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Adasa informa que, Semana Lago Limpo, acontecerá dia 16/09 no Pontão do Lago Sul

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WhatsApp Image 2023 09 13 at 08.11.04Neste sábado (16/09), acontecerá a 11ª edição da Semana Lago Limpo, no Pontão do Lago Sul, das 8h às 12h. A ação acontece no Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day), movimento cívico que une cerca de 200 países e milhões de pessoas no mundo em um ato de limpeza global.

Realizado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (SEMA), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), o evento é gratuito e contará com vasta programação socioeducativa para o público geral, além de reunir mais de 50 mergulhadores para limpeza das margens e do fundo do Lago Paranoá, com apoio dos Bombeiros e do Batalhão Lacustre e Capitania Fluvial de Brasília.

A programação está recheada de atividades educativas e ambientais, com dinâmicas relacionadas à limpeza do lago e ao descarte correto de resíduos e passatempos do Adasa na Escola; apresentação teatral do SLU; miniestação de tratamento de água e jogo de tabuleiro gigante da Caesb; aulas de zumba; entre outros. Também haverá atendimento comunitário sobre descarte de resíduos, preservação dos recursos hídricos, entre outros temas. O público contará ainda com a unidade móvel de água da Caesb para hidratação. E os mascotes Gotita, Cristal, Garizito e Caninópolis estarão presentes para a alegria da garotada.

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Ao final do evento, o SLU fará o diagnóstico dos resíduos retirados do lago, pesagem e separação para a correta destinação, seja reciclagem ou aterro sanitário. Em 2021, foram retirados 254 kg de lixo, desde garrafas e sacolas plásticas até pneus e placas.

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A Semana do Lago Limpo tem como objetivo alertar e conscientizar a comunidade para o descarte correto de resíduos e a importância da preservação dos recursos hídricos. Neste ano, o evento ganhará ainda mais destaque, ao ser incluído no calendário oficial do Governo do Distrito Federal. É o que prevê o Projeto de Lei 550/2023, apresentado pelo deputado Pepa, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Conheça o processo de despoluição do Lago Paranoá

Criado em 1959, o Lago Paranoá tem uma história de superação: passou do pior exemplo de represa brasileira poluída, entre as décadas de 1960 e 1980, ao melhor reservatório urbano tropical com a qualidade da água recuperada, a partir do final da década de 1990.

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A Caesb buscou, em todo o mundo, metodologias que pudessem identificar com exatidão as causas do problema e alternativas que pudessem recuperar o Lago Paranoá para a sociedade. Após estudos feitos, em conjunto com consultores de alguns países, como Suécia, Japão, África do Sul e Hungria, foram identificados problemas  como assoreamento e contaminação das águas devido ao lançamento de esgotos sem tratamento no Lago Paranoá.

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A partir de então, foi criado o Grupo de Estudos de Poluição (GEP) em 1974, e firmado um acordo entre o GDF, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização Mundial de Saúde (OMS) e Secretaria Especial de Meio Ambiente, que objetivou implementar estudos e pesquisas sobre o lago, além de promover o avanço tecnológico da Caesb.

As Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) Sul e Norte foram as principais estruturas do Programa de Recuperação do Lago Paranoá e as primeiras estações de tratamento de esgotos terciárias da América Latina, com investimentos na ordem de US$250 milhões.

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O sucesso do Programa de Despoluição do Lago Paranoá possibilitou transformar um corpo receptor de esgotos em um novo manancial de água para a população do Distrito Federal, além de ser utilizado para esportes náuticos, pesca recreacional e atividades de lazer.

 

Assessoria de Comunicação e Imprensa (ACI)
61 3966-7514 / 7507 ou 3961-4972 / 4909 / 5084
aci@adasa.df.gov.br

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CASO DE DEGENERAÇÃO MACULAR DA ATRIZ JUDI DENCH ALERTA SOBRE LIMITAÇÕES NO COTIDIANO

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O envelhecimento é um processo com abertura para a ocorrência de algumas doenças oculares que requerem o essencial acompanhamento com um oftalmologista. A atriz Judi Dench, 91 anos, por exemplo, contou que sofre com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), desde 2012. Ela revelou que a condição limitou sua independência, a capacidade de andar sozinha e, até mesmo, de trabalhar.

 

A patologia ocular crônica compromete a área central da retina, chamada de mácula, responsável pelos detalhes da visão, provocando uma perda progressiva. Segundo a oftalmologista diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, as causas são o envelhecimento, fatores genéticos, tabagismo, obesidade, hipertensão, exposição solar intensa sem as devidas precauções e uma dieta pobre em nutrientes, como ômega 3. As mulheres apresentam um risco maior.

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A doença se divide em dois tipos: seca e úmida. O primeiro tipo é considerado o mais comum, correspondendo até a 90% dos diagnósticos. A principal característica é o afinamento e deterioração do tecido da mácula, provocando um atrofiamento celular e a perda gradual da visão central.

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Já o tipo úmido, apesar de pouco comum, culmina com a perda da visão mais rapidamente, em dias ou semanas. “Diferente da ocorrência anterior, os vasos sanguíneos anormais começam a crescer sob a retina e a mácula e vazam. É preciso explicar que a degeneração seca pode progredir para a forma úmida, situação que requer um check-up médico regular”, explica a médica.

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Os principais sintomas são perda da visão central, embaçamento, manchas escuras ou pontos cegos no campo visual, distorção de linhas retas, dificuldade ocular para se adaptar a diferentes iluminações, focar em detalhes, diminuição na intensidade das cores, ler letras pequenas e reconhecer rostos – principalmente em ambientes com pouca luz. O monitoramento regular é essencial para prevenção e maior qualidade de vida.

CRÉDITOS:

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Foto: Divulgação

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