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Deep Plane Facelift reposiciona tecidos e reforça busca por rejuvenescimento facial natural
Técnica atua em planos profundos da face e busca restaurar proporções e identidade, em vez de apenas tracionar a pele
Brasília, Agosto de 2026 – O Deep Plane Facelift ganhou espaço nas discussões sobre rejuvenescimento facial ao propor uma abordagem baseada na anatomia profunda do rosto. O procedimento, que voltou ao centro do debate público com a repercussão de cirurgias de celebridades como Kris Jenner, atua abaixo da superfície da pele, trabalhando diretamente em planos profundos — como músculos e ligamentos — para permitir o reposicionamento dos tecidos de forma harmônica. Para o otorrinolaringologista, cirurgião cérvico-facial e mestre pela USP, Dr. Vitor Abraão, o objetivo não é criar um novo rosto, mas restaurar estruturas que sofreram alterações ao longo dos anos.
Por que o Deep Plane Facelift é diferente do lifting facial tradicional?
Segundo o Dr. Vitor Abraão, a grande mudança está na compreensão de que o envelhecimento facial não acontece apenas na superfície da pele. Técnicas mais antigas eram focadas predominantemente na retirada do excesso de pele e na tração superficial. A evolução cirúrgica levou à atuação sobre as camadas de sustentação mais profundas do rosto.
No Deep Plane Facelift, o cirurgião atua diretamente nessas camadas profundas, liberando pontos de fixação e ligamentos para devolver os tecidos que cederam à sua posição original.
“O objetivo não é esticar o rosto para trás, mas devolver os tecidos para uma posição mais próxima daquela que ocupavam antes do envelhecimento”, explica o especialista.
A abordagem é indicada para tratar alterações como a queda das bochechas, o aprofundamento do “bigode chinês”, a perda do contorno mandibular (formação do “bulldog”) e a flacidez na região do pescoço.
O especialista ressalta, porém, que o termo Deep Plane ganhou forte apelo nas redes sociais, mas não deve ser visto como a única solução para todos os casos. Existem diferentes técnicas de sustentação profunda capazes de entregar resultados muito naturais, cabendo ao cirurgião avaliar a anatomia e a necessidade de cada paciente.
Envelhecimento facial é um processo tridimensional
A visão médica contemporânea entende que o rosto envelhece em múltiplas camadas. Com o passar do tempo, ocorre a perda de sustentação óssea, alterações no volume e na posição dos compartimentos de gordura, além do afrouxamento de músculos e ligamentos profundos. Na superfície, a pele apenas acompanha essas mudanças ao perder colágeno e elasticidade.
“Nós envelhecemos da profundidade para a superfície”, afirma o Dr. Vitor Abraão.
Essa combinação de fatores altera a harmonia facial tridimensional. Por isso, tentar corrigir a flacidez apenas repuxando a pele não resolve a causa do problema. A lógica do Deep Plane reside justamente em reorganizar as estruturas musculares e ligamentares na raiz da alteração.
Existe uma idade ideal para fazer um facelift?
Para o Dr. Vitor Abraão, a cirurgia não deve ser orientada pela idade cronológica.
“Nós não operamos idade; operamos anatomia”, resume.
A indicação depende do grau de flacidez estrutural, perda da linha da mandíbula e alterações do pescoço, fatores que variam amplamente conforme a genética, exposição solar, variações de peso e estilo de vida. Além disso, o médico destaca que o facelift trata a posição dos tecidos; queixas superficiais como manchas, poros e rugas finas demandam outros cuidados complementares.
Deep Plane Facelift pode ser associado à rinoplastia?
A associação entre rejuvenescimento facial e rinoplastia pode ser realizada quando há indicação para ambos os procedimentos e condições clínicas seguras.
A lógica baseia-se na análise integrada das proporções do rosto: nariz, queixo e contorno mandibular compõem um conjunto harmônico. A grande vantagem da combinação é permitir que o paciente passe por um único tempo cirúrgico e uma só recuperação, desde que respeitados os limites de tempo anestésico e segurança hospitalar.
“O objetivo nunca deve ser fazer o maior número possível de procedimentos de uma vez, mas sim aquilo que é seguro e traz um benefício real para o paciente”, pontua.
Como é a recuperação do Deep Plane Facelift?
O pós-operatório divide-se entre a recuperação médica e o retorno social. Nos primeiros dias, repouso relativo, cabeça elevada ao dormir e restrição de esforço físico são essenciais para reduzir inchaço e hematomas.
Em cerca de duas semanas, grande parte dos pacientes já se sente confortável para retomar suas atividades profissionais e sociais de rotina. Para grandes eventos ou compromissos com alta exposição de imagem, recomenda-se planejar uma margem maior, pois a face continua refinando seu contorno ao longo dos meses.
Qual é a durabilidade dos resultados?
O facelift não interrompe o processo biológico de envelhecimento, mas redefine o ponto de partida ao reposicionar estruturas que cederam. Os benefícios costumam ser perceptíveis por um período estimado entre 8 e 12 anos, variando conforme os hábitos e a genética de cada indivíduo.
