Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

IgesDF prepara gestores para prevenir e mediar conflitos nas equipes

Publicado em

 

Gestores das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Ceilândia I e II e do Hospital Cidade do Sol (HSol) participaram, nesta sexta-feira (19), da primeira etapa da formação “Liderança que Dialoga, Equipes que Crescem!”, promovida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa prepara as lideranças para prevenir, mediar e conduzir conflitos no ambiente de trabalho, fortalecendo a comunicação, a escuta ativa e a gestão das equipes.
Promovida pela Coordenação de Corregedoria (COCRR), vinculada à Controladoria Interna, a formação integra um cronograma que percorrerá todas as unidades administradas pelo Instituto até novembro. Ao longo dos encontros, os gestores participam de atividades práticas e reflexões sobre inteligência emocional, comunicação assertiva, mediação de conflitos, prevenção ao assédio e utilização dos canais institucionais de denúncia.
Para a coordenadora da Corregedoria do IgesDF, Danielle Rodrigues, a proposta vai além da transmissão de técnicas e busca desenvolver competências cada vez mais necessárias para quem lidera equipes.
“Queremos oferecer aos gestores instrumentos que possam ser aplicados no dia a dia, mas principalmente provocar uma reflexão sobre uma competência cada vez mais necessária: a inteligência emocional. Hoje, o gestor não pode contar apenas com o conhecimento técnico, ele também precisa estar preparado para conduzir pessoas e gerenciar conflitos de forma saudável”, destaca.
Segundo Danielle, a expectativa é levar a formação a todas as unidades do Instituto.
“Nossa intenção é que todas as unidades do IgesDF sejam contempladas. Quando investimos no desenvolvimento das lideranças, fortalecemos também o cuidado oferecido aos pacientes e o bem-estar das equipes”, afirma.
A coordenadora de Compliance e Governança do IgesDF, Lorena Barreto, explica que a iniciativa surgiu da necessidade de preparar os gestores para lidar com situações que podem parecer simples no início, mas que tendem a se tornar mais complexas quando não são conduzidas adequadamente.
“A ideia é orientar os gestores para que consigam administrar os conflitos que surgem dentro das unidades antes que eles se escalonem. Quando existe diálogo e mediação, é possível encontrar soluções mais eficazes e evitar situações que possam gerar impactos maiores para as equipes e para a instituição”, ressalta.
Além da mediação de conflitos, a formação aborda temas relacionados ao assédio e aos canais institucionais de denúncia.
“A Coordenação de Compliance e Governança foi convidada a participar justamente porque a mediação de conflitos faz parte das nossas atribuições. Estamos trazendo orientações importantes para que os gestores compreendam seu papel na prevenção e na resolução dessas situações, fortalecendo uma cultura organizacional baseada no respeito e na responsabilidade”, explica Lorena.
Para a gerente da UPA de Ceilândia I, Graziela Ferreira, a iniciativa contribui para fortalecer o trabalho das lideranças e aprimorar o relacionamento entre as equipes.
“Trabalhamos diariamente com equipes diversas, em um ambiente que exige tomada de decisão constante e muita sensibilidade. Ter acesso a uma formação como essa nos ajuda a aprimorar o diálogo, fortalecer vínculos e encontrar caminhos mais assertivos para lidar com os desafios que fazem parte da rotina da gestão”, pontua.

 

Leia Também:  Deputado Ricardo Vale propõe proibição de venda de energéticos a menores de 18 anos no DF

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Saúde

Campanha Multivacinação 2026: confira as principais dúvidas sobre a imunização no DF

Published

on

Além do grupo prioritário de crianças e adolescentes, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias

Por

Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Advertisement

Aberta em todo o DF na segunda-feira (3), a edição de 2026 da Campanha Nacional de Multivacinação segue até 1º de setembro para imunizar crianças e adolescentes com até 14 anos, 11 meses e 29 dias que ainda estejam com seus esquemas vacinais incompletos. Além desse grupo prioritário, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias. O objetivo é garantir a aplicação das doses previstas no calendário de rotina e evitar a reintrodução no território brasileiro de doenças como o sarampo e a poliomielite.

O público prioritário é formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas pessoas de todas as idades podem se vacinar | Foto: Divulgação

Neste ano, a campanha traz ainda uma importante atualização no calendário nacional ao incluir a segunda dose de reforço contra a poliomielite para crianças de 4 anos.

