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Saúde

Inovação e tecnologia no cuidado aos idosos: como a segurança eletrônica está transformando ambientes residenciais e institucionais

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Adotar tais medidas também permite maior praticidade e comodidade
às pessoas da terceira idade, seja em casa ou em locais públicos

O Brasil está envelhecendo. Em 2022, a população com 60 anos ou mais atingiu 32,1 milhões de pessoas, representando 15,8% da população do país. Esse crescimento exponencial da terceira idade traz desafios para as famílias, que precisam conciliar a rotina de trabalho, vida social e filhos com a responsabilidade de garantir o bem-estar de seus idosos. Diante desse cenário, a tecnologia se torna uma grande aliada, proporcionando segurança, conforto e autonomia.

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O desafio do cuidado à distância

Muitas famílias enfrentam a dificuldade de acompanhar de perto a rotina de seus idosos. Segundo dados recentes, 83,4% dos idosos necessitam de monitoramento ou companhia dentro de casa, enquanto 74,1% precisam de auxílio nos cuidados pessoais. Além disso, 61,1% requerem acompanhamento para atividades externas, como consultas médicas e compromissos sociais. Com tantas demandas e a correria do dia a dia, a tecnologia surge como solução para manter a segurança e a qualidade de vida dessa população.

Soluções tecnológicas que transformam o cuidado com Idosos

A inovação no cuidado com idosos não se limita às casas de repouso. Hoje, soluções de segurança eletrônica e monitoramento remoto tornam-se fundamentais para quem deseja oferecer suporte contínuo, sem abrir mão da própria rotina. Glenda Negreiros, executiva da Brasfort, empresa especializada em Segurança Eletrônica, comenta: “A segurança eletrônica não é apenas sobre controle de acesso ou monitoramento, mas sobre proporcionar um ambiente onde os idosos e suas famílias se sintam amparados. Cada solução que desenvolvemos tem o propósito de trazer mais conforto e confiança para o dia a dia.”

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Entre as principais tecnologias que auxiliam no cuidado com idosos, destacam-se:

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Monitoramento 24h: Câmeras de alta resolução permitem o acompanhamento em tempo real das atividades dos idosos, garantindo que qualquer situação de risco seja prontamente identificada.

Sensores de presença e detecção de quedas: Equipamentos instalados em residências ou condomínios identificam movimentações atípicas e podem acionar familiares ou equipes de emergência automaticamente.

Botão de pânico: Com um simples toque, o idoso pode solicitar ajuda imediata em casos de emergência, garantindo uma resposta rápida e eficiente.

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Controle de acesso inteligente: Tecnologias como reconhecimento facial e QR Code ajudam a evitar acessos indevidos e proporcionam um ambiente mais seguro para os idosos que vivem sozinhos ou em condomínios.

A tecnologia como ferramenta de autonomia

Ao contrário do que muitos imaginam, a tecnologia não apenas protege, mas também promove a independência. Com a implementação de soluções inteligentes, idosos podem continuar vivendo de forma autônoma, sem abrir mão da segurança. Isso reduz a necessidade de vigilância constante por parte dos familiares, permitindo que todos mantenham suas rotinas com mais tranquilidade. Glenda Negreiros ainda destaca: “Criamos soluções inteligentes que respeitam a rotina e a individualidade dos idosos. Com tecnologias como o reconhecimento facial, monitoramento remoto e sensores de queda, garantimos que eles possam manter sua independência, sem abrir mão da segurança.”

A importância da segurança eletrônica em casas de repouso e em condomínios

O crescimento da população idosa também impacta o mercado de casas de repouso e residências sênior. A modernização desses espaços tem sido marcada pela adoção de tecnologias, como monitoramento remoto, controle de acesso e alarmes inteligentes. Além disso, em condomínios residenciais, a instalação de dispositivos de segurança específicos para idosos, como corrimãos bem posicionados, pisos antiderrapantes e iluminação estratégica, fazem toda a diferença na prevenção de acidentes.

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Um futuro mais seguro para a terceira idade

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Com a expectativa de que até 2050 os idosos representem quase 30% da população brasileira, é importante que famílias, empresas e condomínios invistam em soluções inovadoras para garantir a proteção desse público. A tecnologia não substitui o cuidado humano, mas é um recurso valioso para proporcionar mais segurança e qualidade de vida tanto para os idosos quanto para suas famílias.

