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Saúde

Por que sua pele perde firmeza na menopausa e o que fazer agora?

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Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais nessa fase.

São Paulo, maio de 2026 – Se tem uma fase da vida que traz mudanças silenciosas, e muitas vezes inesperadas para a pele, é a perimenopausa e a menopausa. O que antes funcionava na rotina de cuidados já não entrega os mesmos resultados, e sinais como ressecamento, perda de firmeza e manchas começam a aparecer com mais frequência.

A explicação está nos hormônios. Com a queda do estrogênio, a pele perde colágeno, fica mais fina e tem mais dificuldade de reter água. O resultado é uma pele mais sensível, menos viçosa e que exige novos cuidados. Não apenas no rosto, mas também no corpo, onde a flacidez, o ressecamento e a perda de elasticidade se tornam mais evidentes.

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Ao mesmo tempo, cresce o interesse por soluções que ajudem a manter a qualidade da pele e o bem-estar nessa fase da vida. Esse movimento acompanha uma mudança maior no comportamento feminino. Segundo o IBGE, o Brasil já soma cerca de 59 milhões de pessoas com mais de 50 anos, um público cada vez mais ativo, informado e disposto a investir em saúde, autoestima e qualidade de vida. Não por acaso, avança a chamada “economia da longevidade”, que inclui cuidados estéticos e corporais.

Na prática, isso significa que a rotina precisa mudar e começar pelo básico. “Limpeza suave, hidratação intensa e proteção solar diária são fundamentais. Nessa fase, a pele perde capacidade de retenção de água e fica mais suscetível a danos externos, então reforçar a barreira cutânea é prioridade”, explica o responsável técnico da Royal Face, Dr. Killian Cristof.

Esse cuidado deve se estender também ao corpo, com o uso de hidratantes mais potentes, estímulo à circulação e tratamentos que ajudem a manter a firmeza e a textura da pele em regiões como braços, abdômen e colo, áreas que também sofrem com as alterações hormonais.

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Outro ponto importante é rever os produtos usados. Fórmulas muito agressivas tendem a sensibilizar ainda mais a pele, enquanto ativos hidratantes e regeneradores passam a fazer mais sentido. “A rotina passa a ser mais voltada à reparação e à manutenção da estrutura da pele, com antioxidantes, estimuladores de colágeno, hidratantes e fotoproteção”, orienta o especialista.

Esse novo olhar sobre o cuidado acompanha o crescimento do setor de estética, um dos mais fortes no Brasil. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o país está entre os líderes globais em procedimentos estéticos, com destaque para técnicas não cirúrgicas, como toxina botulínica e preenchimentos.Mas, diferente de anos atrás, o objetivo mudou. “Hoje, as pacientes buscam melhora da qualidade da pele e não transformação facial. Naturalidade é um dos principais critérios de sucesso”, destaca.

Entre os tratamentos mais procurados nessa fase, tanto para o corpo quanto para o rosto, estão os bioestimuladores de colágeno (que ajudam a recuperar a firmeza da pele ao estimular a produção natural dessa proteína); os skinboosters (indicados para hidratação profunda e melhora da qualidade da pele); além de tecnologias como ultrassom microfocado, que atua na flacidez e ajudam a dar mais sustentação aos tecidos.

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“Para melhores resultados, o mais indicado é combinar técnicas diferentes, que atuam em camadas e funções distintas da pele, proporcionando resultados progressivos e mais duradouros”, explica.
Com mais informação, as mulheres também chegam mais conscientes aos consultórios e com expectativas diferentes. A busca agora é por resultados sutis, progressivos e que respeitem a individualidade de cada rosto e corpo. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto apenas como estética e passou a ocupar um lugar importante na saúde emocional e na qualidade de vida. Nesse cenário, a prevenção ganha força. Cada vez mais mulheres começam a cuidar da pele antes mesmo da menopausa, apostando em protocolos que ajudam a preservar a firmeza e a hidratação ao longo do tempo.

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E, mais do que um cuidado pontual, a lógica agora é de continuidade. “O envelhecimento é um processo contínuo, então o tratamento também deve ser. O acompanhamento permite ajustar protocolos e manter resultados naturais ao longo do tempo”, conclui o Dr. Killian.

 

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Sobre Royal Face

Pioneira em harmonização facial, a Royal Face revolucionou o segmento de tratamentos estéticos corporais e faciais, com o diferencial de oferecer condições facilitadas de pagamento, democratizando o acesso a um atendimento de qualidade, eficiente e humanizado. Fundada há sete anos, em Curitiba, a rede faz parte do Grupo SMZTO e conta com mais de 250 unidades em todo o país, tendo como sócios a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa. A Royal Face é associada à Associação Brasileira de Franchising (ABF) e atua desde 2018 no sistema de franquias com dois modelos de negócios: Slim e Premium e com mais de 40 tipos de tratamentos faciais e corporais, com um rápido retorno do investimento inicial. Em 2024 e 2025, a rede foi indicada ao Prêmio Reclame Aqui que reforça a busca incessante pela qualidade no atendimento ao cliente. A rede é reconhecida com o Selo de Excelência em Franchising 2025 e 2026 da ABF na categoria Sênior.