O Dr. Vitor Abraão também esclarece a diferença fundamental entre cirurgia e procedimentos não cirúrgicos:
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Facelift: reposiciona músculos, ligamentos e tecidos profundos.
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Preenchedores: restauram perdas pontuais de volume (sem capacidade de tracionar flacidez avançada).
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Toxina Botulínica: relaxa a musculatura dinâmica para suavizar marcas de expressão.
Naturalidade e o conceito de “luxo invisível”
A cirurgia facial moderna afasta-se de transformações estigmatizadas ou exageradas. Para o cirurgião, o ápice da sofisticação reside na sutileza do resultado.
“Um bom facelift não deveria fazer uma pessoa parecer outra pessoa. Deveria fazer com que ela parecesse uma versão mais jovem e descansada de si mesma”, afirma.
Essa visão traduz o que o médico define como “luxo invisível”: uma intervenção elegante em que o rejuvenescimento chama a atenção pela harmonia, sem deixar evidentes os traços do procedimento cirúrgico.
Sobre o Dr. Vitor Abraão
Dr. Vitor Abraão é médico otorrinolaringologista, cirurgião cérvico-facial e mestre pela Universidade de São Paulo (USP). Com ampla atuação em cirurgia da face e rinoplastia de alta precisão, seu trabalho alia rigor anatômico e planejamento personalizado para unir equilíbrio estético, função respiratória e naturalidade.
CRÉDITOS:
Crédito: Divulgação
Legenda: Personalidades como Kris Jenner, Brad Pitt, Lindsay Lohan e Demi Moore exemplificam a busca pelo Deep Plane Facelift (também chamado de facelift, lifting facial ou ritidoplastia). A técnica atua abaixo da camada do camada anatômica profunda de sustentação da face para reposicionar os tecidos e ligamentos profundos, garantindo definição mandibular e harmonia sem o estigma de pele repuxada — procedimento dominado e realizado pelo otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abraão.
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Legenda: O otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abraão, mestre formado pela Universidade de São Paulo (USP), destaca a busca pela naturalidade e pelo reposicionamento anatômico no Deep Plane Facelift.
Crédito: Divulgação
Legenda: Dr. Vitor Abraão em atuação no centro cirúrgico: precisão e domínio da anatomia profunda para a realização do Deep Plane Facelift e cirurgias faciais de alta complexidade.
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C&A leva banco de talentos e sessão de fotos profissionais à primeira edição do Summit Mulheres nas Profissões
Marca participa da estreia do evento com banco de talentos e fotos profissionais para as participantes, além de painel com a CMO da companhia
A C&A patrocinou a primeira edição do Summit Mulheres nas Profissões, encontro pensado para conectar, inspirar e impulsionar mulheres no mercado de trabalho. Para as participantes, a companhia levou à estreia do evento a oportunidade de se inscrever num banco de talentos exclusivo e uma ativação que possibilitou sessão de fotos profissionais para o LinkedIn.
São iniciativas que refletem uma empresa em que cerca de 70% do quadro de colaboradores e 64% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres — elas também são 40% do Conselho da companhia. Mas a C&A quer mais. Por isso, o banco de talentos buscou ampliar a presença feminina em todas as áreas, inclusive naquelas tradicionalmente ocupadas por homens, como logística e tecnologia.
“Nossa participação reafirma nosso compromisso com a equidade de gênero e o fortalecimento do empoderamento feminino. Sabemos que a autonomia financeira é um dos principais caminhos para ampliar oportunidades, promover independência e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. Ao mesmo tempo, a diversidade amplia perspectivas e traz novos olhares para o negócio”, afirma Cyntia Kasai, Gerente Sênior de ASG e Comunicação Institucional da C&A.
Como parte da programação, a CMO Cecília Preto Alexandre compartilhou sua trajetória de cerca de 25 anos no marketing. No dia 4 de agosto, primeiro dia do evento, a executiva esteve no palco “Liderança em Evolução: quem você é, o que entrega e quem precisa se tornar”. A conversa reuniu diferentes experiências e perspectivas sobre desenvolvimento profissional, liderança e os caminhos necessários para a construção de carreiras consistentes, relevantes e conectadas às transformações do mundo do trabalho.
“Poder dividir os aprendizados que acumulei ao longo da minha carreira é uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento de outras mulheres. Espero que essa troca de experiências incentive cada participante a construir uma trajetória alinhada aos seus objetivos, sem perder de vista sua autenticidade e seus valores”, destaca.
Um compromisso que já vem de antes
A presença no Summit se somou a iniciativas que a C&A vem construindo para ampliar a participação feminina em áreas de menos representatividade. É o caso do Elas em Tech, programa de estágio voltado à capacitação e à geração de oportunidades para mulheres interessadas em desenvolver carreira em tecnologia — um dos setores em que a presença feminina ainda é reduzida. Por meio de formação e desenvolvimento de competências, o programa contribui para a construção de um mercado de tecnologia mais diverso e para a abertura de novos caminhos profissionais para elas.
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