“O grande diferencial da tecnologia é a prevenção. Com monitoramento 24h e alertas automáticos, conseguimos responder rapidamente a qualquer situação, evitando riscos e proporcionando mais tranquilidade para as famílias que nem sempre podem estar presentes o tempo todo.”, finaliza Glenda Negreiros. 

 

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Saiba mais sobre a Brasfort

A Brasfort é uma empresa especializada em soluções 360º e integradas de vigilância, segurança eletrônica, limpeza, conservação e manutenção. Foi fundada em 1987, em Brasília, e conta com uma cartela extensa de clientes, seja na iniciativa pública ou privada. Emprega mais de 6 mil funcionários no Distrito Federal e outras Unidades da Federação, além de ser pioneira em seu segmento, ao implementar em 2014, um programa de política de integridade, que estabelece princípios, diretrizes e funções de compliance em todos os níveis. Acesse o site e o perfil da Brasfort no instagram @brasfortoficial.

 

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ASSESSORIA DE IMPRENSA | Brasfort

Conversa Estratégias de Comunicação Integrada

Ana Paula Britto
(71) 99954-6095
paula@conversacomunicacao.com.br

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Mari Blessa
(11) 96588-2466
mari@conversacomunicacao.com.br

 

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Saúde

Mulheres que constroem: maternidade, desafios e superação na construção civil

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Mesmo diante de um setor historicamente masculino, mulheres seguem conquistando espaço na construção civil e transformando realidades dentro e fora dos canteiros de obras. Entre elas, mães que conciliam jornadas intensas de trabalho com os cuidados da família, enfrentando diariamente desafios que vão além da profissão.

A presença feminina na construção civil tem crescido de forma consistente nos últimos anos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, entre 2007 e 2018, houve um aumento de 120% da participação das mulheres no setor. Hoje, elas ocupam funções que vão desde atividades operacionais até cargos técnicos e estratégicos, mostrando competência, resiliência e capacidade de adaptação.

Mas, por trás dos capacetes, projetos e rotinas aceleradas, existem histórias marcadas por dedicação, cuidado e superação. Para muitas trabalhadoras, ser mãe e atuar na construção civil significa viver uma rotina de equilíbrio constante. Entre prazos, responsabilidades profissionais e a criação dos filhos, essas mulheres aprendem diariamente a administrar o tempo, lidar com a culpa da ausência e encontrar forças para continuar.

Mãe de dois filhos, Denise Duarte, engenheira de Segurança do Trabalho da Soltec Engenharia, afirma que a maternidade transformou completamente sua vida e sua forma de trabalhar. “A maternidade faz a vida da mulher dar uma volta de 360º e, independentemente da área de atuação, a rotina e a carreira profissional são afetadas. Mas, para mim, não tive impacto negativo”, relata.

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Ela lembra que trabalhou até a última semana de gestação e que, na época, costumavam brincar que os filhos “iriam nascer no canteiro de obras”. Segundo Denise, os desafios da maternidade trouxeram aprendizados importantes para sua carreira. “Aprendi a delegar melhor e a confiar mais na minha equipe, garantindo que os processos continuassem funcionando com excelência, mesmo quando eu precisava me ausentar por questões familiares. A maternidade me fez uma profissional mais focada no essencial”, destaca.

A rotina intensa também faz parte da vida de Veronica Barbosa de Souza, mãe de três filhos e servente/rejuntadeira na Base Incorporações há quatro anos. Provedora do lar, ela define sua trajetória como uma história diária de superação. “Minha rotina exige madrugadas, planejamento rigoroso, rede de apoio para cuidar das crianças e muita resiliência para conciliar o desgaste físico da obra com a atenção e os cuidados que meus filhos precisam”, conta.

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Mesmo diante das dificuldades, Veronica afirma encontrar motivação na própria família. “Minha maior força vem primeiramente de Deus e depois dos meus filhos. Tento dar o meu melhor. Tudo o que faço é por eles”, afirma.

