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Cultura

Música, teatro e exposições de arte movimentam final de semana brasiliense

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Há eventos gratuitos programados para diversas regiões administrativas

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Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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O primeiro final de semana de agosto conta com opções culturais gratuitas no Distrito Federal. A programação reúne apresentações teatrais em Águas Claras, Riacho Fundo e Ponte Alta Norte, música instrumental na Vila Planalto, shows de artistas nacionais no Plano Piloto e encontro de cultura popular em Planaltina. Confira a lista:

Música

Neste domingo (2), o projeto Conexões Camerísticas na Praça – Edição Especial é atração no Casarão da Vila Planalto | Fotos: Divulgação

O projeto Conexões Camerísticas na Praça – Edição Especial começa no Casarão da Vila Planalto neste domingo (2). A programação terá encontros aos domingos de agosto, às 11h30, e se encerra no dia 20 de setembro, a partir das 15h30, na Praça Principal do bairro. A flautista Sammille Bonfim e o violonista Vinícius Vianna apresentam performances em diferentes formações musicais.

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O III Encontro de Baques do DF ocorre no Complexo Cultural de Planaltina neste final de semana. As atividades serão realizadas das 13h às 21h, com entrada gratuita, incluindo música, cortejo, cinema, feira e convivência.

Teatro

 

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Espectro de Ser, em Águas Claras, tem como tema os desafios do Transtorno do Espectro Autista

O espetáculo Espectro de Ser aborda os desafios do Transtorno do Espectro Autista (TEA), com foco no nível 1 de suporte. As duas últimas sessões gratuitas serão neste sábado (1º), às 20h, e domingo (2), às 19h, no Teatro dos Ventos, no Duo Mall, em Águas Claras.

O espetáculo Janelas ocorre nesta sexta (31) e sábado (1º), às 20h, e domingo (2), às 19h, no Salão Comunitário do Riacho Fundo. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 14 anos.

Na Ponte Alta Norte, o projeto Bonecos na Rural apresenta o espetáculo A Flor do Sertão no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos (Avenida Buriti, Condomínio Esquina do Sol, Lote 15 comercial). As sessões serão realizadas nos domingos deste mês, com abertura dos portões às 16h. A entrada é gratuita, com suporte de interpretação em Libras e audiodescrição.

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Criançada

 

 

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No Gama, a MC Divertida é uma das atrações do Festival Cultural Viver Juntos, voltado ao público infantil

O Festival Cultural Viver Juntos oferece atividades voltadas ao público infantil neste domingo (2), em frente à Vila Olímpica do Gama, a partir das 9h. O evento conta com apresentações artísticas, brinquedoteca inclusiva, espaços de convivência e conversas sobre autismo infantil. As atrações incluem a MC Divertida e apresentações de personagens infantis.

Exposições 

Um encontro automotivo ocorre no Pavilhão do Parque da Cidade neste sábado (1º) e domingo (2), a partir das 9h, com entrada gratuita mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla. A exposição apresenta veículos clássicos, modelos raros, carros customizados e projetos especiais. A programação conta com apresentações musicais das bandas Old Play e Let it Beatles, além de feira de artesanato, área de alimentação e espaço infantil.

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Exposição de veículos clássicos e apresentações das bandas Old Play e Let it Beatles estão entre as atrações que movimentam o Pavilhão do Parque da Cidade

O Museu de Arte de Brasília (MAB) recebe a exposição Poéticas Paranaenses – Mulheres do MAC no MAB até 10 de setembro. A mostra reúne obras do acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC). O espaço funciona de quarta a segunda-feira, das 10h às 19h.

Também no MAB, estão abertas para visitação a mostra de longa duração do acervo na galeria principal; a exposição Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich, na Sala da Contemplação; e Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker, na Sala Multiúso.

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No Museu Nacional da República, ocorrem as mostras Dípticos, Arte e Curadoria (Galeria 2), disponível até 9 de agosto, e Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos (Galeria 3), até 30 de agosto. A área externa recebe o Festival Favela Sounds, com entrada gratuita mediante retirada de ingresso na plataforma Sympla. Haverá apresentações artísticas com a cantora Gaby Amarantos e o cantor Puterrier.

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O Museu Vivo da Memória Candanga apresenta as exposições Poeira, Lona e ConcretoA Importância da Mulher na Construção da Nova CapitalCandangos e Pioneiros: Ernesto Silva e Edson PortoA Construção de Brasília — Fotografias de Jankiel Gonczarowska (1956–1970)Cerrado de Pau de Pedro; e Brasília Memória Viva — Fotografias de Joaquim Paiva.

O Museu Vivo também disponibiliza as oficinas Saber Fazer, de segunda a sexta-feira, com atividades de corte e costura, bordado, crochê, tricô e reciclagem de jeans. O projeto Poéticas da Meia-Noite — Fechaduras Abertas ocorre de segunda a sábado, das 9h às 13h. Aos sábados e domingos, há o curso em Técnicas de Resgate da Autoestima, das 8h às 17h. A atividade Aventura de Educação Ambiental, do Grupo de Escoteiros Hokma Guará — 35º DF, está prevista para ocorrer das 9h às 12h.

