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Saúde

HOSPITAL DE OLHOS DR. RICARDO GUIMARÃES ABRE INSCRIÇÕES PARA VOLUNTÁRIOS COM ALTO GRAU DE MIOPIA PARTICIPAREM DE ESTUDO PARA NOVA LENTE EM BH

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O Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães está com inscrições abertas para voluntários com alto grau de miopia que queiram participar de estudo sobre nova lente. A lente fácica é uma alternativa importante para portadores de alta miopia que não podem se submeter à cirurgia refrativa a laser.

A lente foi desenvolvida em Minas Gerais e, atualmente, se encontra em fase de aprovação pela Anvisa. O processo conta com a parceria do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, referência nacional em cirurgias refrativas avançadas, sendo responsável pelo estudo clínico com dezenas de pessoas com alta miopia, além da realização das cirurgias.

A parceria entre as duas instituições já dura cerca de três décadas e começou com o desenvolvimento dos anéis estromais intracorneanos, usados no tratamento do ceratocone — uma tecnologia que também ganhou reconhecimento internacional e ajudou a consolidar a inovação brasileira na oftalmologia.

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Há menos de um mês, o hospital já fez a primeira cirurgia envolvendo a lente fácica com a enfermeira mineira Lorena, 37 anos. A médica responsável, a oftalmologista Paula Guimarães, explica que a lente fácica é implantada no interior do olho sem a remoção do cristalino, preservando a anatomia ocular natural. “A técnica apresenta excelente qualidade visual, com alto grau de segurança e previsibilidade”, afirma a especialista.

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O Hospital está com inscrições abertas para voluntários com mais de 6 graus de miopia que queiram participar do estudo. A inscrição deve ser feita pelo e-mail contato@holhos.com.br ou pelo Whatsapp (31) 99972-2222.

CRÉDITOS:

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Fotos: Divulgação 

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Saúde

Hospital de Santa Maria utiliza 253 câmeras para ampliar a segurança de pacientes e profissionais

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Sistema monitora áreas estratégicas da unidade, auxilia na prevenção de ocorrências e agiliza a atuação das equipes de segurança

 

Por Talita Motta
Mais de 71 mil pessoas passaram pela Portaria Central do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) entre janeiro e abril deste ano. O intenso fluxo de pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais exige uma estrutura permanente de monitoramento para reforçar a segurança na unidade.
Desse total, 40.525 acessos foram de acompanhantes, 14.685 de visitantes e 16.433 classificados como trânsito geral, o que representa uma média de quase 600 pessoas por dia passando pelo principal acesso do hospital.
Para atender a essa demanda, a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), conta com uma estrutura de videomonitoramento formada por 253 câmeras, sendo 20 delas equipadas com recursos de inteligência artificial. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos, auxiliando na prevenção de ocorrências e dando suporte às equipes responsáveis pela proteção do patrimônio e das pessoas.
Para ampliar a eficiência desse monitoramento, uma cooperação técnica entre a Superintendência de Operações (Suope) do IgesDF e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) permite o compartilhamento de registros, contribuindo para a análise de situações ocorridas tanto dentro quanto no entorno da unidade.
Na prática, os recursos tecnológicos têm se mostrado importantes aliados das equipes de vigilância patrimonial. De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança do HRSM, Antônio Araújo, a ferramenta desempenha papel fundamental na apuração de ocorrências.
“Recebemos com frequência relatos de objetos esquecidos e casos de furtos de celulares. Com o apoio das câmeras, conseguimos rastrear movimentações, verificar o que aconteceu e reunir informações que auxiliam na apuração dos fatos”, explica.
Além do registro de ocorrências, a plataforma utiliza recursos de análise inteligente capazes de identificar movimentações incomuns, invasões de perímetro e aglomerações, ampliando a capacidade de prevenção e de resposta das equipes.
Monitoramento em tempo real
Para o chefe do Núcleo de Monitoramento Remoto (Numor) do IgesDF, Daniel Rabelo, o videomonitoramento vai além da vigilância e se tornou uma ferramenta estratégica para a gestão hospitalar.
“Ter uma visão ampla do que acontece nos diferentes espaços faz a diferença. O acompanhamento em tempo real contribui para que todos se sintam mais seguros durante sua permanência no hospital”, afirma.
A sensação de segurança também é percebida por quem frequenta a unidade. Entre eles está Regina da Silva, que acompanha a mãe, Rosalina da Silva, internada há duas semanas.
“A gente sempre fica atento aos nossos pertences, mas saber que existe uma estrutura acompanhando o ambiente traz mais tranquilidade”, relata.
Todo o processo é coordenado pela Gerência Operacional do IgesDF e segue protocolos rigorosos de sigilo e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo que o monitoramento ocorra de forma responsável e alinhada às normas vigentes.

 

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