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De autoria do deputado Ricardo Vale, CLDF concede Título de Cidadão de Brasília a Acilino Ribeiro

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Trabalho humanitário para excluídos e defesa da democracia no DF leva CLDF a conceder Título de Cidadão de Brasília a Acilino Ribeiro

Por CAMILA SCHUTZ

INTERPRESS – AGNOT – KS – 12.09.24: Aprovado por unanimidade pelos deputados distritais, a Câmara Legislativa do Distrito Federal concedeu o Título de Cidadão Honorária de Brasília ao advogado de movimentos sociais, professor universitário e educador popular, Acilino Ribeiro, piauiense de nascimento e ex-Subsecretário de Estado de Movimentos Sociais e Participação Popular do GDF.

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O Projeto de Decreto Legislativo – PDL é de autoria do deputado Ricardo Vale que em sua justificativa apresenta inúmeros exemplos de atividades políticas, sociais e humanitárias exercidas por Acilino Ribeiro em beneficio do povo do Distrito Federal, atuando em diversas áreas, como educador social, assistência humanitária e  assessoria jurídica e política cidadã aos excluídos de todo o Distrito Federal, além de ter tido um papel importante na defesa da democracia e lutas sociais e populares desde quando chegou a Brasília a primeira vez no ano de 1967 e depois em 2007 após anos de luta divididos em dois períodos: o primeiro, de 1968 a 1974, da luta armada contra o regime militar e de 1975 a 19 quando lutou pela Lei da Anistia. Acilino lutou contra a ditadura optando pela luta revolucionária e foi um dos mais jovens comandantes da guerrilha no país e um dos mais perseguidos combatentes guerrilheiros contra o regime ditatorial e prosseguiu lutando pela redemocratização. O segundo quando vem em 2007 também do Piauí, seu estado natal, já nos governos Lula e Dilma, e até hoje quando atua junto aos movimentos sociais de excluídos do DF, fazendo trabalho de educação de base com a população de rua, dependentes químicos, parentes da população carcerária, profissionais do sexo, imigrantes e refugiados, sem terras e sem tetos, além do trabalho de educador popular junto aos movimentos sociais e sindicais, hoje como Diretor Geral da Universidade Popular – UNIPOP.

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Segundo Ricardo Vale, autor da homenagem, Acilino Ribeiro é merecedor da honra concedida, tanto pelo que fez no passado como pelo intelectual que é e a humildade que tem ao dar exemplos de dignidade e respeito ao povo do Distrito Federal. Na justificativa do projeto Vale anexa um vasto curriculum de Acilino Ribeiro, que também foi Vereador de Teresina, no Piauí, Secretário Municipal de Interior e Ação Social da Prefeitura Municipal, Secretário Municipal de Defesa Civil, Presidente do Instituto de Terras do Estado do Piauí, Secretário de Reforma Agrária e Superintendente do INCRA no Estado.

Em Brasília, além de advogado de movimentos sociais e populares, professor universitário e um acadêmico com dez pós graduações é especialista nas áreas de Direito Internacional e Constitucional, História Política e Social da Humanidade, Economia Política Internacional, Teologia Política e História das Religiões, Relações Internacionais e Diplomacia Política, Estudos Estratégicos e Geopolíticos, Defesa Nacional e Segurança Interacional, Inteligência e Contrainteligência, dentre vários outros cursos extracurriculares nas áreas de Filosofia, Sociologia e Antropologia. Acilino Ribeiro também é cineasta, documentarista, escritor com dez livros lançados, consultor parlamentar e diplomático.

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Lembram alguns parlamentares que parte desse trabalho político desenvolvido no DF por Acilino Ribeiro foi quando ele era Subsecretário de Estado de Movimentos Sociais e Participação Popular do GDF e exercia um papel importantíssimo e fundamental junto á sociedade civil de Brasília e terminou sendo um dos principais protagonistas da pacificação política e social entre o governo e os movimentos populares em Brasília.

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Vários dirigentes de partidos políticos, líderes de movimentos sociais, parlamentares, jornalistas, diplomatas e intelectuais do mundo acadêmico, que já se articulam para comparecerem à Sessão Solene de entrega do título ao homenageado que deve acontecer em outubro quando a Mesa Diretora da CLDF marcar para fazer a entrega do título, enviaram mensagens parabenizando Acilino e deram declarações de apoio e agradecimento ao deputado Ricardo Vale pela iniciativa.

Procurado pela reportagem Acilino Ribeiro agradeceu aos deputados pela homenagem e em especial ao deputado Ricardo Vale a quem afirmou ser um grande parlamentar e com quem coaduna ideias em defesa do desenvolvimento do povo brasiliense. Afirmou ainda que essa homenagem divide com todos os amigos e companheiros de luta que com ele desenvolvem o trabalho que lhe fez por ser concedido o título e que cada um tem um pedaço desse diploma. Disse que no dia da entrega todos os movimentos sociais, partidos políticos, companheiros de luta e amigos serão convidados.