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A programação do Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) reúne exposições, espetáculos e oficinas. Dentre as atividades, destacam-se a exposição de artes plásticas e visuais, diariamente na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h; e o espetáculo Sob o Céu de Brasília e o do coletivo Saturno Cultural, às 16h na Sala Multiuso e a partir das 18h no Galpão Hugo Rodas, respectivamente.

Desta sexta (31) até segunda (3), o Complexo Cultural de Samambaia recebe atividades de artes cênicas, dança e ações comunitárias. O projeto Flores do Cerrado ocorre no ateliê das 14h às 18h, com oficinas de corte e costura e bordado. Além disso, grupos artísticos como Solaris, Cia Beckus e Cia In Glow se apresentam a partir das 14h nas salas do local.

Na Biblioteca Nacional de Brasília, haverá cursos, encontros literários e exposições. Dentre os destaques estão a 2ª Exposição Sertões, disponível até 31 de agosto, além de cursos de conversação em inglês (básico e intermediário) e espanhol — todos gratuitos.

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Cultura

Projeto promove vivências formativas em Planaltina-DF e Novo Gama-GO, com evento de encerramento na Fundação Cultural Palmares, em Brasília

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Presentes hoje em restaurantes, festivais e diferentes espaços da gastronomia brasileira, muitos dos saberes da cozinha afro-brasileira nasceram e foram preservados nos quintais, nas cozinhas comunitárias e nos terreiros, ambientes nos quais alimento, espiritualidade, memória e vida coletiva sempre caminharam juntos. É desse caldo de histórias, práticas e conhecimentos ancestrais que surge Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana, projeto da Fundação Cultural Palmares, realizado pelos institutos Lente Cultural e Kitanda Cultura de Terreiro.

Em sua segunda edição, o projeto realiza, entre agosto e setembro de 2026, dois ciclos formativos em territórios tradicionais de matriz africana e um encontro público de encerramento. A programação passará pelo Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina, no Distrito Federal, nos dias 22 e 23 de agosto; pela Casa de Oyá, em Novo Gama, Goiás, em 5 e 6 de setembro; e será concluída em 8 de setembro, na sede da Fundação Cultural Palmares, em Brasília, com a participação da chef e Makota Solange Borges. Ao longo desse percurso, lideranças religiosas, pesquisadoras, cozinheiras, produtoras culturais e representantes das comunidades se reunirão em oficinas, vivências práticas, rodas de conversa e refeições coletivas. As inscrições podem ser feitas, gratuitamente, através de preenchimento de formulário  link.

Mais do que realizar encontros pontuais, Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana busca fomentar a preservação, a difusão e o reconhecimento da culinária afro-brasileira como patrimônio cultural. Entre os seus objetivos está o de fortalecer a identidade, a autonomia, o empreendedorismo criativo e a soberania alimentar e nutricional das comunidades tradicionais de matriz africana.

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Para a produtora cultural e presidente do Instituto Lente Cultural, Carol Peres, “A salvaguarda dos saberes tradicionais não é apenas uma revisão do nosso passado, mas uma ferramenta indispensável para pensarmos o futuro da cultura no Brasil. Quando reconhecemos e fortalecemos a culinária de matriz africana, estamos valorizando tecnologias ancestrais que unem sustentabilidade, memória e economia criativa. O papel das instituições culturais é justamente criar as pontes e garantir as condições para que esses territórios de resistência continuem sendo os verdadeiros protagonistas da difusão e preservação do nosso patrimônio imaterial”.

A iniciativa parte do entendimento de que a culinária de terreiro não se resume ao preparo de alimentos. Ela carrega conhecimentos transmitidos entre gerações, modos próprios de cultivo, conservação e aproveitamento dos ingredientes, relações com a natureza, práticas de cuidado e formas de organização comunitária.

Ao aproximar patrimônio cultural, segurança alimentar, sustentabilidade e economia criativa, o projeto transforma a herança ancestral em instrumento de fortalecimento dos territórios e de resposta a desafios contemporâneos. A iniciativa também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à fome zero e à agricultura sustentável, à igualdade de gênero, ao trabalho decente e à geração de renda, à redução das desigualdades, à preservação das comunidades e ao consumo e à produção responsáveis.

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“O Tabuleiro da Baiana transcende o ato de nutrir; trata-se de uma sofisticada tecnologia ancestral e a materialização do legado das mulheres negras. Como liderança de uma comunidade tradicional Angola Kongo, vejo que essa prática é um pilar para o desenvolvimento sustentável das nossas comunidades. O Tabuleiro é um instrumento vivo de manutenção dos saberes tradicionais, estruturando a nossa proteção social e atuando como um vetor essencial na promoção da segurança alimentar e nutricional. Fruto da inteligência das zungueiras, quitandeiras e ganhaderias, que no Brasil colonial serviu de manobra contra-colonial para subsistência das pessoas negras, legado que perdura na contemporaneidade”, ressalta Tata Luazi Luango, coordenador artístico do projeto.

