Curiosidades
Abuso Infantil: Estratégias de Reabilitação e Inclusão Social
Fonte: Izabelly Mendes.
A recuperação de crianças vítimas de abuso vai além do cuidado psicológico imediato; envolve estratégias de reabilitação e inclusão social que promovam desenvolvimento saudável, autoestima e reintegração em ambientes seguros. A abordagem multidisciplinar garante que a criança tenha suporte contínuo, rompendo o ciclo de violência e fortalecendo sua capacidade de viver plenamente.
Apoio psicológico e emocional
O acompanhamento psicológico é a base da reabilitação. Terapias individuais e em grupo permitem que a criança:
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Expresse sentimentos de medo, raiva ou culpa;
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Compreenda o trauma vivido;
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Desenvolva mecanismos de enfrentamento e resiliência;
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Reconstrua confiança em si mesma e nos outros.
Profissionais especializados em infância e adolescência, como psicólogos e assistentes sociais, atuam em parceria com a família, garantindo um ambiente acolhedor e seguro.
Integração escolar
A escola desempenha papel essencial na inclusão social:
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Monitoramento do desempenho acadêmico e comportamento;
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Apoio pedagógico para minimizar impactos do trauma;
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Programas de convivência e habilidades sociais para estimular relações saudáveis com colegas;
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Orientação de professores e coordenadores sobre sinais de dificuldade emocional ou social.
Participação da comunidade
A inclusão social exige colaboração de toda a comunidade:
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ONGs e projetos sociais oferecem atividades culturais, esportivas e educacionais que promovem autoestima e interação;
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Redes de apoio comunitário fortalecem laços sociais e oferecem orientação a famílias;
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Campanhas de conscientização incentivam a denúncia e a criação de ambientes seguros.
Empoderamento da criança
Parte da reabilitação é ensinar a criança a reconhecer seus direitos, valorizar sua autonomia e participar de decisões que impactam sua vida. Atividades que desenvolvam habilidades de comunicação, tomada de decisão e resolução de conflitos ajudam a prevenir futuras situações de risco e fortalecem a confiança pessoal.
Acompanhamento contínuo
A reabilitação não termina com a remoção do agressor. Acompanhamento constante de profissionais, familiares e escola é essencial para garantir que a criança:
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Não sofra novas formas de violência;
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Recupere autoestima e segurança;
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Se reintegrar socialmente de forma saudável.
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Conclusão
Estratégias de reabilitação e inclusão social são fundamentais para que crianças vítimas de abuso recuperem a confiança, a autoestima e a capacidade de se relacionar com segurança. A combinação de apoio psicológico, escolar e comunitário cria uma rede de proteção eficaz, garantindo que cada criança possa crescer, aprender e se desenvolver plenamente, rompendo o ciclo de violência e construindo um futuro seguro e saudável.
Curiosidades
Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares
O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.
A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.
A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.
A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.
Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.
As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.
A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.
O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.
| Gabrielle Silva
Multi Comunicar (32) 99114-5408 |
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