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BBB23: Globo corta câmeras após Larissa expor caso de Guimê e Sapato

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A atitude da emissora não repercutiu bem na web, já que a Globo impediu o público do BBB23 de acompanhar o relato

Larissa voltou ao BBB23 cheia de informações externas. Ao contar para seus aliados no programa sobre o que levou a expulsão de Cara de Sapato e Guimê na última semana, a produção cortou imediatamente as câmeras do Quarto Deserto, impedindo o público de acompanhar o relato.

“O Guimê passou a mão na bunda da Dania algumas vezes, ela tira… Dá um tapa na sua bunda…”, disse Larissa, contando o ocorrido para Bruna Griphao. “Ele deu um tapa na minha bunda???”, respondeu a atriz, surpresa com a situação.

Na web, a atitude da produção não repercutiu bem. “Tiraram todas as câmeras do deserto… palhaçada”, comentou um internauta. “Mudei para câmera do Deserto e está aparecendo o quarto Fundo do Mar vazio”, reclamou outro. “Precisava disso?”, questionou um terceiro.

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Casa do Reencontro

O BBB23 tem outros dois novos/velhos participantes. Após dois dias na Casa do Reencontro, Larissa e Fred Nicácio venceram a disputa popular e garantiram o direito de voltar ao reality. Os preferidos do público receberam 30,86% e 25,12% dos votos. Key Alves ficou em terceira, com 22,09%.

Vale lembrar que eles entram sem nenhuma regalia. Aqueles que receberam a segunda chance não jogam as provas do Líder e do Anjo e também não têm imunidade. Os outros participantes da repescagem, que não foram eleitos pelo público, estão eliminados, definitivamente, do BBB23.

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Fonte: Metropoles
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Canais de atendimento ajudam no combate a violações de direitos de crianças e adolescentes no DF

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População dispõe de serviços telefônicos, eletrônicos e presenciais para orientação e acolhimento

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Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

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No Distrito Federal existem diferentes canais de atendimento voltados para acolhimento, orientação, denúncias e encaminhamento de casos de violação de direitos de crianças e adolescentes. Os serviços podem ser acionados por vítimas, familiares ou qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma possível irregularidade.

Entre os canais especializados está o Disque 125, da Coordenação de Denúncias de Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cisdeca). O serviço recebe denúncias, oferece orientações e realiza os encaminhamentos necessários à rede de proteção. Também é possível entrar em contato pelo e-mail.

 

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O DF dispõe de canais de atendimento voltados para acolhimento, orientação, denúncias e encaminhamento de casos de violação de direitos de crianças e adolescentes | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Em âmbito nacional, o Disque 100 funciona gratuitamente e 24 horas por dia para receber denúncias de violações de direitos humanos. As notificações podem ser feitas de forma anônima por telefone, pelo WhatsApp (61) 99611-0100, pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) ou pelo portal.

Os conselhos tutelares presentes nas regiões administrativas do Distrito Federal também atendem situações de ameaça ou violação de direitos, aplicando medidas de proteção. A lista de contatos das unidades está disponível na internet.

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Nos casos que envolvem violência contra crianças e adolescentes, o Centro 18 de Maio oferece acolhimento, atendimento psicossocial e encaminhamento. A unidade fica na 307 Sul. A rede de garantias conta, ainda, com o Núcleo de Assistência Jurídica da Infância e Juventude, cujo atendimento pode ser solicitado pelo telefone 129.

 

Os conselhos tutelares são importantes ferramentas de medidas de proteção a crianças e adolescentes

Infrações e emergências

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A investigação de infrações praticadas contra esse público é de responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), localizada no Setor Policial Oeste. É possível registrar ocorrências presencialmente ou pela delegacia eletrônica, quando o tipo de crime permitir o formato digital.

Em situações de emergência, a orientação é acionar o telefone 190. Também estão disponíveis o 197 para informações e denúncias; e o 192 para atendimento médico de urgência.

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Casos envolvendo crianças e adolescentes em contexto de vulnerabilidade social ou em situação de rua, são atendidos pelo Disque 156, opção 1. Manifestações gerais também podem ser registradas na Central 162 ou no portal Participa DF.

Principais canais de denúncias e acolhimento:

  • Disque 125 (Cisdeca): orientação, acolhimento e encaminhamento de denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes;
  • Disque 100: denúncias de violações de direitos humanos, 24 horas, com opção de anonimato;
  • WhatsApp do Disque 100: (61) 99611-0100;
  • Conselhos tutelares: atendimento nas regiões administrativas do DF;
  • Centro 18 de Maio: atendimento a crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência;
  • DPCA: investigação de crimes contra crianças e adolescentes;
  • Delegacia eletrônica da PCDF: registro on-line de ocorrências;
  • Disque 156 (opção 1): situações de vulnerabilidade social e pessoas em situação de rua;
  • Ouvidoria-Geral do DF: Central 162 e portal Participa DF;
  • Emergências: PMDF (190), PCDF (197) e Samu (192).
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