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Quem são e qual a origem da fortuna das 10 pessoas mais ricas do mundo.

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A bolada que os maiores bilionários do mundo administram sobe e desce todos os dias, principalmente porque depende, muitas vezes, da cotação das ações de suas empresas.

Apesar das flutuações diárias, a origem de suas fortunas é longínqua e a solidez de seus negócios garante que eles continuem a deter as maiores riquezas do globo.

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+ Veja a lista das 10 pessoas mais ricas do Brasil, segundo ranking da Forbes

Confira, abaixo, quem ocupa o topo do ranking diário de bilionários da revista Forbes e a origem de seu capital.

1 – Bernard Arnault e família – US$ 206 bilhões (R$ 1 trilhão)

Presidente da LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, o magnata francês é dono de 75 marcas de moda e cosméticos, incluindo Louis Vuitton, Sephora e Tiffany & Co. Além do mercado de luxo, Arnault também tem uma holding com investimentos em empresas como Netflix e Byte Dance (controladora do TikTok). Apesar de ter começado sozinho no mundo da moda, a fortuna faz parte da família, já que seu pai consolidou seu capital na indústria de construção.

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2 – Jeff Bezos – US$ 199 bilhões (R$ 1 trilhão)

Presidente da Amazon, Bezos fundou a empresa em sua garagem em Seattle, nos Estados Unidos, em 1994. Hoje ele possui 10% da companhia. O bilionário também é dono do jornal The Washington Post e da empresa de voo espacial Blue Origin.

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3 – Elon Musk – US$ 194 bilhões (R$ 997 bilhões)

Musk é cofundador de seis empresas, mas seus grandes sucessos são a Tesla, fabricante de carros elétricos, e a SpaceX, produtora de foguetes – segundo a revista Forbes, as ações da companhia quintuplicaram seu valor em quatro anos. O bilionário também comprou a rede social Twitter em 2022, agora chamada de X.

4 – Mark Zuckerberg – US$ 163 bilhões (R$ 838 bilhões)

Cofundador do Facebook, Zuckerberg hoje é dono de um império de redes sociais e de mensagens, com Instagram e WhatsApp fazendo parte da Meta.

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5 – Larry Ellison – US$ 153 bilhões (R$ 786 bilhões)

Hoje presidente e diretor de tecnologia da empresa de software, hardware e banco de dados Oracle, o americano fundou a companhia em 1977. A Oracle cresceu comprando outras companhias de software e sua maior aquisição aconteceu em 2021, quando comprou a empresa de registros eletrônicos de saúde Cerner por mais de US$ 28 bilhões.

6 – Larry Page  – US$ 143 bilhões (R$ 735 bilhões)

O cientista da computação é cofundador do Google. Ele e o próximo colocado desta lista, Sergey Brin, deram início ao buscador em 1998 enquanto cursavam seus doutorados em Stanford. Atualmente, Page é acionista controlador e membro do conselho da Alphabet, controladora do Google.

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7 – Sergey Brin – US$ 137 bilhões (R$ 704 bilhões)

Sergey Brin também é acionista controlador e membro do conselho da Alphabet, além de cofundador do Google. Nascido na Rússia, Brin se mudou para os Estados Unidos aos seis anos.

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8 – Warren Buffett – US$ 134 bilhões (R$ 689 bilhões)

CEO da Berkshire Hathaway Inc, Buffett é considerado um dos investidores mais bem sucedidos de todos os tempos, segundo a Forbes. Sua empresa controla várias outras companhias, como a seguradora Geico e a fabricante de baterias Duracell.

9 – Bill Gates – US$ 130 bilhões (R$ 668 bilhões)

Provavelmente um dos mais famosos bilionários do mundo, Gates é fundador da Microsoft. Mas sua fortuna vai além da empresa de software, já que ele investe em diversas holdings, de acordo com a Forbes. Gates desistiu dos estudos em Harvard para criar a Microsoft com Paul Allen em 1975.

10 – Steve Ballmer – US$ 126 bilhões (R$ 648 bilhões)

Mais um bilionário da Microsoft. Steve Ballmer liderou a empresa de 2000 a 2014, mas entrou na companhia em 1980 depois de abandonar seus estudos em Stanford. Ballmer se aposentou da empresa em 2014 e comprou o time de basquete Los Angeles Clippers, da NBA.

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Os valores das fortunas referem-se ao ranking do dia 23 de maio.

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Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa

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Crédito: Reprodução internet

Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026

São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.

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O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:

  • Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
  • Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
  • Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
  • Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
  • Manter calhas limpas e desobstruídas;
  • Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
  • Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
  • Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
  • Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
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E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.

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Sobre BASF Soluções para Agricultura

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Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.

 

Sobre a BASF

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Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.

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