professora.
Alessandra Quirino, de 38 anos, confeiteira, destacou a importância da capacitação. “Esse momento é muito importante, porque a gente não tem essas oportunidades. Para fazer um curso assim, o valor é alto e, ainda assim, não entrega o que os alunos estão entregando”, contou.
Durante as oficinas, os participantes aprenderam desde a criação de um perfil de sucesso até técnicas de produção de fotos e vídeos para redes sociais, estratégias de marketing digital e planejamento de conteúdo. O intuito foi promover a inclusão digital e contribuir para a geração de renda sustentável na comunidade.
Para Pablo Alves, criador do projeto Ray Fit Social, a iniciativa foi essencial para compreender melhor as redes. “Os alunos da UnB mostraram que é bem mais simples do que eu imaginava. Nos deram a oportunidade de ter esse primeiro contato e, aos poucos, vamos melhorando”.
O coordenador do Polo de Extensão Paranoá-Itapoã-São Sebastião da UnB, Lucas Moreira, ressaltou a importância da ação para a formação dos estudantes e a democratização digital. “Muitas vezes, as pessoas estão produzindo, mas não sabem como divulgar e obter lucro. Com essa formação dos empreendedores, trabalhamos também a inclusão digital, uma carência muito grande da região”, completou.
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Paulo Almeida
(61) 99822-3006
Politica
Mulheres lideram práticas de sustentabilidade no país e priorizam embalagens recicladas, aponta pesquisa
Crédito: Getty Images
Levantamento da Nexus a pedido do Sindiplast mostra que 25% das mulheres dizem sempre escolher produtos com material reciclado; entre homens, índice é de 19%
As mulheres lideram o consumo consciente no Brasil quando o assunto é escolher produtos com embalagens recicladas. É o que mostra a pesquisa “Hábitos Sustentáveis & Percepções sobre o Plástico”, realizada pela Nexus encomendada pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo).
Segundo o levantamento, 25% das mulheres afirmam que sempre optam por produtos com material reciclado na hora da compra. Entre os homens, o percentual é menor: 19% dizem adotar essa prática de forma constante.
A pesquisa analisou homens e mulheres separadamente. Em cada grupo, os entrevistados se dividem entre as opções “sempre”, “na maioria das vezes”, “na minoria das vezes” e “nunca”, fechando 100% da amostra de cada gênero.
Mulheres lideram práticas de reciclagem e reaproveitamento de embalagens
A diferença vai além das prateleiras do supermercado. O estudo indica que o público feminino também declara maior frequência na adoção de práticas relacionadas à reciclagem no ambiente doméstico.
- Separação do lixo: 49% das mulheres dizem que sempre separam resíduos para reciclagem, contra 46% dos homens.
- Reaproveitamento de embalagens: 36% afirmam que sempre reutilizam embalagens após o uso. Entre os homens, o índice é de 29%.
O levantamento também classificou os entrevistados em perfis de sustentabilidade. De acordo com os dados, 35% das mulheres estão no grupo considerado mais engajado, adotando práticas sustentáveis com maior frequência.
Já entre os homens, a maioria (58%) afirma reconhecer a importância do tema, mas não realiza ações em prol do meio ambiente com regularidade.
Preocupação com as mudanças climáticas
O estudo identificou diferenças na forma como homens e mulheres percebem os impactos ambientais.
Entre as mulheres, 24% apontam alagamentos e enchentes como a principal preocupação ambiental, quase o dobro do índice registrado entre os homens (13%).
Na avaliação dos responsáveis pelo estudo, a maior atenção a efeitos que impactam diretamente o cotidiano pode ajudar a explicar um comportamento mais ativo do público feminino na escolha de produtos e na gestão de resíduos.
Para Paulo Teixeira, diretor-superintendente do Sindiplast, os dados indicam que as mulheres apresentam maior adesão a práticas sustentáveis. “Elas transformam preocupação em atitude no momento da compra. Não é apenas discurso, mas um comportamento recorrente. Quando a sustentabilidade se torna parte do dia a dia, passa a influenciar diferentes etapas do consumo”, afirma o executivo.
A pesquisa ouviu 2.009 pessoas por telefone, em todas as 27 Unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
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