Primeira vivência acontece no Terreiro da Vovó Maria Conga – Polo I

A primeira etapa será realizada nos dias 22 e 23 de agosto, das 9h às 17h, no Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina. Durante os dois dias, os participantes poderão conhecer os espaços do terreiro, visitar a horta comunitária, acompanhar o preparo de receitas tradicionais e compartilhar os pratos produzidos nas atividades.

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A programação começa com a vivência Terreiro Cerratense, conduzida por Mãe Maria do Cerrado, gestora do Terreiro da Vovó Maria Conga. A atividade apresenta a culinária tradicional de terreiro a partir dos ingredientes, das práticas e dos conhecimentos ligados ao Cerrado. Além da visita ao espaço, os participantes acompanharão o preparo de um prato típico da culinária cerratense, finalizando o encontro com um almoço coletivo.

Mãe Maria do Cerrado também estará à frente da vivência Senzala Gastronômica, dedicada aos saberes transmitidos pelas Pretas e pelos Pretos Velhos. A proposta é abordar a presença da memória, da espiritualidade e da ancestralidade na alimentação, passando pela visita à horta do terreiro, pelo preparo de um prato tradicional da culinária quilombola e pelo compartilhamento da refeição.

A educadora Ekejie Cleide Morais, da Favela Gastronômica, conduzirá a oficina Cozinhas Comunitárias. A atividade será voltada às práticas de segurança alimentar e nutricional, com orientações sobre aproveitamento integral dos alimentos, armazenamento, distribuição e organização das cozinhas populares e comunitárias. Cleide compartilhará experiências construídas em iniciativas que utilizam a alimentação como instrumento de acolhimento, autonomia e fortalecimento coletivo.

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Já a afro produtora Ekejie Jackeline Silva apresentará a oficina Afro Paladar, nome do livro e do documentário desenvolvidos por ela. A partir dessas experiências, a facilitadora abordará técnicas de registro e documentação do patrimônio gastronômico afro-brasileiro, além de orientar os participantes na construção de um livro de receitas tradicionais.

Todas as atividades culminam em momentos de convivência à mesa. Os participantes poderão degustar os pratos preparados durante as oficinas, reforçando a ideia de que cozinhar, compartilhar e comer também são formas de preservar memórias, transmitir conhecimentos e fortalecer vínculos comunitários.

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Mais do que ensinar receitas, o projeto pretende mostrar como a culinária tradicional constitui um importante instrumento de preservação da identidade afro-brasileira, de fortalecimento comunitário e de geração de oportunidades econômicas para mulheres negras e comunidades tradicionais.

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Para facilitar o acesso dos participantes, haverá transporte gratuito com saída da Rodoviária do Plano Piloto, mediante inscrição prévia

Projeto segue para Novo Gama – Polo II

A segunda vivência acontecerá nos dias 5 e 6 de setembro, na Casa de Oyá, em Novo Gama. A etapa seguirá a metodologia adotada em Planaltina, incorporando conteúdos relacionados à agroecologia, à sustentabilidade, à preservação ambiental e à geração de renda nos territórios tradicionais.

A programação contará com atividades conduzidas pela Yalorixá Jussara Morais, pela agroecologista Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe, por Ekejie Cleide Morais e por Ekejie Jackeline Silva. Os detalhes dessa segunda vivência serão divulgados posteriormente.

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O encerramento será realizado em 8 de setembro, na Fundação Cultural Palmares, em Brasília, com apresentação dos resultados do projeto e aula-show da chef e Makota Solange Borges, idealizadora do projeto Culinária de Terreiro e do Festival do Dendê. A programação também contará com lançamento de livro, mesa de debate, apresentações culturais e degustação de pratos preparados especialmente para a ocasião.

SERVIÇO

Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana

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Participação: gratuita
Inscrições: link

Vivência Formativa – Polo I

Datas: 22 e 23 de agosto de 2026, sábado e domingo
Horário geral: das 9h às 17h
Local: Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga – Planaltina (DF) Mapa
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo saindo do estacionamento do SESI Lab

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Terreiro Cerratense
Facilitadora: Mãe Maria do Cerrado
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Senzala Gastronômica
Facilitadora: Mãe Maria do Cerrado
Carga horária: 4 horas

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Afro Paladar
Facilitadora: Ekejie Jackeline Silva
Carga horária: 4 horas

Vivência Formativa – Polo II

Datas: 5 e 6 de setembro de 2026, sábado e domingo
Horário geral: Das 9h às 17h
Local: Casa de Oyá – Novo Gama (GO) Mapa
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo saindo do estacionamento do SESI Lab (Plano Piloto-DF)

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Tabuleiro da Baiana
Facilitadora: Yalorixá Jussara Morais
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Terreiro Sustentável
Facilitadora: Muzenza Imoxicongo – Agroecologista Raíssa Felipe
Carga horária: 4 horas

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Afro Paladar
Facilitadora: Ekejie Jackeline Silva
Carga horária: 4 horas

Encerramento

Data: 8 de setembro de 2026, terça-feira
Horário: A partir das 14h
Local: Fundação Cultural Palmares – Brasília (DF)

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Para mais informações, acessar o instragramhttps://www.instagram.com/saboresesaberesdeterreiro/

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