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Ela conta que sente orgulho ao perceber que seu trabalho ajuda a transformar sonhos em realidade. “É gratificante saber que meu trabalho ajuda a realizar sonhos. Existe uma grande satisfação em entregar um empreendimento com qualidade e ver que, no final, deu tudo certo e que você contribuiu para aquela realização”, diz. “Tenho muito orgulho de saber que fiz parte e ajudei na conclusão de uma obra”, completa.

Mesmo após anos de experiência, Veronica segue sonhando mais alto. Entre os objetivos profissionais está a vontade de aprender novas funções e conquistar novos espaços dentro da construção civil. Já no campo pessoal, o maior desejo é conquistar a casa própria. “Meu maior sonho é ter minha casa, porque hoje moro de aluguel”, revela.

Além de Veronica, outras mulheres também carregam histórias de dedicação e resistência dentro dos canteiros de obras. Rita Vicente, rejuntadeira da Construtora Vega, de 56 anos, atua na construção civil há cerca de 30 anos e encontrou no setor uma oportunidade de valorização profissional. “Eu escolhi a construção por ser um setor que valoriza o nosso trabalho. A gente que trabalha direitinho podia até ganhar uma gratificação para fidelizar”, comenta.

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Mãe de nove filhos, Rita relembra os desafios de conciliar a maternidade com a rotina intensa de trabalho. “Cuidar dos filhos foi corrido. Sem uma rede de apoio, eu pagava para cuidarem dos meus filhos, mas não cuidavam direito, então tive que recorrer à creche”, conta. Mesmo diante das dificuldades, ela se orgulha da trajetória construída ao longo dos anos na construção civil. “Eu formei meus filhos com meu trabalho dentro da construção”, afirma.

Já a copeira de obras Telma Pereira Silva, de 45 anos, conta que pensou em desistir no início da experiência na construção civil. “Era um ambiente com muitos homens e eu nunca tinha trabalhado em obra antes. Mas não desisti e foi, sem dúvida, a minha melhor escolha. Lugar de mulher é onde ela quiser. Sou muito respeitada nas obras”, afirma.

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Além da maternidade e da rotina intensa, os desafios enfrentados por essas mulheres incluem a necessidade constante de provar sua capacidade profissional em um ambiente predominantemente masculino. Ainda assim, histórias de acolhimento, respeito e crescimento vêm fortalecendo a presença feminina no setor.

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Apoio e acolhimento fortalecem a trajetória das trabalhadoras

Por trás da força dessas trabalhadoras, existe também uma rede de apoio fundamental. Família, colegas de trabalho, lideranças compreensivas e profissionais de apoio fazem diferença na rotina de mães que precisam conciliar múltiplas responsabilidades. Um ambiente de trabalho mais humano, acolhedor e atento às necessidades femininas impacta diretamente a qualidade de vida, o bem-estar emocional e a permanência dessas mulheres no setor.

Nesse contexto, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) desempenha um papel importante no acolhimento e cuidado das trabalhadoras da construção civil. A instituição oferece suporte voltado à saúde física, emocional e social das mulheres, especialmente das mães que enfrentam rotinas intensas.

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Por meio de parcerias com empresas do setor, as trabalhadoras têm acesso gratuito a atendimentos médicos, odontológicos e acompanhamento psicossocial, fortalecendo o cuidado integral e incentivando o autocuidado.

Segundo Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF, o acolhimento vai além da assistência básica. “O acolhimento emocional e social é especialmente relevante para mulheres que acumulam múltiplas responsabilidades, contribuindo para um melhor equilíbrio entre vida profissional e familiar”, explica.

Rita também destaca a importância do atendimento oferecido pelo Seconci-DF em sua vida e na de sua família. “Eu acho muito bom, pois, às vezes, a gente não pode pagar por exames. Já utilizei vários serviços, como dentista e outros atendimentos médicos”.

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Para Verônica, esse suporte faz diferença na vida dos profissionais da área. “Eu acredito que o Seconci faz a diferença para os trabalhadores da construção civil”, afirma.

As ações desenvolvidas pelo Seconci-DF reforçam a importância de construir ambientes mais inclusivos, saudáveis e respeitosos para as mulheres que ajudam, diariamente, a erguer não apenas prédios e estruturas, mas também suas próprias histórias de superação.

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