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Estácio lança plataforma gratuita para ajudar jovens a planejar o futuro profissional

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Estácio lança plataforma gratuita para ajudar jovens a planejar o futuro profissional

Criado pela Estácio, Play na Carreira reúne teste vocacional, preparação para o Enem, aulas gratuitas e conteúdos sobre o mercado de trabalho

Escolher uma profissão, preparar-se para o ensino superior e compreender as possibilidades do mercado de trabalho são decisões que podem gerar dúvidas e insegurança entre os jovens. Para apoiar esse processo, a Estácio, instituição do grupo Yduqs, apresenta o Play na Carreira, plataforma digital gratuita que reúne ferramentas, conteúdos e experiências interativas voltadas especialmente à Geração Z_

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O ambiente foi desenvolvido para acompanhar os estudantes em diferentes etapas da jornada acadêmica e profissional, desde o autoconhecimento e a identificação de aptidões até a preparação para o Enem, o ingresso no ensino superior e o desenvolvimento de competências valorizadas pelo mercado.

A iniciativa chega em um momento no qual quase 40% dos jovens de 15 anos ainda não conseguem definir expectativas sobre a futura carreira, segundo levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado em 2025 e realizado com participantes de mais de 30 países.

“O Play na Carreira foi desenvolvido para aproximar os jovens das possibilidades que a educação pode oferecer, utilizando uma linguagem conectada ao universo da Geração Z. Nosso objetivo é criar uma jornada contínua de orientação, aprendizagem e desenvolvimento, reunindo ferramentas que auxiliem os estudantes desde a descoberta de suas aptidões até a construção de um projeto sólido de carreira”, afirma Ana Luzia Lima, diretora de Captação da Estácio.

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*Jornada inspirada na evolução de um jogo*

O Play na Carreira está organizado em quatro fases, que representam a evolução do participante ao longo de sua trajetória. No Modo Exploração, os jovens podem realizar um teste vocacional e utilizar a ferramenta Rota de Carreiras para conhecer profissões e identificar áreas de atuação compatíveis com seus interesses, perfil e objetivos.

Na segunda etapa, o Modo Treinamento, o foco é a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A plataforma oferece videoaulas, simulados, revisões rápidas, correção de redação e conteúdos em formatos dinâmicos, reunidos nas trilhas Enem Action e Tá Explicado Enem.

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A terceira fase, denominada Versão Demo, permite que o estudante experimente como é estudar na Estácio por meio de aulas gratuitas. Também está disponível uma calculadora que estima o potencial de bolsa de estudos de acordo com a nota obtida no Enem.

*Conteúdos para o desenvolvimento profissional*

Na última etapa, a Versão Pro, os usuários encontram materiais sobre mercado de trabalho, profissões em alta e cursos livres voltados ao aprimoramento de competências. A plataforma também contará com uma fase adicional, com conteúdos específicos relacionados a diferentes áreas de atuação.

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A proposta é manter o ambiente em constante evolução, com a inclusão de novas ferramentas e funcionalidades, estabelecendo um relacionamento contínuo com os jovens durante toda a trajetória acadêmica e profissional.

Com acesso gratuito, o Play na Carreira reforça o compromisso da Estácio Brasília e do grupo Yduqs com a democratização da educação e com o desenvolvimento de soluções digitais capazes de tornar a escolha profissional mais acessível, personalizada e conectada à maneira como as novas gerações aprendem, pesquisam e tomam decisões.

Serviço

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Play na Carreira – hub digital de orientação profissional
Acesso: descubra.estacio.br/play-na-carreira
Valor: gratuito

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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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