O “Dia D de Vacinação” está programado para 22 de agosto, quando as ações serão intensificadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários de todas as regiões do DF.

Advertisement

Veja abaixo as principais dúvidas a respeito da campanha.

O que mudou na vacinação contra a poliomielite?

O calendário infantil passou a contar com uma segunda dose de reforço da vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada aos 4 anos de idade. Com essa atualização, o esquema contra a doença passa a ser composto por cinco doses:

Advertisement

→ 1ª dose: aos 2 meses
→ 2ª dose: aos 4 meses
→ 3ª dose: aos 6 meses
→ 1º reforço: aos 15 meses
→ 2º reforço: aos 4 anos.

Quais crianças podem tomar essa nova dose?

Crianças menores de 5 anos que ainda não receberam o segundo reforço da vacina contra a poliomielite. Estão dispensadas da dose adicional aquelas que já receberam a vacina VIP ou a oral poliomielite (VOP).

Advertisement
Leia Também:  Cristiane Britto ganha força no Republicanos e acirra disputa com Júlio César e Fred Linhares no DF

A campanha de multivacinação é apenas para crianças e adolescentes?

Não. Embora o público prioritário seja formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, a campanha também é uma oportunidade para que pessoas de todas as idades verifiquem a caderneta e recebam as doses recomendadas para sua faixa etária ou condição de saúde.

Quais vacinas estão disponíveis?

Advertisement

Durante a campanha, estarão disponíveis os imunizantes do calendário de rotina para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Também serão ofertadas vacinas contra a influenza, para os grupos prioritários; contra o papilomavírus humano (HPV), para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos, na estratégia de resgate; e contra o sarampo, para pessoas elegíveis que necessitem atualizar o esquema vacinal

A campanha vai ampliar a vacina da gripe para todo mundo?

Não. No Distrito Federal, a vacina contra a influenza continua sendo destinada exclusivamente aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e outros grupos contemplados pela estratégia nacional.

Advertisement

 

Por que a campanha inclui a vacina de sarampo?

O Brasil voltou a registrar casos de sarampo em diferentes estados, além de haver circulação da doença em outros países. Diante do cenário, a campanha busca identificar e proteger pessoas com esquema vacinal incompleto, reduzindo o risco de reintrodução da doença no DF. O último caso confirmado na capital federal ocorreu em 2025, em uma pessoa com histórico de viagem internacional.

Advertisement

Onde posso me vacinar?

Não é necessário comparecer à UBS de referência. Os locais e os horários de funcionamento estão disponíveis neste link. 

O que é preciso levar?

Advertisement

A caderneta de vacinação e um documento de identificação válido e com foto.

Leia Também:  Capacitação orienta profissionais do Hospital de Base sobre atendimento a pessoas com deficiência

Perdi a caderneta. Posso me vacinar?

Sim. A ausência da caderneta não impede a vacinação. Sempre que possível, a equipe de saúde consultará os sistemas para verificar o histórico da pessoa e orientar a atualização do esquema.

Advertisement

Estou com sintomas de gripe. Posso me vacinar?

A vacinação deve ser adiada apenas em caso de febre ou de síndrome gripal em fase aguda. Sintomas leves, como coriza ou tosse discreta, não impedem a vacinação. Em caso de dúvida, a equipe de saúde fará a avaliação na hora do atendimento.

E se meu filho receber todas as doses de uma vez, é seguro?

Advertisement

Sim. A administração simultânea de diferentes vacinas é segura, recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além de garantir proteção no momento adequado, essa estratégia reduz o risco de atraso no esquema vacinal e evita oportunidades perdidas. Os imunizantes não sobrecarregam o sistema imunológico nem comprometem a resposta de proteção do organismo.

Meu filho pode ter efeitos colaterais?

Como qualquer medicamento, podem ocorrer eventos adversos, geralmente leves e transitórios, como dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação e febre baixa nas primeiras 48 horas após a vacinação.

Advertisement

Caso os sintomas sejam intensos, persistam por mais de 48h ou escalem para manifestações que preocupem pais ou responsáveis, a criança deve ser levada à UBS ou a um serviço de saúde para avaliação.

O que é o Dia D de Vacinação?

É uma estratégia de mobilização para ampliar o acesso às vacinas, com ações em diversos pontos do DF, inclusive em locais de grande circulação de pessoas. Mas não é preciso esperar essa data para se vacinar: as doses ficam disponíveis durante todo o período da campanha.

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA