Diversas
Antiembaçantes nos óculos garantem visão nítida e maior segurança para trabalhadores
Crédito: Freepik
Quem usa óculos sabe o quanto as lentes embaçadas atrapalham a vida cotidiana, como nos dias de chuva ou quando usamos máscara. Alguns profissionais sofrem ainda mais com o problema, devido às condições e exigências do próprio ofício. Para que desempenhem suas atividades com maior conforto visual, é recomendável a aplicação de produtos antiembaçantes sobre as lentes. Para determinadas profissões seu uso é uma questão de garantia de resultados de qualidade e, sobretudo, segurança.
O embaçamento é causado pela combinação de umidade e mudança de temperatura. Esses fatores levam à condensação do vapor de água presente no ar em gotículas que se acumulam sobre a superfície interior ou exterior das lentes. Quanto maior a umidade e mais brusca a mudança de temperatura, mais elas ficam embaçadas.
Para garantir uma visão clara e nítida nessas situações, é necessário proteger as lentes dos óculos. “O kit ZEISS AntiFog consiste em um spray e uma flanela para limpeza adequada das lentes. Combinados, criam uma película invisível na superfície das lentes, a qual repele as moléculas de água, impedindo que elas se agrupem em pequenas gotas, o que leva à sua evaporação. O tecido proporciona uma aplicação suave, sem danificar o revestimento antirreflexo”, explica Paula Queiroz, Diretora de Marketing e Produtos da ZEISS Vision Brasil. “A solução em spray evita o embaçamento por até 72 horas e ainda ajuda a preservar a qualidade das lentes, pois dificulta o surgimento de riscos”, ressalta Paula.
Conheça alguns dos profissionais que devem dar atenção especial à utilização de antiembaçantes nas lentes dos óculos:
Trabalhadores da área da saúde: Médicos, enfermeiros, dentistas e outros profissionais do setor estão constantemente expostos a ambientes com alta umidade e variações de temperatura e utilizam máscaras no dia a dia. Procedimentos como nebulização, esterilização de instrumentos, lavagem de mãos, higienização dos pacientes, entre outros, geram vapor d’água, o que aumenta a umidade relativa do ar. Hospitais e clínicas também são locais onde há mudança brusca de temperatura, devido à presença de ar condicionado em alguns recintos.
Profissionais do setor alimentício: Chefs de cozinha, cozinheiros, baristas, entre outros, lidam diariamente com o calor necessário ao preparo dos alimentos e bebidas e o vapor gerado durante o processo. O ar quente em contato com a temperatura mais amena das lentes dos óculos gera o embaçamento.
Profissionais que trabalham em câmaras frias: esses ambientes são projetados para armazenar produtos que necessitam de refrigeração ou congelamento, como alimentos, medicamentos, vacinas e outros itens perecíveis. O choque de temperatura entre o ambiente externo e a câmara fria pode causar o embaçamento das lentes dos óculos. Entre esses profissionais, estão: técnicos em refrigeração, engenheiros de alimentos, farmacêuticos, encarregados de produção e açougueiros.
Motoristas: as lentes desses profissionais embaçam em dias chuvosos, o que pode prejudicar a visão e a segurança ao volante.
Profissionais da indústria e construção civil: trabalhadores de fábricas, metalúrgicas, indústrias químicas e alimentícias, além de pedreiros, pintores, eletricistas e engenheiros civis, entre outros, necessitam usar máscaras para evitar acidentes provocados pelo contato com partículas, respingos, poeira e gases. As máscaras direcionam o vapor da respiração para as lentes, comumente mais frias que o ar quente e úmido que exalamos, o que gera o embaçamento.
Atletas e esportistas: ciclistas, motociclistas, corredores e preparadores físicos podem se beneficiar do tratamento antiembaçante em seus óculos, pois ele evita que o vapor do suor se condense nas lentes.
Diversas
Consórcio para o 1° carro: comece a investir no sonho antes mesmo da habilitação
A modalidade permite a aquisição de veículos novos e seminovos.
Queda do primeiro dente, a primeira prova na escola, o primeiro beijo. A vida é marcada por estreias que deixam lembranças duradouras. Entre elas, poucas são tão simbólicas quanto a conquista do primeiro carro. Transformar esse desejo em realidade, porém, vai além do impulso: exige planejamento financeiro rigoroso e decisões bem fundamentadas. É essencial avaliar a real necessidade, estabelecer um orçamento compatível com a renda — considerando despesas como seguro, IPVA e manutenção —, comparar modelos, ponderar entre novo ou usado e, por fim, definir a melhor forma de aquisição do veículo.
Com os valores de automóveis nas alturas, além da taxa básica de juros no patamar de 14,75%, o consórcio desponta como a alternativa mais viável para a aquisição desse bem. “Especialmente para os motoristas que estão adquirindo seu primeiro carro, pois o motorista não precisa desembolsar um valor alto à vista para entrada ou partir para financiamento imediato”, avalia José Climério Silva Souza, diretor-executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás.
Além disso, lembra José Climério, é possível começar a investir no carro antes mesmo de tirar a habilitação. “A modalidade possibilita organizar o investimento de forma gradual e previsível. Durante o processo para carteira de habilitação, você já pode adquirir a sua carta de crédito para consórcio de automóvel, iniciar o pagamento e já sair da autoescola com o carro na garagem”, comenta. A categoria permite a aquisição de veículos novos e seminovos em todo o território nacional.
Com alguns cuidados e paciência para pesquisar as melhores condições, os futuros habilitados podem estar melhor preparados para tomar uma decisão informada na busca pelo carro dos sonhos, garantindo uma experiência de compra mais tranquila e satisfatória. “Optando pelo consórcio, a aquisição do veículo será não apenas um sonho realizado, mas também um investimento consciente”, finaliza.
Mercado consolidado
Segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), o consórcio de veículos leves permaneceu como o maior segmento do Sistema em número de participantes ativos no primeiro trimestre de 2026. Nos três primeiros meses do ano, foram 5,42 milhões de consorciados, com crescimento de 10,4%. Foram 493,59 mil cotas vendidas e os créditos comercializados avançaram para R$ 35,85 bilhões.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação
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