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Acilino Ribeiro é irmão do ex-deputado Raimundo Ribeiro, hoje presidente da ADASA, a quem disse que tem como referência política, ética e moral e que lhe ajudou e o ensinou muito quando retornou a Brasília e começou a fazer esse trabalho político e social que levou o ser homenageado pela CLDF.    INTERPRESS – AGNOT – KS – 12.09.24:

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FGC e a crise de notas: a responsabilidade sob exame

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Com os sobressaltos que ocorrem a cada dia nos inusitados caminhos do banco e da banca (rumos do sistema bancário), causa espanto constatar, segundo informações de autorizado especialista do setor, que certa agência classificadora  de risco deu nota A para o banco liquidado e desliquidável (sem salvação).

Aliás, o mesmo especialista indicou como funcionam as coisas. São solicitadas as avaliações às abalizadas agências, de reconhecida idoneidade, e se divulgam tão somente as melhores ou, até mesmo, só a melhor nota. As más avaliações são guardadas no sexto arquivo.

É bem possível que, se algum dos órgãos investigadores fosse atrás de saber o que motivou a nota A, sairia correndo para comprar títulos podres remasterizados, para guardar como relíquia dessa época atípica.

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A chancela oficial, concedida sob o manto de uma tecnicidade questionável, mascara o risco real que corrói o patrimônio de terceiros. Esse descompasso entre a classificação e a realidade operacional denota uma fragilidade alarmante nos mecanismos de controle vigentes.

Diante de tal cenário, a confiança, que deveria ser o pilar mestre do sistema financeiro, transforma-se em mercadoria volátil e de procedência duvidosa. O investidor, desamparado por laudos de conveniência, torna-se a peça vulnerável em um tabuleiro de interesses opacos.

Um respeitável e sóbrio economista não teve dúvida em asseverar que, no caso presente — o do banco nota A —, “tem muita gente que quer assar uma pizza do tamanho do Maracanã”.

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Sei que, para a maior parte dos leitores, inclusive para mim, a pizza é quase um bem de consumo direto carregado de unanimidade. Pode-se dizer, parafraseando o sambista, que quem não gosta de pizza bom sujeito não é.

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Entretanto, o odor insuportável dos ingredientes estragados torna esse tão apreciado alimento algo repugnante.

O odor que perpassa essa preparação da imensa pizza deixa, em seu rastro, a podridão dos consignados que, já exalando mau cheiro de outros locais, avançam pela pimenta vermelha estragada das invasões de competência — onde todos querem aparecer, sempre em cumprimento daquela missão que Chacrinha ironicamente se atribuía: “Eu vim para confundir, não para explicar”.

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Nessa linguagem cifrada, que pouco ou nada significa para nós, os leigos, aparece uma tábua de salvação que, talvez, tenha de salvar a si mesma. É o Fundo Garantidor de Créditos. Este fez sua parte, emitindo nada menos que trinta e oito alertas sobre os ingredientes estragados que poderiam matar quem ingerisse a deformada pizza.

Agora, os custos serão repartidos entre todos.

Até os beneficiários de fundos de pensão — que confiaram no zelo de aplicações destinadas a um futuro menos aflitivo — serão forçados a engolir um naco de pizza podre.

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Ainda bem que foi vetada a compra do Banco nota A por um banco público, cujos avaliadores internos deveriam estar comprando gato por lebre; ou seja, recebendo, em suas sofisticadas due diligences, apenas os laudos enviesados de agenciadores que torciam pelo sucesso da transação. Essa foi a pizza que desandou antes de ir para o forno.

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A crise mundial — na qual o Brasil se encontra perfeitamente inserido — revela que a capacidade de previsão tem falhado em quase tudo.

Agora já se chegou ao ponto de um órgão do poder público projetar a organização de um dos maiores eventos de certa cidade mediante a previsão de um falecido cacique, de que não haveria chuva naquele dia.

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O sistema, envolto em fumaça de conveniência, prefere ignorar o óbvio em favor de uma estabilidade de fachada. Enquanto os ingredientes da má gestão apodrecem à vista de todos, as notas oficiais seguem perfumando o que já não tem mais salvação.

Essa cegueira deliberada, que ignora alertas técnicos para servir fatias de prejuízo ao público, é o sintoma de uma ética em colapso. No banquete dos conchavos, o custo da indigestão recai sempre sobre o cidadão que acreditou na higidez do cardápio.

Caminhemos, pois, para um ponto final de previsões. Chega de invasão de competências, preparatórias de montagem de pizzarias falidas, vendedoras de ilusões.

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Wagner Balera é Professor Titular de Direitos Humanos da PUC-SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister. 

Informações para a imprensa e entrevistas: Gabriela Romão – RV Comunicação(11)97530-0029

Fotos – Divulgação

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