 

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CRÉDITOS:

Foto: Divulgação

 

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Saúde

HUB participa da rede de cuidado envolvida na doação e no transplante de órgãos

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O hospital realizará atividades que buscam conscientizar a população sobre a importância
da doação de órgãos
Brasília (DF) Um transplante começa muito antes da cirurgia e continua depois dela. Entre a identificação de um potencial doador e o acompanhamento da pessoa que recebe um órgão, diferentes profissionais e serviços participam de uma rede de cuidado que envolve avaliação, exames, acolhimento e acompanhamento. Durante o Setembro Verde, o Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB/HU Brasil) realizará atividades que buscam incentivar esse gesto.
“O Setembro Verde é uma grande campanha nacional de incentivo à doação de órgãos. Em todo o Brasil, são realizadas ações para conscientizar a população sobre o assunto”, comentou Gustavo Arimatea, médico nefrologista e chefe da Unidade de Transplantes do HUB.
Programação
No hospital, já aconteceram as seguintes atividades em alusão ao Setembro Verde:
  • 10/09 – Ação de incentivo ao transplante, na sala de espera de pacientes, no subsolo do prédio da Unidade da Criança e do Adolescente (UCA).
  • 18/09 – 6º Seminário de Transplante e Doação de Órgãos, Tecidos e Células, integrando a programação do 2º Conecta HUB, na UCA.
  • 20/09 – Participação especial na Corrida/Caminhada da UnB/HUB, na Universidade de Brasília.
Em 24/9, uma exposição de estande na Feira de Saúde do HUB, onde serão realizadas atividades lúdicas a respeito da importância da doação de órgãos, encerrará o cronograma.
Salvar vidas
Para Gustavo Arimatea, a conscientização sobre a doação de órgãos é importante para ampliar o conhecimento sobre o processo e estimular a manifestação da vontade de doar. No HUB, são realizadas três modalidades de transplante: rim, córnea e medula óssea autóloga.
“Para realizar um transplante no HUB o paciente precisa ser encaminhado através da Regulação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Ou seja, o médico do paciente identifica a necessidade de um transplante e envia os relatórios de encaminhamento para o Complexo Regulador da SES/DF, que depois agenda uma consulta com a equipe de transplante”, explica Gustavo.
Em 2026, no HUB, já foram realizados 27 transplantes renais; 20 transplantes de córnea e 12 de medula óssea. O número suficiente de doadores ainda permanece sendo um desafio perante as demandas por doação no Brasil e no mundo.
“No Brasil, ainda temos um desafio adicional. Existe uma grande desigualdade de acesso ao transplante. Muitas pessoas vivem longe dos centros transplantadores, que estão concentrados nas maiores cidades e em algumas regiões do país. Precisamos garantir que todas as pessoas que possam se beneficiar de um transplante consigam chegar aos hospitais que realizam esse tratamento”, alerta o chefe da Unidade de Transplante.
Nesse sentido, no HUB, é feita uma “corrida contra o tempo” para que o transplante ocorra no prazo seguro. Esforço que envolve o processo de preparação de um paciente para que sua entrada na lista de transplante seja o mais breve possível.
“Como o órgão precisa ser colocado no corpo do receptor no menor intervalo possível, dizemos que isso é uma corrida contra o tempo. O Brasil é um país de grandes dimensões e muitas vezes os órgãos precisam viajar para outros estados. Nessa situação a organização logística é muito complexa, para que não existam entraves que inviabilizem o transplante”, informa Gustavo.
Etapas
Ainda de acordo com o nefrologista, no período pré-transplante, o objetivo é manter a saúde do paciente enquanto ele aguarda a disponibilidade de um órgão. Durante o transplante, os principais desafios estão relacionados à recuperação da cirurgia e à adaptação aos medicamentos utilizados para evitar a rejeição do órgão.
“No pós-transplante, quando o quadro de saúde do paciente já estabilizou, é necessário manter os cuidados pessoais, tomar os remédios do transplante com muito rigor e seguir o acompanhamento médico. Mas nessa fase os pacientes costumam se sentir muito bem e conseguem retomar muitos projetos de vida que tiveram que ser interrompidos em decorrência da doença”, completa.
Para quem aguarda por um transplante, a doação pode representar uma possibilidade de continuidade do cuidado. Por isso, falar sobre o tema e manifestar em vida a vontade de ser doador são atitudes que podem ajudar os parentes a conhecer essa decisão. No Brasil, a autorização para a doação de órgãos após a morte depende do consentimento da família.
Sobre a HU Brasil
O HUB-UnB faz parte da HU Brasil desde janeiro de 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.
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