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Capacitação orienta profissionais do Hospital de Base sobre atendimento a pessoas com deficiência

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Capacitação orienta profissionais do Hospital de Base sobre atendimento a pessoas com deficiência

 

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Secretário da Pessoa com Deficiência compartilhou experiências e apresentou orientações para tornar o acolhimento mais acessível e humanizado

Como tornar o atendimento mais acolhedor para pessoas com deficiência? Essa foi a proposta de uma capacitação realizada nesta sexta-feira (19) no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A atividade reuniu profissionais da unidade para discutir comunicação acessível, inclusão e práticas que contribuem para um atendimento mais humanizado.
Convidado para conduzir o encontro, o secretário da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal, William Ferreira, compartilhou experiências pessoais e orientações sobre como pequenas mudanças na comunicação e na postura dos profissionais podem fazer diferença no atendimento.
“A conexão leva à empatia, que por sua vez leva ao respeito. A inclusão só acontece quando todos caminham juntos”, afirma.
Deficiente visual, William Ferreira participou da atividade acompanhado da assistente social Maria de Fátima Amaral e do ativista pelos direitos das pessoas com deficiência Igor Carvalho. Ao compartilharem suas vivências, eles destacaram que uma comunicação clara, respeitosa e adaptada às necessidades de cada pessoa é um dos principais caminhos para reduzir barreiras no atendimento.
“Nossa vida é pautada por uma comunicação adequada, mas não existem fórmulas prontas, porque cada pessoa tem necessidades diferentes. Muitas vezes, a maior barreira é a falta de informação. Por isso, é fundamental transmitir orientações de forma clara, simples e direta, além de buscar ajuda sempre que houver dificuldades na comunicação”, explica o secretário.
Para Igor Carvalho, o atendimento humanizado começa pela forma como as pessoas são recebidas.
“Não é apenas o que se fala, mas como se fala. A humanização, o respeito e a atenção às necessidades individuais fazem toda a diferença para quem busca atendimento”, ressalta.
A assistente social Maria de Fátima Amaral reforçou que a empatia deve orientar todas as relações.
“O importante é atender cada pessoa da forma como gostaríamos que nossos familiares fossem atendidos”, destaca.
Educação permanente
A capacitação foi idealizada pelo Núcleo de Educação Corporativa (Nudec), com apoio do Núcleo de Tecnologias Educacionais (Nuted), ambos vinculados à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). A atividade integrou as ações de educação permanente do Instituto e foi direcionada principalmente aos profissionais que atuam no atendimento ao público, como recepcionistas, equipes administrativas e trabalhadores da assistência.
Segundo o chefe do Nudec, Erik Cardoso, iniciativas como essa contribuem para qualificar o atendimento prestado aos pacientes.
“Especialmente na área da saúde, precisamos manter nosso olhar voltado para o paciente e garantir que cada pessoa tenha acesso ao cuidado de que necessita, com respeito, dignidade e acolhimento”, afirma.
O auxiliar de humanização do HBDF, Ailton Ferreira Júnior, destacou que a capacitação trouxe orientações que poderão ser aplicadas no dia a dia.
“Foi uma experiência muito enriquecedora para quem lida diariamente com o público. Além de ampliar nosso conhecimento, ajudou a esclarecer dúvidas e nos deixou mais preparados para oferecer um atendimento cada vez melhor”, comenta.
Como forma de ampliar o acesso ao conteúdo, o encontro foi transmitido ao vivo pelo canal do IgesDF no YouTube e permanece disponível para consulta.

 

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Educação

Abertas inscrições para oficinas gratuitas de capoeira no Riacho Fundo

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Atividades incluem vivências presenciais com referências da modalidade, transmissões online sobre cultura popular e encerramento com batizado de capoeira

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

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Atividades são desenvolvidas por grupos predominantemente femininos, mas participação é aberta a todo o público | Foto: Diane Gomes/Divulgação

Estão abertas as inscrições para as vivências gratuitas de capoeira do projeto Mulheres Fortes, iniciativa com atividades voltadas para o fortalecimento da liderança feminina por meio da cultura popular.

A programação está agendada para este fim de semana (18 e 19) e para o dia 25, um sábado, sempre a partir das 14h, na Associação Cultural Arena Capoeira, localizada na Colônia Agrícola Riacho Fundo.

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Os encontros propõem um espaço de aprendizagem, diálogo e acolhimento, reunindo diferentes gerações em torno de uma prática marcada por resistência, ancestralidade e construção coletiva. Embora as mulheres sejam o foco do projeto, o evento é aberto a toda comunidade.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio deste formulário eletrônico.  As vivências serão conduzidas por duas referências da capoeira feminina no país: Mestra Arara, do Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19; e Mestra Lilu, da Bahia, responsável pela vivência do dia 25.

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Participação online

Além das atividades presenciais, o projeto promove transmissões ao vivo pelo perfil do Mulheres Fortes no Instagram, sempre às 20h.

Nesta quinta-feira (16), a programação terá um debate sobre coco de zambê. Seguem-se encontros sobre maculelê, no dia 20; e sobre samba de roda, no dia 22. O objetivo é reunir participantes de diferentes localidades para compartilhar conhecimentos sobre manifestações tradicionais da cultura afro-brasileira.

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A programação será encerrada com o tradicional batizado de capoeira, momento que marca a conclusão do ciclo de atividades. A expressão cultural é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

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